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FDA aprova comprimido inovador para reduzir colesterol LDL

Novo medicamento oral da MSD demonstrou reduzir em até 60% o colesterol considerado “ruim” e amplia as opções de tratamento para pacientes com dislipidemia.

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A Food and Drug Administration (FDA), agência reguladora de medicamentos dos Estados Unidos, aprovou um novo medicamento oral para o controle do colesterol LDL, conhecido popularmente como colesterol “ruim”. O remédio, chamado enlicitida, será comercializado pela farmacêutica MSD com o nome Lipfendra.

Nos estudos clínicos, o medicamento apresentou redução de até 60% dos níveis de colesterol LDL, resultado que reforça seu potencial como uma nova alternativa terapêutica para pacientes que necessitam de um controle mais rigoroso dos níveis de colesterol.

A principal inovação do tratamento está na sua forma de administração. O Lipfendra é o primeiro inibidor da proteína PCSK9 em comprimidos aprovado pela FDA, já que, até então, os medicamentos dessa classe estavam disponíveis apenas em versões injetáveis, geralmente associadas a custos mais elevados.

Os inibidores de PCSK9 atuam aumentando a capacidade do organismo de remover o colesterol LDL da circulação sanguínea, contribuindo para a redução do risco de doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC), especialmente em pacientes com colesterol elevado ou histórico de problemas cardíacos.

A aprovação representa um avanço no tratamento das dislipidemias, oferecendo uma opção mais prática para pacientes que precisam de terapias intensivas para reduzir o colesterol e que, em muitos casos, enfrentavam limitações relacionadas ao uso de medicamentos injetáveis.

A expectativa é que a disponibilidade da versão oral amplie o acesso ao tratamento e favoreça a adesão dos pacientes, tornando o controle do colesterol mais simples e eficiente no acompanhamento de longo prazo.

Redação Saiba+

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Lula troca debate por entrevista na Record

Presidente falou sobre Lulinha, relação com Trump e eleições durante entrevista exibida no mesmo horário do debate da Band

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não participou do primeiro debate presidencial de 2026 e, no lugar do confronto na Band, concedeu uma entrevista exclusiva à Record, exibida na noite deste domingo (23), pelo Domingo Espetacular. A conversa foi gravada no Palácio do Planalto e foi ao ar a partir das 20h30, praticamente no mesmo horário do debate.

A decisão de Lula de não comparecer ao debate havia sido justificada pela campanha sob o argumento de que não existiria igualdade de condições para que o presidente se defendesse dos ataques dos adversários. A equipe do petista também questionou a presença de candidatos que, segundo sua avaliação, não precisariam obrigatoriamente ser convidados para o encontro, como Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo).

Lula comenta investigações sobre o filho

Durante a entrevista, Lula falou sobre as investigações envolvendo seu filho mais velho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. O presidente afirmou que ninguém está acima da lei e disse que o filho deve apresentar sua própria defesa diante das acusações.

Lula também negou qualquer tentativa de blindar Lulinha e ressaltou que a Polícia Federal possui autonomia para conduzir as investigações.

Relação com Donald Trump

Outro tema abordado foi a relação entre Brasil e Estados Unidos. Lula afirmou que mantém um diálogo civilizado e respeitoso com o presidente norte-americano Donald Trump, apesar de divergências e de medidas adotadas posteriormente por integrantes do governo dos EUA.

Segundo o presidente brasileiro, as conversas diretas com Trump têm sido positivas, mas algumas decisões tomadas pelo segundo escalão do governo norte-americano acabam prejudicando a relação entre os dois países.

Entrevista ocorreu durante debate presidencial

A estratégia adotada por Lula provocou repercussão no cenário eleitoral. Enquanto a Record exibia a entrevista, a Band realizava o primeiro debate presidencial da eleição de 2026, que acabou tendo um número reduzido de participantes após as ausências de Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema.

O debate contou com Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). A ausência dos principais nomes da disputa tornou o encontro um dos episódios mais comentados da noite eleitoral.

Com a entrevista, Lula conseguiu apresentar diretamente suas posições ao público e, ao mesmo tempo, evitou o confronto direto com os demais candidatos no primeiro grande debate televisivo da corrida presidencial de 2026.

Redação Saiba+

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Operação Chicana tem advogada como principal alvo na Bahia

Polícia Civil investiga suspeita de participação em organização criminosa, fraude processual e uso de documentos falsos no extremo sul do estado

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A Polícia Civil da Bahia deflagrou, na manhã desta quarta-feira (5), a Operação Chicana, que tem como principal alvo a advogada Brunay Cordeiro Santos, de 28 anos. A investigação apura a suposta participação da profissional em um esquema criminoso que envolveria organização criminosa, falsidade ideológica e fraude processual.

Segundo as investigações, a advogada é suspeita de integrar um grupo que teria utilizado documentos falsificados e contratos simulados para ocultar patrimônio e favorecer integrantes de uma facção criminosa com atuação no extremo sul da Bahia. As autoridades apontam que o esquema teria sido estruturado para dificultar a identificação e o bloqueio de bens ligados aos investigados.

A operação faz parte de uma estratégia da Polícia Civil para combater estruturas financeiras utilizadas por organizações criminosas. As diligências incluem o cumprimento de medidas judiciais e a coleta de provas que possam contribuir para o avanço das investigações, além da identificação de outros possíveis envolvidos.

De acordo com a apuração, os contratos e documentos sob investigação teriam sido utilizados para dar aparência de legalidade a movimentações patrimoniais, com o objetivo de ocultar bens e proteger ativos relacionados ao grupo criminoso.

A Operação Chicana reforça o trabalho das forças de segurança no enfrentamento às organizações criminosas e aos crimes de lavagem e ocultação de patrimônio, buscando desarticular mecanismos que sustentam financeiramente a atuação dessas estruturas ilícitas.

As investigações seguem em andamento e os fatos ainda serão analisados no curso do processo, garantindo aos investigados o direito ao contraditório e à ampla defesa, conforme determina a legislação brasileira.

Redação Saiba+

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Vini Jr. aciona Justiça após acusações sobre Copa do Mundo

Atacante busca responsabilização judicial de influenciador que publicou alegações sobre suposta investigação envolvendo a cobrança de pênalti na eliminação do Brasil na Copa de 2026.

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O atacante Vini Jr. decidiu recorrer à Justiça do Rio de Janeiro após ser alvo de publicações feitas pelo influenciador digital Rafael Murmura, que o associaram a uma suposta investigação do Ministério Público relacionada à partida entre Brasil e Noruega, válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

Segundo a ação, o influenciador utilizou seu perfil no Instagram, que reúne mais de 3,5 milhões de seguidores, para divulgar informações afirmando que o jogador estaria sendo investigado por não ter cobrado um dos pênaltis na disputa que culminou com a eliminação da Seleção Brasileira.

Nas publicações, Rafael Murmura também alegou que a comissão técnica teria sido orientada a impedir que Vini Jr. realizasse a cobrança, sob a justificativa de que o atacante seria patrocinado por casas de apostas. As mensagens ainda sugeriam a existência de uma investigação oficial relacionada a uma suposta manipulação de resultados.

A defesa do jogador considera as declarações infundadas e potencialmente prejudiciais à imagem e à reputação do atleta, motivo pelo qual decidiu buscar medidas judiciais para responsabilizar o autor das publicações. O objetivo é que o caso seja analisado pela Justiça, diante da repercussão alcançada pelas postagens nas redes sociais.

A iniciativa reforça o movimento de atletas e personalidades públicas que têm recorrido ao Judiciário para contestar conteúdos considerados falsos ou sem comprovação, especialmente quando envolvem acusações graves capazes de afetar a credibilidade profissional e pessoal.

O caso deverá seguir a tramitação judicial, ocasião em que as partes poderão apresentar suas manifestações e provas.

Redação Saiba+

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