Política
Líder do PL rejeita proposta alternativa ao PL da Anistia para o 8 de Janeiro

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), declarou nesta semana que não apoia a criação de um projeto de lei que reduza penas de condenados por envolvimento nos atos de 8 de Janeiro como alternativa ao chamado “PL da Anistia”. A proposta alternativa está sendo discutida nos bastidores do Congresso Nacional como uma possível saída diante da resistência à anistia plena.
A sugestão em debate prevê a criação de uma legislação específica que reduza entre um terço e um sexto das penas impostas a réus com participação secundária nos ataques às sedes dos Três Poderes, diferenciando-os de financiadores, líderes e organizadores dos atos.
Sóstenes se posicionou contra a proposta, classificando a negociação entre o Congresso Nacional e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) como “anti-republicana”.
“São dois poderes independentes. Não é normal ver o STF querendo legislar e conversando com normalidade com membros do Congresso”, afirmou.
O deputado também contestou a ideia de hierarquização das responsabilidades no episódio.
“Não houve mandantes, nem financiadores”, declarou, ao justificar sua oposição à diferenciação entre líderes e participantes de menor envolvimento.
A estratégia do PL, segundo Sóstenes, segue focada em pressionar o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), para que leve o PL da Anistia à votação em plenário. O requerimento de urgência para o projeto foi protocolado na segunda-feira (14) com o apoio de 262 deputados, número suficiente para garantir que o pedido não possa ser retirado de pauta por manobras regimentais.
De acordo com o Placar da Anistia do jornal, 207 deputados já se declararam favoráveis ao texto. São 127 contrários, 101 que preferiram não responder e 78 que ainda não retornaram os contatos da reportagem.
Após o feriado da Semana Santa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve se reunir com Hugo Motta e líderes partidários da Câmara para tratar do tema. Segundo parlamentares que acompanharam Lula em viagem recente à Ásia, o governo articula encontros com dirigentes de partidos e bancadas para tentar influenciar os rumos da proposta.
Enquanto isso, o PL reforça sua articulação para garantir que a anistia plena seja votada, mesmo com eventuais alterações posteriores no texto, que dependerão da escolha de um relator pelo presidente da Casa.
Política
Otto rejeita suplência e descarta cargo no governo Lula
Senador reafirma protagonismo do PSD na Bahia e nega articulação para integrar gestão federal

O senador Otto Alencar (PSD), presidente da legenda na Bahia, reagiu às especulações sobre a possibilidade de seu partido indicar um nome para a suplência nas chapas ao Senado encabeçadas pelos pré-candidatos Jaques Wagner e Rui Costa, ambos do PT. Durante agenda oficial do governador Jerônimo Rodrigues nesta sexta-feira (27), o parlamentar foi direto ao descartar a hipótese de o PSD ocupar posição de suplente na disputa.
Segundo Otto, o partido mantém uma estratégia própria no cenário político baiano e não trabalha, neste momento, com a perspectiva de assumir papel secundário nas composições eleitorais. A declaração reforça o posicionamento de independência da sigla, que busca preservar protagonismo nas articulações para as eleições.
Além disso, o senador também negou qualquer संभावना de integrar a administração federal, ao afirmar que não pretende assumir cargo no governo do presidente Lula. A fala ocorre em meio a especulações sobre possíveis convites para que lideranças do PSD ocupem espaços estratégicos na gestão nacional.
A movimentação política evidencia o cenário de intensas negociações na Bahia, onde partidos da base aliada buscam alinhar interesses e definir estratégias para a disputa ao Senado. A eventual formação de chapas com nomes como Wagner e Rui Costa tem gerado debates sobre composição, alianças e distribuição de espaços entre as legendas.
Com a rejeição à suplência e o afastamento de um possível cargo federal, Otto Alencar sinaliza que o PSD pretende atuar com autonomia nas decisões políticas, mantendo influência tanto no âmbito estadual quanto nacional. O posicionamento pode impactar diretamente as negociações futuras e o desenho das alianças para o pleito.
Política
Nísia Trindade deve disputar vaga na Câmara pelo RJ
Ex-ministra da Saúde do governo Lula se prepara para entrar na corrida eleitoral deste ano

A ex-ministra da Saúde do governo Lula, Nísia Trindade, deve disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo Rio de Janeiro nas eleições deste ano. A informação, divulgada pela imprensa nacional, movimenta o cenário político fluminense e reforça a tendência de nomes técnicos migrarem para a arena eleitoral.
Nísia ganhou projeção nacional durante sua gestão à frente do Ministério da Saúde, período marcado por desafios na área sanitária e pela condução de políticas públicas estratégicas. Agora, sua possível candidatura indica uma transição da atuação técnica para o campo político, com foco na representação parlamentar.
Nos bastidores, a expectativa é de que a ex-ministra leve para a campanha pautas relacionadas à saúde pública, fortalecimento do SUS e gestão eficiente de políticas sociais, temas que marcaram sua trajetória no governo federal. A entrada na disputa também pode atrair o eleitorado que valoriza perfis com experiência administrativa e conhecimento técnico.
Caso confirmada, a candidatura de Nísia Trindade deve influenciar a dinâmica eleitoral no Rio de Janeiro, ampliando a competitividade por vagas na Câmara dos Deputados. Analistas avaliam que sua participação pode fortalecer o debate sobre políticas públicas e gestão na área da saúde.
A movimentação ocorre em um momento estratégico do calendário eleitoral, quando partidos intensificam articulações e definem seus quadros para as eleições. A presença de nomes com histórico no Executivo federal tende a elevar o nível da disputa e ampliar o interesse do eleitorado.
Política
ALBA concede Comenda 2 de Julho a Leonardo Góes
Diretor da ANA e ex-presidente da Embasa é homenageado em sessão solene com presença de autoridades

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) concedeu, na tarde desta quinta-feira (26), a Comenda 2 de Julho ao diretor-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), Leonardo Góes Silva, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição ao setor de saneamento e gestão de recursos hídricos.
A honraria, uma das mais importantes do Legislativo baiano, foi proposta pela presidente da Casa, Ivana Bastos (PSD), e entregue durante sessão especial marcada pela presença de diversas autoridades políticas e institucionais. Entre os convidados, destacou-se a participação do vice-governador Geraldo Júnior, que integrou a mesa do ato solene.
Durante a cerimônia, parlamentares e lideranças ressaltaram o papel de Leonardo Góes na modernização da gestão hídrica e no fortalecimento de políticas públicas voltadas ao saneamento básico. Sua atuação à frente da ANA e, anteriormente, da Embasa, foi destacada como decisiva para avanços estruturais no setor, com impactos diretos na qualidade de vida da população.
A homenagem também simboliza o reconhecimento institucional ao trabalho técnico e à articulação administrativa desenvolvida ao longo de sua carreira. A Comenda 2 de Julho é concedida a personalidades que prestam relevantes serviços à Bahia, consolidando-se como uma das principais distinções do estado.
Em seu discurso, Leonardo Góes agradeceu a honraria e reforçou o compromisso com a continuidade de projetos que ampliem o acesso à água e ao saneamento, destacando a importância da integração entre estados e União para o desenvolvimento sustentável.
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