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Política

Alan Sanches declara apoio à pré-candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência

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O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) manifestou apoio à pré-candidatura do governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), ao Palácio do Planalto. A declaração ocorreu nesta sexta-feira (4) durante o evento de lançamento da pré-campanha de Caiado, realizado no Centro de Convenções de Salvador, na orla da Boca do Rio.

Sanches destacou a importância da federação entre União Brasil e Progressistas na construção de uma candidatura competitiva contra o presidente Lula em 2026.

“Hoje, o União Brasil só precisa conversar com o União Brasil. A partir do momento em que a gente precisa conversar com os outros, nós temos 59, e a federação vai ter 109. Então, a partir desse momento, a gente vai precisar construir um consenso: pode ser Caiado, pode ser Tarcísio, pode ser Michele”, afirmou o deputado.

Após inicialmente minimizar a viabilidade do nome de Caiado, Alan Sanches reconsiderou sua posição e passou a defender o governador de Goiás como uma opção viável para a disputa presidencial.

“Agora eu acho Caiado um grande nome. Como governador de Goiás, ele resolveu o problema da segurança pública. A gente tem um caminho enorme, mesmo sabendo que o presidente Lula (PT) tem hoje um governo mal avaliado e que está devendo muito, principalmente na economia”, ressaltou.

Com a mudança de postura, Sanches se alinha ao grupo político que busca fortalecer uma candidatura de centro-direita para enfrentar o atual governo nas próximas eleições presidenciais.

Redação Saiba+

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Política

Marcelino Galo defende Jerônimo após polêmica no 2 de Julho

Ex-deputado afirma que episódio durante cortejo foi provocado por adversária política e critica tentativa de transformar situação em agressão

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O ex-deputado estadual Marcelino Galo (PT) saiu em defesa do governador Jerônimo Rodrigues após a repercussão de um episódio ocorrido durante o tradicional cortejo do 2 de Julho, em Salvador. Segundo o petista, a situação foi resultado de uma provocação política e não pode ser interpretada como um ato de agressão por parte do chefe do Executivo baiano.

Durante declaração à imprensa, Marcelino Galo afirmou que houve uma tentativa de distorcer os fatos para gerar desgaste político ao governador. De acordo com ele, a abordagem feita durante o evento foi planejada com o objetivo de provocar uma reação e, posteriormente, explorar o episódio no debate político.

“Ela abordou o governador, criou a provocação e depois tentaram vender a cena como se Jerônimo tivesse agredido alguém. Isso é método de quem não faz debate político limpo”, declarou o ex-parlamentar ao comentar a repercussão do caso.

Galo também afirmou que Cristiele Santos não participou do cortejo apenas como cidadã, mas na condição de adversária política do governo estadual. Segundo o ex-deputado, ela disputou uma eleição para vereadora pelo antigo Democratas, legenda que posteriormente integrou o União Brasil após fusão com o PSL.

Ainda conforme Marcelino Galo, Cristiele mantém ligação política com o ex-prefeito de Camaçari, Elinaldo Araújo, aliado do ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Para o petista, esse contexto reforça a natureza política da abordagem realizada durante as comemorações da Independência da Bahia.

A declaração amplia o debate em torno do episódio registrado no cortejo do 2 de Julho, que reuniu autoridades, lideranças políticas e milhares de pessoas nas ruas de Salvador. O caso segue repercutindo entre representantes de diferentes grupos políticos, enquanto manifestações sobre o ocorrido continuam movimentando o cenário estadual.

Redação Saiba+

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Política

Lula pede campanha sem ataques no Ceará

Presidente orienta Elmano de Freitas a manter o nível do debate eleitoral durante disputa pela reeleição ao governo estadual

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Durante agenda oficial no Ceará, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez um apelo público ao governador Elmano de Freitas (PT) para que conduza a campanha à reeleição com foco em propostas e sem recorrer a ataques pessoais. A declaração foi feita em meio às articulações políticas para as eleições e ganhou repercussão no cenário nacional.

Em seu discurso, Lula afirmou que Elmano não deve fazer “jogo rasteiro” nem “abaixar o nível” durante a disputa eleitoral, reforçando a importância de preservar um ambiente de respeito e diálogo ao longo da campanha.

O governador cearense deve enfrentar nas urnas o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), que se uniu ao PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, em uma aliança política voltada à disputa pelo comando do Palácio da Abolição, sede do governo estadual.

A fala de Lula ocorre em um momento de intensificação das articulações eleitorais, com partidos consolidando alianças e definindo estratégias para a corrida ao governo do Ceará. O presidente destacou que o debate político deve priorizar projetos e ideias voltadas ao desenvolvimento do estado, evitando confrontos que possam elevar o tom da campanha.

A disputa pelo governo cearense é considerada uma das mais relevantes do cenário político nacional, reunindo lideranças de diferentes grupos e ampliando a expectativa em torno do processo eleitoral. A orientação de Lula busca reforçar a defesa de uma campanha pautada pelo respeito entre os candidatos, em meio ao aumento da movimentação política no estado.

Com o avanço do calendário eleitoral, a tendência é que os principais grupos políticos intensifiquem suas agendas e apresentem propostas para conquistar o eleitorado cearense, mantendo o Ceará como um dos estados de maior atenção nas eleições.

Redação Saiba+

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Política

PEC do fim da escala 6×1 deve ficar para depois de agosto

Tramitação no Senado avança lentamente e aliados do governo admitem que proposta só deverá ser votada após o recesso legislativo

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho no modelo 6×1 e propõe novas regras para a organização da carga horária dos trabalhadores brasileiros deverá ter sua votação adiada para depois do mês de agosto. A avaliação é de aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que reconhecem a dificuldade de concluir a análise da matéria antes do recesso parlamentar.

Segundo interlocutores do governo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tem demonstrado sinais considerados dúbios sobre a condução do debate da proposta, o que contribui para a expectativa de que a tramitação permaneça sem definição nas próximas semanas.

A previsão representa uma mudança em relação às expectativas iniciais do Palácio do Planalto, que esperava ver o tema avançar antes do início do recesso legislativo, marcado para 18 de julho. Com o novo cenário, a discussão deverá ser retomada somente após o retorno das atividades no Congresso Nacional.

A PEC é considerada estratégica por aliados do governo federal, que enxergam na proposta um tema de grande repercussão junto à população. A expectativa é que a discussão sobre mudanças na jornada de trabalho possa ganhar destaque no cenário político e nas futuras agendas legislativas.

O texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 27 de maio e, desde então, aguarda andamento no Senado Federal. Até o momento, a proposta ainda não avançou para novas etapas de tramitação na Casa.

Caso seja analisada pelos senadores, a PEC seguirá os procedimentos previstos para alterações constitucionais, incluindo debates, votações e quórum qualificado para eventual aprovação. Enquanto isso, trabalhadores, empregadores e representantes de diferentes setores acompanham os desdobramentos da proposta, que pode provocar mudanças significativas nas relações de trabalho no país.

Redação Saiba+

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