Política
Com mudança da prefeitura, estrutura do Palácio Thomé de Souza pode virar galeria de arte ou ser doada à Ufba; entenda

Com movimentação avançada para a prefeitura de Salvador deixar as instalações do Palácio Thomé de Souza e migrar sua operação para o imóvel que hoje abriga o Palácio da Sé, no Pelourinho, uma nova perspectiva de como aproveitar a atual estrutura surge na Câmara de Vereadores da capital baiana.
Segundo projeto de indicação protocolado no Legislativo soteropolitano, a ideia é aproveitar o aparato — originalmente concebido como provisório e desmontável — que atualmente dá forma ao Thomé de Souza em um parque municipal, convertendo a estrutura em uma galeria de arte.
A proposição surge em meio a possibilidade de a gestão municipal doar o material de aço e vidro que compõe o Palácio para a Universidade Federal da Bahia (Ufba). A informação foi apurada pelo Bahia Notícias ainda no mês de fevereiro, mas não foi confirmada pela instituição de ensino, que alegou ainda não ter ciência da novidade.
No caso do projeto de indicação proposto por André Fraga (PV), o vereador aponta que apesar de ter sido pensada como solução temporária, a estrutura permaneceu na Praça Municipal por questões “políticas e administrativas”.
“Considerando que a arquitetura do Palácio Tomé de Sousa, projetada por João Filgueiras Lima, o ‘Lelé’, se destaca pelo uso inovador de aço e vidro, sua requalificação como galeria de arte preservaria e ressignificaria esse marco da engenharia moderna, dando-lhe um novo uso condizente com sua estrutura leve e desmontável”, diz o edil em parte da justificativa da matéria.
Fraga também menciona que a “incompatibilidade arquitetônica” do Thomé de Souza com o entorno da Praça Municipal já motivou ações judiciais para remoção do aparato, e sua conversão em galeria de arte “representaria uma alternativa culturalmente relevante, respeitando a decisão judicial sem a necessidade de desmonte imediato”.
Ao Bahia Notícias, o parlamentar afirmou que a indicação feita ao prefeito Bruno Reis não deve ficar limitada ao projeto de uma galeria de arte. Ele defende que outra opção para o aproveitamento da estrutura seria implementar um modelo de “biblioteca-parque”, como acontece em cidades como o Rio de Janeiro e até Medellín, na Colômbia.
A TRANSFERÊNCIA DE SEDE DO EXECUTIVO
A reportagem apurou que a saída da prefeitura do Palácio Thomé de Souza deve ocorrer ainda no primeiro semestre de 2025, selando a ida para o Palácio da Sé.
Interlocutores da gestão municipal ouvidos pelo Bahia Notícias indicaram que a ideia era transferir durante o Carnaval. O desejo do prefeito Bruno Reis (União), no entanto, enfrentou obstáculos como o atraso para remoção do acervo existente no novo espaço, que é de responsabilidade da Arquidiocese de São Salvador da Bahia.
Fonte: Bahia Noticias
Política
Zema e Erika Hilton trocam críticas nas redes
Debate sobre trabalho e educação de jovens gera embate político no X

O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) protagonizaram um embate público nas redes sociais na última segunda-feira (4). A troca de acusações ocorreu na plataforma X e rapidamente repercutiu no cenário político nacional.
A discussão teve início após Erika Hilton afirmar que setores da direita defendem que jovens abandonem os estudos para ingressar precocemente no mercado de trabalho, citando a escala 6×1 como exemplo de modelo exaustivo. A declaração gerou reação de Romeu Zema, que contestou a fala e criticou a interpretação apresentada pela parlamentar.
O debate se intensificou com novas publicações de ambos os lados, ampliando a visibilidade do tema e dividindo opiniões entre usuários da rede social. A troca de críticas evidenciou diferenças ideológicas sobre educação, trabalho e políticas públicas voltadas à juventude.
Analistas apontam que episódios como esse reforçam o papel das redes sociais como espaço central para o confronto político, especialmente em temas sensíveis que envolvem direitos trabalhistas e formação educacional.
A repercussão do caso segue nas plataformas digitais, com discussões sobre o impacto das declarações e a importância de políticas que conciliem acesso à educação e inserção responsável no mercado de trabalho.
Política
Jerônimo e Rui reúnem prefeitos em Salvador
Encontro com gestores do Norte da Bahia reforça articulação política para eleições

O governador da Bahia e pré-candidato à reeleição, Jerônimo Rodrigues (PT), participou na noite de segunda-feira (4) de uma reunião estratégica com 14 prefeitos da Região Norte do estado, em Salvador. O encontro ocorreu no Ed. Wall Street Empresarial e contou também com a presença do ex-ministro e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT).
A reunião foi marcada por manifestações de apoio ao trabalho desenvolvido por Jerônimo Rodrigues à frente do governo estadual. Prefeitos presentes destacaram ações administrativas e investimentos regionais como fatores relevantes para a continuidade da gestão.
Além de reforçar a articulação política no interior da Bahia, o encontro também simbolizou a união de lideranças em torno de um projeto eleitoral mais amplo. Durante o diálogo, foi reafirmado o apoio à recondução de Jerônimo ao governo estadual e à candidatura de Rui Costa ao Senado.
O movimento político também incluiu menções à tentativa de reeleição do senador Jaques Wagner (PT) e ao projeto nacional envolvendo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), evidenciando um alinhamento entre lideranças estaduais e federais.
Analistas apontam que encontros como este fortalecem a base política regional e ampliam o diálogo com gestores municipais, considerados peças-chave nas estratégias eleitorais.
Política
Lula articula reunião após crise no STF
Governo avalia próximos passos após rejeição de indicação ao Supremo

A semana política em Brasília começa sob forte expectativa com a possibilidade de uma reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ministros de seu governo para discutir os desdobramentos da crise gerada após a derrota da indicação de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com informações de bastidores, o encontro deve ocorrer logo no início da semana, embora ainda não haja confirmação oficial da data. A reunião é vista como estratégica para alinhar posições e definir os próximos passos do governo diante do cenário adverso.
A rejeição da indicação representou um revés político relevante para o Palácio do Planalto, evidenciando desafios na articulação com setores decisivos e reacendendo debates sobre a relação entre Executivo e Judiciário. O episódio também levanta questionamentos sobre os critérios e o timing das escolhas para cargos de alta relevância institucional.
Nos bastidores, aliados defendem a necessidade de reorganizar a base de apoio e fortalecer o diálogo político, buscando evitar novos desgastes. Já interlocutores do governo avaliam que o momento exige cautela e estratégia para preservar a governabilidade.
A possível reunião ministerial deve abordar não apenas a indicação ao STF, mas também impactos políticos mais amplos e medidas para recompor a articulação no Congresso e em outras esferas de poder.
O cenário reforça a importância de decisões bem calibradas em momentos de tensão institucional, com reflexos diretos na agenda do governo e no andamento de pautas prioritárias.
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