Brasil
Caixa libera novo lote do antigo PIS/Pasep
Beneficiários que solicitaram o ressarcimento até 31 de maio começam a receber os valores; consulta pode ser feita pelo Portal Repis Cidadão e aplicativo FGTS.

A Caixa Econômica Federal iniciou, nesta quinta-feira (25), o pagamento de um novo lote de ressarcimentos do antigo fundo PIS/Pasep para beneficiários que formalizaram o pedido de saque até o dia 31 de maio.
Os recursos são destinados a trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos que exerceram atividades com carteira assinada entre os anos de 1971 e 1988, período em que vigorava o antigo modelo do fundo. O pagamento contempla aqueles que concluíram o processo de solicitação dentro do prazo estabelecido.
Os beneficiários podem verificar se possuem valores disponíveis e acompanhar o andamento da solicitação por meio de duas plataformas digitais oficiais. A consulta está disponível no Portal Repis Cidadão, acessado com uma conta Gov.br de nível Prata ou Ouro, e também pelo aplicativo FGTS, administrado pela Caixa Econômica Federal.
O ressarcimento faz parte do cronograma de devolução dos recursos remanescentes do antigo fundo PIS/Pasep, que reúne valores não sacados por trabalhadores e seus herdeiros. A iniciativa busca facilitar o acesso aos recursos e ampliar a digitalização dos serviços oferecidos aos cidadãos.
A Caixa orienta que os interessados utilizem apenas os canais oficiais para realizar consultas e acompanhar o processamento dos pedidos, evitando golpes e o compartilhamento de informações pessoais em plataformas não autorizadas.
Quem ainda não solicitou o ressarcimento deve verificar se atende aos critérios estabelecidos e acompanhar as próximas etapas do calendário divulgado pelo governo e pela instituição financeira para novos pagamentos.
Brasil
OAB-SP suspende Deolane Bezerra da advocacia
Decisão cautelar impede exercício profissional durante investigação que envolve Operação Vérnix e suspeita de lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

A Ordem dos Advogados do Brasil em São Paulo (OAB-SP) determinou a suspensão cautelar da advogada e influenciadora Deolane Bezerra Santos, presa desde maio no âmbito da Operação Vérnix, que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC). A decisão tem efeito imediato e impede o exercício da advocacia enquanto o processo disciplinar segue em tramitação.
De acordo com a OAB-SP, a medida foi aplicada pelo Tribunal de Ética e Disciplina da seccional paulista, seguindo os critérios previstos no Estatuto da Advocacia. A suspensão cautelar pode durar inicialmente 90 dias, com possibilidade de prorrogações sucessivas que podem chegar a até 360 dias, período no qual deve ser concluído o julgamento definitivo do caso.
A entidade destaca que a medida tem caráter preventivo e visa preservar a credibilidade da profissão enquanto as investigações estão em andamento.
Deolane Bezerra foi denunciada pelo Ministério Público de São Paulo pelos crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo a investigação, a influenciadora teria recebido recursos oriundos da empresa Lado a Lado Transportes, apontada pelas autoridades como parte de um esquema utilizado pela cúpula do PCC para movimentar e ocultar patrimônio da facção.
As apurações indicam que a estrutura financeira investigada teria sido utilizada para dar aparência de legalidade a valores supostamente obtidos de forma ilícita, ampliando o escopo da investigação conduzida pelo Ministério Público.
A defesa da influenciadora ainda não se manifestou publicamente sobre a decisão da OAB-SP. O caso segue em análise e pode ter novos desdobramentos à medida que o processo disciplinar e a investigação criminal avançam.
A suspensão reacende o debate sobre a atuação de profissionais investigados em casos de grande repercussão e reforça a postura da OAB em adotar medidas cautelares em situações que envolvem possível violação ética e disciplinar.
Brasil
Professora reivindica criação do Pix na Justiça
Ação contra o Banco Central pede reconhecimento de autoria de sistema semelhante ao Pix e indenização de R$ 1 milhão por danos morais.

Uma disputa judicial envolvendo a autoria de um dos sistemas financeiros mais utilizados pelos brasileiros ganhou destaque nos últimos dias. A professora Anette Vernaschi Toppan ingressou com uma ação na 18ª Vara Federal Cível da Seção Judiciária do Distrito Federal (SJDF) solicitando o reconhecimento de sua participação na criação do modelo que teria servido de base para o Pix.
Na ação, a autora sustenta que desenvolveu o sistema denominado “Tá Pago”, que apresentaria características semelhantes às do atual modelo de pagamentos instantâneos adotado pelo Banco Central. Com base nessa alegação, ela solicita que a Justiça reconheça sua autoria intelectual e determine o pagamento de indenização por danos morais no valor de R$ 1 milhão.
Segundo os argumentos apresentados no processo, a professora afirma que o Banco Central teria utilizado conceitos e funcionalidades de sua plataforma para a implementação do Pix, sistema que revolucionou as transações financeiras no Brasil desde o seu lançamento.
Por outro lado, o Banco Central contesta as alegações e nega qualquer irregularidade. A instituição afirma que já existiam tecnologias e ferramentas semelhantes ao sistema citado pela autora, destacando que o desenvolvimento do Pix ocorreu a partir de estudos, projetos e soluções amplamente debatidos no setor financeiro nacional e internacional.
O órgão também argumenta que não houve violação de direitos autorais e que as características apontadas na ação não seriam exclusivas do sistema apresentado pela professora. A defesa do Banco Central sustenta ainda que o Pix foi concebido dentro de critérios técnicos próprios e alinhados às necessidades do mercado financeiro brasileiro.
O caso agora será analisado pela Justiça Federal, que deverá avaliar os argumentos apresentados pelas partes, além da documentação técnica relacionada aos sistemas mencionados no processo. A decisão poderá esclarecer se existe ou não vínculo entre a plataforma alegada pela autora e o sistema oficial de pagamentos instantâneos utilizado atualmente por milhões de brasileiros.
A ação chama atenção por envolver um dos maiores avanços tecnológicos do sistema financeiro nacional e pode abrir um importante debate sobre propriedade intelectual, inovação e desenvolvimento de tecnologias voltadas ao setor bancário.
Brasil
Gilmar encaminha garantias para extradição de Zambelli
Justiça italiana analisará em julho novo pedido relacionado à condenação da ex-deputada por episódio ocorrido durante as eleições de 2022.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, encaminhou à Advocacia-Geral da União (AGU) as garantias exigidas pela Justiça italiana para dar continuidade à análise de um novo pedido de extradição envolvendo a ex-deputada federal Carla Zambelli.
O caso está relacionado à condenação da ex-parlamentar por um episódio ocorrido na véspera das eleições de 2022, quando ela protagonizou uma perseguição armada ao jornalista Luan Araújo em vias públicas da cidade de São Paulo. O episódio ganhou grande repercussão nacional e resultou em desdobramentos judiciais que seguem em andamento.
Com o envio das informações solicitadas pelas autoridades italianas, o processo avança para uma nova etapa. A expectativa é que a Justiça da Itália avalie os elementos apresentados e decida sobre o pedido durante julgamento previsto para o próximo dia 1º de julho.
A análise do caso pelas autoridades italianas é considerada um passo importante no processo internacional, já que envolve questões jurídicas relacionadas à cooperação entre os sistemas judiciais dos dois países e ao cumprimento de decisões judiciais.
O encaminhamento das garantias atende aos requisitos estabelecidos pela legislação italiana para a avaliação de pedidos de extradição. A decisão que será tomada pela Corte italiana poderá influenciar diretamente os próximos desdobramentos do processo.
Enquanto aguarda o julgamento, o caso continua atraindo atenção do meio político e jurídico, sobretudo por envolver uma figura pública e um episódio que teve ampla repercussão durante um dos períodos eleitorais mais polarizados da história recente do Brasil.
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