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Política

Caiado descarta chapa com Zema em 2026

Ex-governador de Goiás afirma que não pretende formar aliança presidencial com Romeu Zema e reforça estratégia própria para a disputa nacional

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O ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), descartou a possibilidade de compor uma chapa presidencial com o ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante participação no podcast IronTalks e repercutiu nos bastidores da política nacional.

Ao abordar o cenário eleitoral para a próxima disputa presidencial, Caiado deixou claro que não trabalha com a hipótese de uma composição conjunta com Zema, encerrando especulações que vinham circulando entre analistas e lideranças políticas sobre uma possível união entre os dois nomes da centro-direita.

A manifestação do ex-governador ocorre em um momento de movimentação antecipada dos principais grupos políticos do país, que já articulam estratégias e alianças visando as eleições presidenciais. Tanto Caiado quanto Zema aparecem frequentemente entre os nomes citados para representar setores da oposição e correntes alternativas ao atual governo federal.

A declaração reforça a intenção de Ronaldo Caiado de construir um projeto político próprio para 2026, mantendo independência nas negociações e na definição de eventuais alianças futuras. Embora tenha afastado a possibilidade de uma chapa conjunta com o ex-governador mineiro, o político não descartou diálogos com diferentes setores do cenário nacional.

Nos últimos meses, o nome de Caiado ganhou destaque em debates sobre sucessão presidencial devido à sua atuação política e à visibilidade conquistada durante seus mandatos à frente do governo de Goiás. Da mesma forma, Romeu Zema também tem sido frequentemente citado como uma liderança com potencial de influência nas articulações para a próxima eleição.

O posicionamento do ex-governador goiano contribui para redesenhar o cenário pré-eleitoral e evidencia que as definições sobre alianças nacionais ainda estão em fase inicial, apesar da crescente movimentação entre partidos e lideranças.

Com a corrida presidencial de 2026 começando a ganhar forma, declarações como a de Caiado demonstram que o processo de construção de candidaturas e coligações deverá continuar movimentando o ambiente político nos próximos meses.

Redação Saiba+

Política

Contratos em Vitória da Conquista preveem até R$ 3,6 milhões em despesas

Valores envolvem serviços de alimentação e locação de veículos para a Prefeitura e a Câmara Municipal, conforme publicações no Diário Oficial.

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Contratos administrativos firmados pela Prefeitura de Vitória da Conquista e pela Câmara Municipal preveem despesas que, somadas, podem alcançar R$ 3,6 milhões com serviços de alimentação e locação de veículos. As informações constam em publicações do Diário Oficial do Município e ganharam repercussão após divulgação dos valores previstos para as contratações.

Entre os contratos, a gestão da prefeita Sheila Lemos (União Brasil) abriu uma ata de registro de preços com valor máximo de R$ 1.726.824,71 destinada à contratação da empresa Pão de Ouro Padaria e Delicatessen Ltda. para o fornecimento de coffee breaks, lanches, sucos e refrigerantes.

De acordo com o documento, o contrato terá vigência de um ano, período em que os produtos poderão ser utilizados em eventos, reuniões e demais atividades promovidas pela administração municipal. Caso todo o valor previsto seja executado, a média de gastos mensais será de aproximadamente R$ 143 mil.

Além das despesas com alimentação, os contratos administrativos também contemplam serviços de locação de veículos, fazendo com que o montante previsto para Prefeitura e Câmara alcance cerca de R$ 3,6 milhões. Os recursos deverão ser utilizados conforme a demanda dos órgãos públicos e dentro dos limites estabelecidos nos respectivos contratos.

A divulgação dos valores reacendeu o debate sobre os custos da administração pública e a aplicação dos recursos municipais, especialmente em contratos de prestação de serviços. Por outro lado, a utilização de atas de registro de preços não significa, necessariamente, que todo o valor previsto será executado, mas representa o limite máximo disponível para futuras contratações durante a vigência do acordo.

Os contratos seguem os procedimentos administrativos previstos na legislação e deverão ser executados conforme as necessidades da administração municipal e do Poder Legislativo ao longo do período estabelecido.

Redação Saiba+

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Política

Jerônimo rebate críticas e reafirma investimentos em Feira de Santana

Governador garante continuidade das obras e afirma que a presença do Estado no município será mantida, independentemente da parceria com a gestão municipal.

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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) respondeu às críticas feitas pelo prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo (União Brasil), sobre supostas obras não realizadas no município. Durante entrevista concedida à Rádio Andaiá FM, nesta sexta-feira (24), o chefe do Executivo estadual destacou que o governo segue investindo na cidade e enumerou ações executadas na região.

Ao comentar o cenário político local, Jerônimo afirmou que a ausência de uma parceria institucional com a Prefeitura não impedirá a continuidade dos investimentos estaduais em Feira de Santana. Segundo o governador, o compromisso da gestão é manter a presença do Estado e ampliar as ações voltadas ao desenvolvimento do município.

“Nada mudará no meu carinho, nos meus investimentos e no meu trabalho em Feira de Santana por não ter a parceria do prefeito. Manterei o Estado presente na cidade”, declarou o governador durante a entrevista.

A manifestação ocorre em meio ao debate sobre a execução de obras e investimentos públicos na segunda maior cidade da Bahia. Jerônimo ressaltou que diversas intervenções já foram realizadas pelo Governo do Estado e reforçou que novos projetos continuarão sendo conduzidos para atender às demandas da população feirense.

O governador também enfatizou que as decisões administrativas e os investimentos estaduais têm como prioridade o interesse da população, independentemente de divergências políticas entre os gestores. A declaração reforça a intenção do Executivo baiano de dar continuidade às ações de infraestrutura, mobilidade, saúde e demais áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento regional.

O posicionamento amplia o debate sobre a cooperação entre os governos estadual e municipal e evidencia a importância da articulação institucional para acelerar a execução de obras e serviços públicos em Feira de Santana.

Redação Saiba+

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Política

Lula sinaliza reavaliação de dragagem no Rio Tapajós após reunião com indígenas

Encontro no Palácio do Planalto reforça diálogo entre governo e lideranças indígenas, que contestam projeto de dragagem por possíveis impactos ambientais e sociais.

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Uma reunião realizada no Palácio do Planalto entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e lideranças indígenas da região do Tapajós abriu caminho para uma possível reavaliação do plano de dragagem emergencial previsto para o Rio Tapajós, no Pará. Após mais de quatro horas de diálogo, representantes indígenas afirmaram ter recebido a sinalização de que o governo federal poderá recuar da proposta.

A discussão ocorre após o projeto ganhar destaque nacional por prever uma intervenção considerada emergencial para minimizar os impactos de uma possível estiagem associada ao fenômeno El Niño. A proposta contempla a retirada de sedimentos em diferentes trechos do rio para garantir a navegabilidade durante períodos de baixa no nível das águas.

No entanto, as lideranças indígenas questionam a justificativa de emergência e sustentam que a iniciativa atenderia, principalmente, aos interesses do setor do agronegócio, que utiliza o Tapajós como corredor logístico para o transporte de grãos, como soja e milho.

Durante o encontro, representantes indígenas apresentaram estudos técnicos elaborados por pesquisadores do GT Infra, indicando que a dimensão da obra ultrapassaria uma simples manutenção da hidrovia. Segundo os dados apresentados, o projeto prevê a retirada de aproximadamente 1,05 milhão de metros cúbicos de sedimentos, enquanto a sedimentação natural anual estimada para os sete trechos contemplados seria de cerca de 47 mil metros cúbicos.

Outro ponto destacado pelas lideranças é que quatro das áreas incluídas no projeto nunca passaram por processos de dragagem, o que, segundo a análise técnica, poderia caracterizar não apenas a manutenção do canal, mas também seu aprofundamento e alargamento, ampliando os impactos ambientais na região.

O debate evidencia a complexidade da questão, que envolve preservação ambiental, direitos dos povos indígenas, infraestrutura logística e desenvolvimento econômico. A expectativa é de que o governo federal avalie os argumentos apresentados antes de definir os próximos passos sobre a execução do projeto no Rio Tapajós.

Redação Saiba+

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