Política
Rui Costa aposta em virada de Lula no 2º turno
Senador eleito pela Bahia avalia que disputa direta com Flávio Bolsonaro deve tornar mais evidente a rejeição dos candidatos

O senador eleito pela Bahia, Rui Costa (PT), afirmou acreditar na virada de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno das eleições presidenciais de 2026. A declaração foi dada na noite de segunda-feira (5), após uma reunião realizada por Lula com aliados em Brasília.
Ao conversar com jornalistas, Rui avaliou que a redução do número de candidatos modifica a dinâmica da disputa e faz com que a rejeição tenha maior peso na decisão dos eleitores.
Segundo o senador eleito, a primeira etapa da eleição oferecia um número maior de opções ao eleitor. Já no segundo turno, a escolha fica concentrada entre Lula e Flávio Bolsonaro, o que, na avaliação de Rui, torna a comparação entre os dois mais direta.
Rui fala sobre decisão do eleitor
Rui Costa afirmou que, diante de apenas duas opções, o eleitor poderá considerar não apenas sua preferência, mas também qual candidato não deseja ver na Presidência da República.
“Uma coisa é você ter dez candidatos a presidente e você oferece um leque para o eleitor. (…) Nesse segundo turno é medir rejeição”, declarou Rui.
Na avaliação do petista, a decisão poderá ocorrer a partir de diferentes sentimentos em relação aos candidatos, incluindo a preferência direta por um nome ou a rejeição ao outro.
Segundo turno concentra escolha presidencial
Rui também destacou que a votação do segundo turno apresenta uma dinâmica diferente da primeira etapa, já que a escolha para presidente fica restrita aos dois candidatos que avançaram na disputa.
O senador eleito observou ainda que, diferentemente do primeiro turno, o eleitor não precisa considerar simultaneamente a escolha de candidatos para outros cargos que já tiveram sua votação encerrada.
A disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro será definida no segundo turno das eleições presidenciais, marcado para 25 de outubro. A declaração de Rui Costa representa uma avaliação política sobre o cenário eleitoral e não altera, por si só, o resultado ou as regras da votação.











