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Bahia

Jiboia é resgatada em jardim de prédio em Salvador

Cobra foi encontrada escondida entre galhos de um arbusto em uma área de grande circulação na região do Candeal e Cidade Jardim

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Um resgate inusitado chamou a atenção de quem passava por uma área movimentada de Salvador na manhã desta terça-feira (1º). Uma cobra, aparentemente uma jiboia, foi encontrada escondida na vegetação de um jardim localizado em um edifício comercial.

O animal estava entre os galhos de um arbusto, próximo à escadaria de entrada do prédio, em uma área situada nas proximidades do Centro Médico Cristian Barnard, na Rua Leonor Calmon, região do Cidade Jardim.

Diante da presença da cobra, equipes especializadas da Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (COPPA), da Polícia Militar da Bahia, foram acionadas para realizar o resgate.

Os agentes localizaram o animal em meio à folhagem e fizeram a retirada de forma especializada, evitando riscos tanto para a cobra quanto para as pessoas que circulavam pelo local.

A presença do réptil em uma região urbana e de grande movimento despertou a curiosidade de moradores e trabalhadores. O resgate reforça a importância de acionar equipes especializadas ao encontrar animais silvestres em áreas residenciais ou comerciais, evitando tentativas de captura por pessoas sem treinamento.

Após a retirada, o animal ficou sob os cuidados da equipe responsável pelo atendimento da ocorrência.

Redação Saiba+

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Bahia

Governo cria refúgio ambiental na Serra da Chapadinha

Nova unidade de conservação terá 18,3 mil hectares e abrangerá quatro municípios da Chapada Diamantina

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O Governo da Bahia autorizou, nesta terça-feira (1º), a criação do Refúgio de Vida Silvestre (Revis) da Serra da Chapadinha, uma nova unidade de conservação destinada à proteção de áreas naturais e da biodiversidade no interior do estado.

A medida foi oficializada por meio do Decreto nº 24.778, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE). A gestão da unidade ficará sob responsabilidade do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema), que deverá coordenar as ações de proteção e acompanhamento ambiental da região.

Com aproximadamente 18,3 mil hectares, o território do novo refúgio está distribuído pelos municípios de Itaetê, Ibicoara, Mucugê e Iramaia, na região da Chapada Diamantina.

Segundo o Governo da Bahia, a criação do Revis tem como principal finalidade preservar ambientes naturais associados à Serra da Chapadinha, garantindo a proteção da vegetação nativa, da fauna e da flora locais, além de nascentes e outros recursos hídricos presentes no território.

O decreto também estabelece a criação de um Conselho Consultivo, que deverá reunir representantes de diferentes segmentos relacionados à área da unidade de conservação. A estrutura busca ampliar a participação social na discussão de medidas voltadas à preservação e ao uso sustentável do território.

A criação do refúgio representa mais uma iniciativa de proteção ambiental na Bahia e reforça a importância da conservação dos recursos naturais existentes na Chapada Diamantina. A expectativa é que a unidade contribua para a preservação da biodiversidade e dos recursos hídricos, além de fortalecer ações de gestão ambiental nos municípios abrangidos.

Redação Saiba+

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Bahia

Entregadores de Salvador aderem a breque nacional por aumento nas taxas dos aplicativos

Movimento cobra valor mínimo por entrega, redução de custos e mudanças nas condições de trabalho oferecidas pelas plataformas

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Os entregadores de aplicativos de Salvador aderiram nesta segunda-feira (1º) ao Breque Nacional dos Apps, mobilização que reúne profissionais de diversas regiões do país em busca de melhores condições de trabalho e remuneração.

Entre as principais reivindicações da categoria está a criação de uma taxa mínima de R$ 10 por viagem de até 4 quilômetros, com acréscimo de R$ 2,50 para cada quilômetro excedente. Os trabalhadores argumentam que os valores atualmente praticados não acompanham os custos envolvidos na atividade.

Durante a paralisação, a orientação dos organizadores é para que os entregadores permaneçam offline nos aplicativos, interrompendo temporariamente a realização de corridas. Em Salvador, alguns profissionais foram vistos trabalhando durante o movimento e chegaram a ser alertados por colegas para aderirem à mobilização.

Segundo José Sousa, representante da categoria na Bahia, uma das principais propostas é pressionar o governo federal pela criação de uma medida que estabeleça parâmetros mínimos para a remuneração dos trabalhadores.

“A ideia primária é mandarmos uma MP para o governo federal nos mesmos moldes que ocorreram com os caminhoneiros, obrigando as plataformas a colocarem o mínimo que a gente está pedindo”, afirmou.

O representante também destacou o peso dos custos para quem trabalha com entregas por aplicativo. Segundo ele, os profissionais precisam de alternativas tecnológicas que reduzam as despesas e ofereçam maior autonomia à categoria.

“Os custos são muito altos, então o trabalhador precisa de uma tecnologia própria que ele mesmo administre e que o custo seja zero”, pontuou.

A mobilização ocorre em meio às discussões sobre remuneração, custos operacionais e direitos dos trabalhadores de aplicativos. Os entregadores defendem que as plataformas revejam os valores pagos por corrida e adotem mecanismos que garantam uma remuneração considerada mais compatível com as despesas enfrentadas diariamente pelos profissionais.

Em Salvador, a paralisação chama atenção para uma categoria que tem participação crescente na dinâmica de entregas e serviços da capital baiana. Os trabalhadores esperam que a mobilização nacional amplie o diálogo com as empresas e com o governo federal.

Redação Saiba+

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Bahia

Surfistas pedem mais segurança no Farol da Barra

Associação cobra organização no uso do mar e aponta riscos com diferentes modalidades de esportes náuticos em Salvador

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Uma discussão envolvendo surfistas e praticantes de diferentes modalidades de esportes náuticos na praia do Farol da Barra, em Salvador, ganhou repercussão nas redes sociais nos últimos dias. O debate envolve o uso compartilhado do espaço marítimo por surfistas, praticantes de foil, caiaque, vela e outras atividades.

Surfistas ligados à Associação dos Surfistas da Barra (ASB) defendem a adoção de medidas que garantam maior organização e segurança na utilização do mar. Segundo o grupo, a presença de embarcações e determinados equipamentos poderia aumentar o risco de acidentes envolvendo praticantes de surfe e banhistas.

Entre as reivindicações apresentadas está uma melhor delimitação das áreas destinadas às diferentes modalidades esportivas, de forma que os usuários possam utilizar o espaço com mais segurança e previsibilidade.

Os surfistas também apontam a ausência de um posto de salva-vidas na região como um fator que merece atenção. Para os praticantes, a praia é frequentada por famílias, crianças, alunos de escolinhas de surfe e pessoas envolvidas em diferentes atividades aquáticas.

A principal preocupação manifestada pelo grupo é a prevenção de acidentes. A avaliação dos surfistas é de que o crescimento da utilização do local por diferentes modalidades exige regras mais claras para o compartilhamento do espaço.

Entenda o que é o foil

Um dos equipamentos citados no debate é o foil, utilizado em modalidades como o foil surf. O sistema conta com uma estrutura semelhante a uma asa instalada abaixo da prancha e, durante o deslocamento, permite que a prancha se eleve acima da superfície da água.

A discussão sobre o equipamento faz parte de um debate mais amplo sobre convivência entre diferentes esportes náuticos no Farol da Barra. A intenção dos surfistas, segundo os relatos apresentados, é encontrar formas de conciliar as atividades e reduzir os riscos para quem frequenta a área.

O tema ganhou espaço nas redes sociais e deve continuar sendo discutido por praticantes e usuários da região, especialmente diante da necessidade de equilibrar a prática esportiva, o lazer e a segurança dos banhistas.

Redação Saiba+

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