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FDA aprova comprimido inovador para reduzir colesterol LDL

Novo medicamento oral da MSD demonstrou reduzir em até 60% o colesterol considerado “ruim” e amplia as opções de tratamento para pacientes com dislipidemia.

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A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou um novo medicamento oral para o controle do colesterol LDL, conhecido popularmente como colesterol “ruim”. O remédio, chamado enlicitida, será comercializado pela farmacêutica MSD com o nome Lipfendra.

Nos estudos clínicos, o medicamento apresentou redução de até 60% dos níveis de colesterol LDL, resultado que reforça seu potencial como uma nova alternativa terapêutica para pacientes que necessitam de um controle mais rigoroso dos níveis de colesterol.

A principal inovação do tratamento está na sua forma de administração. O Lipfendra é o primeiro inibidor da proteína PCSK9 em comprimidos aprovado pela FDA, já que, até então, os medicamentos dessa classe estavam disponíveis apenas em versões injetáveis, geralmente associadas a custos mais elevados.

Os inibidores de PCSK9 atuam aumentando a capacidade do organismo de remover o colesterol LDL da circulação sanguínea, contribuindo para a redução do risco de doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), especialmente em pacientes com colesterol elevado ou histórico de problemas cardíacos.

A aprovação representa um avanço no tratamento das dislipidemias, oferecendo uma opção mais prática para pacientes que precisam de terapias intensivas para reduzir o colesterol e que, em muitos casos, enfrentavam limitações relacionadas ao uso de medicamentos injetáveis.

A expectativa é que a disponibilidade da versão oral amplie o acesso ao tratamento e favoreça a adesão dos pacientes, tornando o controle do colesterol mais simples e eficiente no acompanhamento de longo prazo.

Redação Saiba+

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Operação Chicana tem advogada como principal alvo na Bahia

Polícia Civil investiga suspeita de participação em organização criminosa, fraude processual e uso de documentos falsos no extremo sul do estado

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A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (5), a Operação Chicana, que tem como principal alvo a advogada Brunay Cordeiro Santos, de 28 anos. A investigação apura a suposta participação da profissional em um esquema criminoso que envolveria organização criminosa, falsidade ideológica e fraude processual.

Segundo as investigações, a advogada é suspeita de integrar um grupo que teria utilizado documentos falsificados e contratos simulados para ocultar patrimônio e favorecer integrantes de uma facção criminosa com atuação no extremo sul da Bahia. As autoridades apontam que o esquema teria sido estruturado para dificultar a identificação e o bloqueio de bens ligados aos investigados.

A operação faz parte de uma estratégia da Polícia Civil para combater estruturas financeiras utilizadas por organizações criminosas. As diligências incluem o cumprimento de medidas judiciais e a coleta de provas que possam contribuir para o avanço das investigações, além da identificação de outros possíveis envolvidos.

De acordo com a apuração, os contratos e documentos sob investigação teriam sido utilizados para dar aparência de legalidade a movimentações patrimoniais, com o objetivo de ocultar bens e proteger ativos relacionados ao grupo criminoso.

A Operação Chicana reforça o trabalho das forças de segurança no enfrentamento às organizações criminosas e aos crimes de lavagem e ocultação de patrimônio, buscando desarticular mecanismos que sustentam financeiramente a atuação dessas estruturas ilícitas.

As investigações seguem em andamento e os fatos ainda serão analisados no curso do processo, garantindo aos investigados o direito ao contraditório e à ampla defesa, conforme determina a legislação brasileira.

Redação Saiba+

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Vini Jr. aciona Justiça após acusações sobre Copa do Mundo

Atacante busca responsabilização judicial de influenciador que publicou alegações sobre suposta investigação envolvendo a cobrança de pênalti na eliminação do Brasil na Copa de 2026.

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O atacante Vini Jr. decidiu recorrer à Justiça do Rio de Janeiro após ser alvo de publicações feitas pelo influenciador digital Rafael Murmura, que o associaram a uma suposta investigação do Ministério Público relacionada à partida entre Brasil e Noruega, válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

Segundo a ação, o influenciador utilizou seu perfil no Instagram, que reúne mais de 3,5 milhões de seguidores, para divulgar informações afirmando que o jogador estaria sendo investigado por não ter cobrado um dos pênaltis na disputa que culminou com a eliminação da Seleção Brasileira.

Nas publicações, Rafael Murmura também alegou que a comissão técnica teria sido orientada a impedir que Vini Jr. realizasse a cobrança, sob a justificativa de que o atacante seria patrocinado por casas de apostas. As mensagens ainda sugeriam a existência de uma investigação oficial relacionada a uma suposta manipulação de resultados.

A defesa do jogador considera as declarações infundadas e potencialmente prejudiciais à imagem e à reputação do atleta, motivo pelo qual decidiu buscar medidas judiciais para responsabilizar o autor das publicações. O objetivo é que o caso seja analisado pela Justiça, diante da repercussão alcançada pelas postagens nas redes sociais.

A iniciativa reforça o movimento de atletas e personalidades públicas que têm recorrido ao Judiciário para contestar conteúdos considerados falsos ou sem comprovação, especialmente quando envolvem acusações graves capazes de afetar a credibilidade profissional e pessoal.

O caso deverá seguir a tramitação judicial, ocasião em que as partes poderão apresentar suas manifestações e provas.

Redação Saiba+

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Erika Hilton pede revisão de decisão em ação contra o SBT

Deputada federal solicita que a Justiça restabeleça seu direito de resposta, alegando que a suspensão da medida compromete a finalidade da reparação prevista em lei.

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A disputa judicial entre a deputada federal Erika Hilton e o SBT ganhou um novo desdobramento. A parlamentar protocolou uma nova manifestação no processo solicitando que a Justiça reavalie a decisão que suspendeu seu direito de resposta à emissora, medida que havia sido interrompida após a concessão de efeito suspensivo ao recurso apresentado pela empresa.

Na petição, assinada na última quinta-feira (23), Erika Hilton argumenta que houve equívoco na decisão judicial ao reconhecer o efeito suspensivo do recurso do SBT. Segundo a defesa da deputada, essa medida acabou suspendendo a obrigação da emissora de divulgar sua resposta em relação às declarações feitas pelo apresentador Ratinho.

De acordo com o documento apresentado, o direito de resposta somente alcança sua finalidade quando é publicado de forma rápida e próxima às declarações consideradas ofensivas. A parlamentar sustenta que a demora na divulgação compromete o objetivo da legislação, que busca reparar eventuais danos à honra e garantir o equilíbrio da informação.

A manifestação destaca ainda que a ausência de imediatidade pode esvaziar o propósito do direito de resposta, tornando a reparação menos eficaz diante da repercussão das declarações questionadas.

O processo segue em tramitação e caberá ao Judiciário analisar os argumentos apresentados pela defesa de Erika Hilton antes de decidir se a suspensão do direito de resposta será mantida ou revista. O caso continua acompanhando os desdobramentos envolvendo a parlamentar e a emissora, em uma disputa que tem repercutido no cenário político e jurídico nacional.

Redação Saiba+

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