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Política

Prefeita Débora Regis cobra da Embasa rapidez nas obras de Lauro de Freitas 

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A prefeita Débora Regis se reuniu com representantes da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), na tarde desta quinta-feira (13/3), para cobrar celeridade na conclusão de obras de saneamento em andamento no município. Durante o encontro, a gestora reforçou a importância das melhorias no sistema de esgoto para a saúde pública e o bem-estar da população, destacando o rápido crescimento urbano e a necessidade urgente de resolver problemas históricos, como a falta de abastecimento de água e esgotamento sanitário em várias regiões.

A gestora do Executivo questionou diretamente a Embasa sobre o funcionamento atual do sistema de esgoto na cidade, que atualmente, não atende à demanda gerada pelo crescimento populacional nos últimos anos. Débora destacou a dificuldade enfrentada pelos moradores de bairros periféricos, que sofrem com a falta de abastecimento regular de água e esgotamento sanitário de qualidade. A prefeita se mostrou disposta a trabalhar em parceria com a Embasa para garantir que as melhorias ocorram sem mais atrasos. Ela lembrou que, no passado, quando foi vereadora, fez cobranças sobre a situação do saneamento e não obteve respostas.

“Agora é um novo capítulo. A Embasa terá que ser transparente e informar o que está fazendo, como e qual o prazo para a conclusão das obras”, afirmou a prefeita.

A reunião foi promovida pela Secretaria Municipal do Meio Ambiente (SEMMA) e aconteceu na sede da Secretaria Municipal de Segurança, Defesa Civil e Ordem Pública (SSPLF), no Centro de Lauro de Freitas. Brígido Neto, gestor da SEMMA, expressou sua preocupação com o impacto ambiental causado pela falta de tratamento adequado do esgoto e o impacto dos rios locais, que têm sofrido degradação. “A Embasa tem a responsabilidade de implantar um sistema eficiente, conforme estipulado pela concessão pública. Estamos aqui para cobrar a implementação das metas e garantir que o município tenha uma cobertura adequada de saneamento”, destacou Neto.

Durante a reunião, a Embasa apresentou seu plano de ação, detalhando as obras em andamento e os bairros que ainda dependem de captação de recursos para serem atendidos. O objetivo da empresa é ampliar a cobertura de esgotamento sanitário para 70% da cidade até o segundo semestre de 2026, o que representa um avanço significativo em relação aos 38% atuais.

“Esse encontro foi muito produtivo. Precisamos dessa parceria com a gestão, que está aqui em peso, mostrando que a prefeitura está empenhada em resolver os problemas e nos ajudar a avançar”, destacou Gustavo Maior, analista de saneamento da Embasa.

A reunião também serviu para firmar um compromisso entre a Prefeitura de Lauro de Freitas e a Embasa de trabalhar de forma conjunta para garantir que as obras de saneamento sejam concluídas de forma eficaz e dentro dos prazos estipulados, em prol da saúde pública, do meio ambiente e do desenvolvimento sustentável do município.

O vice-prefeito e secretário de Cultura, Lazer, Juventude e Esporte (SECULJE), Mateus Reis; a titular de Infraestrutura e Serviços Públicos, Joselene Cardim; e o gestor de Planejamento, Desenvolvimento Urbano Sustentável e de Ordenamento do Uso do Solo (SEDUR), Paulo Meireles; participaram ativamente do encontro.

Redação Saiba+

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Política

Jaques Wagner critica votação sobre quebra de sigilo de Lulinha na CPMI do INSS

Líder do governo no Senado questiona condução do processo e aponta possível uso político da comissão.

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Wagner garantiu que Lulinha poderá prestar esclarecimentos, desde que haja imparcialidade nas investigações e depoimentos. | Bnews - Divulgação Reprodução

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT‑BA), fez duras críticas à votação que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante a sessão desta quinta-feira (26) da CPMI do INSS. Para o senador, a decisão foi conduzida de forma precipitada e com forte viés político, desviando o foco dos trabalhos da comissão.

Wagner afirmou que a medida representa um uso distorcido da CPMI, que deveria concentrar esforços em investigar irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social, e não em promover disputas de caráter eleitoral ou ataques direcionados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, a oposição tenta transformar a comissão em um palco de desgaste político.

Durante a sessão, parlamentares governistas também questionaram a pertinência da quebra de sigilo, alegando ausência de elementos concretos que justificassem a medida. Para Jaques Wagner, a aprovação ocorreu em um ambiente de tensão e disputa narrativa, o que compromete a credibilidade do processo.

O senador reforçou que o governo continuará atuando para garantir que a CPMI cumpra seu objetivo original e que decisões tomadas sem base técnica sejam contestadas. Ele destacou ainda que a insistência em incluir familiares do presidente nas investigações demonstra uma estratégia de politização das apurações, afastando o debate das questões estruturais do INSS.

A votação reacende discussões sobre os limites de atuação das CPIs e o uso de instrumentos legislativos para fins políticos, tema que deve seguir em destaque nas próximas sessões.

Redação Saiba+

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Política

Governo anuncia que irá recorrer após votação simbólica no Senado

Gleisi Hoffmann critica condução do processo por Carlos Viana e afirma que decisão será contestada oficialmente

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Ministra afirmou que o governo irá recorrer da decisão | Bnews - Divulgação Vinícius Loures

O governo federal confirmou que irá recorrer da decisão tomada em votação simbólica no Senado, conduzida pelo senador Carlos Viana, que anunciou o resultado sem registro nominal dos votos. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, declarou em entrevista ao SBTNews que a medida será contestada por considerar que o procedimento adotado não refletiu a real posição dos parlamentares.

Segundo Gleisi, a condução da sessão levantou dúvidas sobre a legitimidade do processo. Ela afirmou que Viana realizou uma “votação simbólica e tratou de anunciar o resultado”, sem permitir um debate mais amplo ou a verificação individual dos votos. Para o governo, esse tipo de condução compromete a transparência e exige revisão imediata.

A decisão de recorrer, segundo integrantes da base aliada, busca garantir segurança jurídica e assegurar que decisões de impacto nacional sejam tomadas com o devido rigor regimental. A expectativa é que o recurso seja apresentado ainda nesta semana, abrindo espaço para uma reavaliação do caso.

Nos bastidores, a avaliação é de que a oposição tenta acelerar votações sensíveis, enquanto o governo trabalha para reorganizar sua articulação política no Congresso. A crítica de Gleisi reforça a estratégia de pressionar por maior controle e clareza nos procedimentos legislativos.

O episódio reacende o debate sobre transparência nas votações simbólicas, prática comum no Legislativo, mas frequentemente questionada quando envolve temas de grande repercussão.

Redação Saiba+

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Política

Hugo Motta nega disputa por protagonismo com governo Lula

Presidente da Câmara afirma que debate sobre o fim da escala 6×1 não envolve rivalidade política

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Motta enviou PEC para a CCJ e desafiou urgência constitucional proposta pelo Planalto para tratar do fim da escala 6x1 | Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos‑PB), afirmou nesta quinta-feira (26) que não existe qualquer “briga de ego” entre o Legislativo e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao debate sobre o fim da escala 6×1. A declaração ocorre em meio ao avanço das discussões sobre mudanças na jornada de trabalho, tema que mobiliza parlamentares, centrais sindicais e setores empresariais.

Segundo Motta, a Câmara tem atuado de forma institucional e responsável, buscando construir um texto equilibrado e que considere os impactos econômicos e sociais da proposta. Ele destacou que o diálogo com o Executivo permanece aberto e que não há disputa por protagonismo, mas sim a intenção de garantir segurança jurídica e previsibilidade para trabalhadores e empregadores.

O presidente da Câmara também reforçou que o tema exige maturidade política e análise técnica, já que envolve mudanças estruturais nas relações de trabalho. Motta afirmou que o Parlamento seguirá conduzindo o debate com transparência e ouvindo todos os setores envolvidos.

A discussão sobre o fim da escala 6×1 deve continuar nas próximas semanas, com expectativa de novas audiências e articulações entre líderes partidários.

Redação Saiba+

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