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Polícia

Bahia alcança 605 dias sem explosões de bancos

Estado registra marca histórica de segurança bancária após prisão de suspeito apontado como um dos principais assaltantes de instituições financeiras do país

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A Bahia alcançou a marca de 605 dias sem registro de explosões de agências bancárias, segundo dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP-BA) neste sábado (29).

O resultado foi anunciado um dia após a prisão de Valnei da Silva Rocha, apontado pelas autoridades policiais como um dos principais assaltantes de instituições financeiras do Brasil. A captura reforça as ações de combate aos crimes contra o sistema bancário realizadas pelas forças de segurança baianas.

Prisão de suspeito é destacada

O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que Valnei da Silva Rocha já havia sido alvo de uma operação das forças de segurança no estado.

Segundo o secretário, o suspeito foi capturado em 2014, em Rafael Jambeiro, durante uma ação conjunta da Polícia Federal e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar da Bahia. Na ocasião, foram apreendidos armamentos, incluindo fuzis e submetralhadoras.

A nova prisão ocorre em um cenário no qual a Bahia mantém uma sequência prolongada sem explosões de agências bancárias, modalidade criminosa que durante anos provocou prejuízos financeiros e impactos na segurança de municípios do interior.

Combate aos ataques contra instituições financeiras

A marca de 605 dias sem explosões de bancos é apresentada pela SSP-BA como resultado das estratégias de prevenção e repressão adotadas pelas forças de segurança.

O combate às organizações criminosas especializadas em ataques a instituições financeiras envolve ações de inteligência, investigação e operações integradas entre diferentes órgãos.

A redução desse tipo de ocorrência também contribui para ampliar a sensação de segurança em municípios que possuem agências bancárias como pontos essenciais para o atendimento da população.

Redação Saiba+

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Polícia

Mulher é encontrada morta e enterrada no quintal de boate

Vítima estava desaparecida havia cerca de sete meses; duas mulheres foram presas suspeitas de envolvimento no crime em Mato Grosso do Sul

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Uma mulher de 30 anos, identificada como Izabele Cristine da Silva Santos, foi encontrada morta e enterrada em uma cova no quintal de uma casa que funcionava como boate, em Inocência, no Mato Grosso do Sul.

Segundo informações da Polícia Civil, a vítima teria sido assassinada após um desentendimento com duas mulheres relacionado ao consumo de drogas. O corpo foi localizado durante as investigações sobre o desaparecimento da mulher.

Izabele estava desaparecida desde janeiro, há aproximadamente sete meses, período em que familiares e autoridades buscavam informações sobre seu paradeiro.

As investigações resultaram na prisão de duas suspeitas, de 18 e 25 anos. Uma delas foi localizada em Campo Grande (MS), enquanto a outra foi presa em Cuiabá (MT).

A Polícia Civil continua apurando as circunstâncias do assassinato e a participação de cada uma das suspeitas. A investigação deverá esclarecer a dinâmica do crime e os motivos que levaram à morte da vítima.

Redação Saiba+

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Polícia

Ferro-velho irregular é fechado durante operação em Salvador

Estabelecimento localizado na região da Sete Portas foi alvo de fiscalização da Guarda Civil Municipal durante ação de combate ao furto de cabos e fios

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Um ferro-velho irregular foi fechado na região da Sete Portas, em Salvador, durante uma ação realizada pela Guarda Civil Municipal (GCM) na noite da última quinta-feira (27). O estabelecimento era suspeito de receber materiais de origem ilícita.

A operação contou com o apoio da Diretoria de Prevenção à Violência (DPV) e integra as ações da Operação Sentinela, iniciativa voltada ao enfrentamento de crimes relacionados ao furto de cabos, fios e outros materiais que podem causar prejuízos ao patrimônio público e à população.

Operação busca combater furto de cabos

A Operação Sentinela atua durante a madrugada em diferentes pontos de Salvador, com ações de fiscalização e prevenção direcionadas principalmente a locais onde há registros ou suspeitas relacionadas ao comércio irregular de materiais.

De acordo com as informações da ação, o objetivo é reduzir a circulação de materiais de procedência suspeita e combater a cadeia relacionada ao furto de cabos e fios.

Esse tipo de crime pode provocar impactos significativos na rotina da cidade, principalmente quando envolve estruturas utilizadas no fornecimento de serviços essenciais ou equipamentos pertencentes ao patrimônio público.

Fiscalização reforçada em Salvador

A atuação na Sete Portas faz parte de um conjunto de medidas adotadas pelas forças municipais para ampliar a fiscalização e prevenir danos causados por ações criminosas contra equipamentos e estruturas urbanas.

Além do combate ao comércio irregular, as equipes buscam identificar estabelecimentos que possam estar recebendo materiais sem comprovação de procedência.

A operação também tem caráter preventivo, com o objetivo de dificultar a atuação de grupos envolvidos no furto e na comercialização clandestina de cabos e fios.

A Guarda Civil Municipal deve manter ações de fiscalização em diferentes regiões da capital baiana, especialmente durante horários considerados estratégicos para a prevenção desse tipo de ocorrência.

Redação Saiba+

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Polícia

Operação fecha postos clandestinos em SP

Ação conjunta de órgãos federais e estaduais lacrou seis unidades que funcionavam sem autorização na cidade de São Paulo

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A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) deflagrou nesta sexta-feira (28/8) a Operação Bomba Oculta, voltada ao combate de postos de combustíveis clandestinos que operavam sem autorização na cidade de São Paulo.

Durante a ação, seis postos de combustíveis foram lacrados pelas equipes de fiscalização, em uma ofensiva que reúne diferentes órgãos públicos para combater irregularidades no setor e interromper o funcionamento de estabelecimentos que não atendiam às exigências legais.

A operação busca ampliar a fiscalização sobre a comercialização de combustíveis e identificar estruturas que atuam de forma irregular, além de garantir o cumprimento das normas estabelecidas para o funcionamento desses estabelecimentos.

Ação reúne órgãos públicos

A Operação Bomba Oculta foi realizada de forma integrada por órgãos das esferas federal, estadual e de segurança pública. Participaram da ofensiva a Receita Federal, a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo (Sefaz/SP), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP) e a Polícia Civil.

A atuação conjunta permite cruzar informações fiscais, administrativas e regulatórias para identificar estabelecimentos que apresentam possíveis irregularidades.

Com as interdições, os locais fiscalizados ficam impedidos de continuar as atividades até que sejam avaliadas e, quando cabível, regularizadas as condições necessárias para o funcionamento.

Combate à atuação clandestina

A fiscalização de postos de combustíveis é considerada estratégica devido aos impactos que estabelecimentos irregulares podem provocar na arrecadação, na concorrência do setor e na segurança dos consumidores.

A operação realizada em São Paulo reforça a atuação integrada das instituições públicas no combate a postos clandestinos e à comercialização irregular de combustíveis.

Novas medidas poderão ser adotadas conforme o avanço das análises e dos procedimentos administrativos relacionados aos estabelecimentos fiscalizados.

Redação Saiba+

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