Polícia
Polícia Civil prende suspeito de fraude em embarque no Aeroporto de Salvador
Investigado foi detido durante cumprimento de mandado de prisão; segundo a polícia, ele e o filho tentaram utilizar documentos falsificados para embarcar em voo destinado a tripulantes.

A Polícia Civil da Bahia prendeu, nesta quarta-feira (15), um homem investigado por envolvimento em uma tentativa de embarque fraudulento no Aeroporto Internacional de Salvador. A detenção ocorreu durante o cumprimento de um mandado de prisão expedido no âmbito das investigações conduzidas pelas autoridades.
De acordo com a Polícia Civil, o caso aconteceu em 11 de maio de 2026, quando o suspeito e seu filho, apontado como ex-presidente de uma torcida organizada e atualmente considerado foragido, tentaram embarcar em um voo utilizando passagens aéreas destinadas exclusivamente a tripulantes da companhia aérea.
Durante a ação, conforme as investigações, os dois apresentaram documentos digitais falsificados, incluindo Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) emitidas em nome de terceiros, mas contendo as fotografias dos próprios investigados. A irregularidade foi identificada, impedindo a conclusão do embarque e dando início às apurações policiais.
O homem foi localizado e preso após o avanço das investigações, enquanto as equipes da Polícia Civil seguem realizando diligências para localizar o segundo investigado, que permanece sendo procurado.
O caso continua sob investigação para esclarecer todos os detalhes da tentativa de fraude, identificar possíveis envolvidos e verificar se houve participação de outras pessoas na obtenção e utilização dos documentos falsificados. As autoridades também apuram a eventual prática de outros crimes relacionados ao esquema.
Polícia
PF resgata 35 trabalhadores em situação análoga à escravidão no Piauí
Operação identificou indícios de tráfico de pessoas para exploração laboral em fazenda na divisa entre Piauí e Maranhão.

Uma operação conjunta realizada nesta sexta-feira (17) resultou no resgate de 35 trabalhadores encontrados em condições análogas à escravidão em uma fazenda localizada na zona rural de Santa Filomena, no sul do Piauí, próximo à divisa com o Maranhão.
Durante a fiscalização, equipes responsáveis pela ação constataram que a maior parte dos trabalhadores era oriunda de municípios maranhenses, de onde teria sido recrutada antes de ser levada para a propriedade rural onde desempenhava atividades laborais.
De acordo com a Polícia Federal (PF), as primeiras informações reunidas durante a operação indicam a existência de fortes indícios de tráfico de pessoas para fins de exploração do trabalho. A corporação informou que serão aprofundadas as investigações para esclarecer como ocorreu o recrutamento dos trabalhadores e o deslocamento até a fazenda.
As apurações buscam identificar possíveis responsáveis pelo esquema e verificar se houve atuação de intermediários na captação da mão de obra. O caso será investigado para apurar eventuais crimes relacionados à exploração laboral e ao aliciamento de trabalhadores.
O combate ao trabalho análogo à escravidão é uma das prioridades das autoridades brasileiras, que realizam operações periódicas para identificar situações de violação de direitos humanos em áreas urbanas e rurais. Além do resgate das vítimas, as ações têm como objetivo responsabilizar os envolvidos e garantir o acesso dos trabalhadores aos direitos previstos na legislação.
As investigações seguem em andamento, e a Polícia Federal deverá reunir novos elementos para definir as responsabilidades criminais e administrativas decorrentes da operação.
Polícia
Perícia descarta abuso sexual em morte de bebê no Ceará
Laudo da Perícia Forense aponta homicídio culposo como causa da morte de Maria Helena, de 10 meses, e investigação segue para esclarecer as circunstâncias do caso.

A conclusão dos laudos da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) trouxe um novo desdobramento para o caso da morte da bebê Maria Helena, de apenas 10 meses, que comoveu o país nos últimos dias. O resultado da perícia, divulgado nesta sexta-feira (17), descartou a ocorrência de violência sexual contra a criança e apontou que o caso é investigado como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
A bebê morreu na última segunda-feira (13), após ser levada a um hospital particular em Fortaleza. Inicialmente, a mãe, identificada como Ysabelle Rodrigues, informou que buscou atendimento médico ao acreditar que a filha estivesse engasgada. Durante o atendimento, a equipe médica identificou lesões que levantaram suspeitas de abuso sexual e comunicou imediatamente às autoridades policiais.
O documento elaborado pelo hospital registrava que a criança foi atendida por quatro médicos de emergência pediátrica e dois cardiologistas. Após o óbito, foram constatadas lesões anais, levando os profissionais a indicarem, inicialmente, suspeita de asfixia associada a possível abuso sexual.
No entanto, os exames técnicos realizados pela Pefoce descartaram a hipótese de violência sexual, alterando o rumo das investigações. Com base nos laudos periciais e nas diligências conduzidas pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dececa), a polícia passou a tratar o caso como homicídio culposo.
Dois homens foram detidos durante as investigações: Francisco Ray Rodrigues Magalhães, que mantinha um relacionamento com a mãe da criança, e Roberto Levy Oliveira Magalhães. Conforme as apurações iniciais, ambos estavam no apartamento onde a bebê se encontrava antes de ser levada ao hospital.
Segundo o relato investigado pela polícia, a mãe teria perdido a consciência após um desentendimento com Roberto Levy. Ao recobrar os sentidos, encontrou o suspeito sobre o corpo da criança e percebeu que Maria Helena apresentava sinais de mal-estar, levando-a imediatamente para atendimento médico.
As investigações continuam em andamento para esclarecer completamente as circunstâncias que levaram à morte da bebê, enquanto a Polícia Civil analisa os elementos reunidos durante o inquérito para definir as responsabilidades dos envolvidos.
Polícia
Piloto tem prisão decretada após transporte de 340 kg de cocaína
Suspeito foi localizado em Goiás depois de pouso forçado, incêndio de aeronave e operação conjunta das forças de segurança.

A Justiça de Goiás decretou a prisão preventiva de Henrique Donizeti Ferri, de 32 anos, suspeito de transportar mais de 340 quilos de cocaína em uma aeronave monomotor. A decisão foi tomada após a prisão do piloto, localizado pelas forças de segurança depois de uma operação realizada na zona rural de Itarumã, no sudoeste goiano.
De acordo com as investigações, o suspeito realizou um pouso forçado em uma área rural durante a madrugada desta quinta-feira. Após a aterrissagem, ele teria determinado que trabalhadores de uma fazenda descarregassem a carga de entorpecentes transportada na aeronave.
Ainda segundo as apurações, ao perceber a aproximação das equipes policiais, o piloto teria incendiado o avião e fugido em direção a uma área de mata, numa tentativa de dificultar a ação das autoridades e eliminar possíveis vestígios relacionados ao transporte da droga.
As forças de segurança montaram um cerco na região e intensificaram as buscas. Durante a operação, policiais encontraram o pai, a esposa e um amigo do suspeito nas proximidades, dentro de um veículo. A partir das diligências realizadas, Henrique Donizeti Ferri acabou sendo localizado e preso pela Polícia Militar.
Segundo o Ministério Público de Goiás, o piloto foi flagrado utilizando uma aeronave monomotor para transportar a carga de cocaína. A apreensão de mais de 340 quilos da droga representa um dos principais desdobramentos da operação, que segue sob investigação para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de tráfico.
Com a decretação da prisão preventiva, o suspeito permanecerá à disposição da Justiça enquanto prosseguem as investigações. As autoridades também trabalham para esclarecer a origem e o destino da droga, além de identificar a participação de outras pessoas na logística do transporte do entorpecente.
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