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Morre Preston Ordone, o “OK Baby” do TikTok

Preston Ordone, de apenas 2 anos, faleceu em um trágico acidente de carro nos EUA; seus pais seguem hospitalizados em estado grave.

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O pequeno Preston Ordone, de apenas 2 anos, que ficou famoso nas redes sociais como o garotinho “OK Baby” no TikTok, faleceu na última quinta-feira (24) após um grave acidente de carro na Louisiana, Estados Unidos. A tragédia abalou fãs em todo o mundo que se encantaram com seus vídeos fofos e espontâneos.

A notícia foi confirmada por pessoas próximas da família através da conta oficial da mãe de Preston, Katelynn Ordone, no TikTok. Em um vídeo emocionado, familiares explicaram que a caminhonete da família saiu da pista em uma rodovia e colidiu contra uma árvore. Apesar de todos os esforços médicos, Preston não resistiu aos ferimentos.

Katelynn e Jaelan Ordone com os filhos, Preston e Paisley — Foto: Reprodução/Instagram


“Katelynn, Jaelan e Preston se envolveram em um acidente. Paisley, a filha mais velha do casal, estava na escola no momento e não estava no veículo”, explicou a postagem. A família informou que Katelynn sofreu várias fraturas e uma forte concussão, enquanto Jaelan precisou passar por uma cirurgia de emergência em uma das pernas. Ambos permanecem internados em hospitais diferentes.

Preston conquistou mais de 353 mil seguidores no TikTok e era seguido por mais de 160 mil pessoas no Instagram. Seu carisma natural e a inocência cativante se tornaram virais, espalhando alegria e sorrisos a milhões de internautas.

A família iniciou uma campanha de arrecadação online para ajudar com as despesas médicas e os custos do funeral. “Preston tocou a vida de muitas pessoas. Sabemos que agora ele está no céu, provavelmente pulando e dançando como gostava de fazer aqui”, disseram os parentes no comunicado.

@kate_ordone

This is the hardest post we could possibly make, finding words is still so hard.. We hope that you can help our family in any way possible in this hard time. It still feels so unreal… All your prayers, love and support is needed and appreciated. Thank you. #OkayBabyForever

♬ original sound – Katelynn Ordone

O falecimento do pequeno Preston Ordone deixa um vazio imenso entre familiares, amigos e admiradores que diariamente acompanhavam sua felicidade contagiante nas redes sociais.

Redação Saiba+

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Parlamento Europeu congela acordo comercial entre União Europeia e Estados Unidos

Decisão é anunciada após tensão diplomática envolvendo ameaça de anexação da Groenlândia

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O Parlamento Europeu congelou o acordo comercial firmado entre a União Europeia e os Estados Unidos | Bnews - Divulgação Reprodução

O Parlamento Europeu decidiu congelar o acordo comercial firmado entre a União Europeia e os Estados Unidos, medida anunciada nesta terça-feira (20) por Iratxe García Pérez, presidente do Grupo da Aliança Progressista dos Socialistas e Democratas (S&D), a segunda maior bancada da Casa.

Segundo García Pérez, a suspensão do acordo firmado no ano passado ocorre como retaliação às recentes declarações do presidente Donald Trump, que manifestou interesse em anexar a Groenlândia aos EUA. O território, embora autônomo, mantém vínculo histórico e administrativo com a Dinamarca, país-membro da União Europeia.

A decisão do Parlamento Europeu foi recebida como um sinal de endurecimento nas relações diplomáticas entre os blocos, que já vinham enfrentando divergências comerciais e políticas. Para parlamentares europeus, a ameaça de anexação representa uma violação inaceitável da soberania de um território ligado a um Estado europeu, justificando a interrupção imediata das negociações.

O congelamento do acordo deve impactar setores estratégicos, especialmente comércio, investimentos e cooperação regulatória. A expectativa é de que novas discussões ocorram nas próximas semanas, enquanto a União Europeia aguarda uma posição oficial do governo norte-americano sobre o episódio.

Redação Saiba+

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EUA ampliam lista de países convidados para integrar o “Conselho da Paz”

Iniciativa liderada por Washington inclui novos chefes de Estado para atuar na transição política e reconstrução da Faixa de Gaza

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Até o momento, o governo Lula ainda não apresentou resposta oficial | Bnews - Divulgação Wikipedia

O governo dos Estados Unidos anunciou a ampliação da lista de países convidados a integrar o “Conselho da Paz”, mecanismo criado por Washington com o objetivo de liderar a transição política, garantir a segurança e coordenar a reconstrução da Faixa de Gaza. A iniciativa busca fortalecer a cooperação internacional diante do cenário de instabilidade na região.

Segundo informações divulgadas, o presidente dos EUA, Donald Trump, decidiu incluir novos líderes globais no grupo, ampliando o alcance diplomático da proposta. Entre os nomes convidados estão o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente Javier Milei (Argentina), o presidente Recep Tayyip Erdogan (Turquia), o presidente Abdel Fattah al-Sisi (Egito) e o primeiro-ministro Mark Carney (Canadá).

A expansão do Conselho reflete o interesse norte-americano em envolver diferentes perspectivas políticas e regionais no processo de reconstrução de Gaza, especialmente em um momento em que a comunidade internacional discute caminhos para estabilizar a área e promover ações humanitárias.

A participação dos novos países ainda depende de confirmações formais, mas a iniciativa já repercute no cenário diplomático global, abrindo espaço para debates sobre governança, segurança e cooperação multilateral no Oriente Médio.

Redação Saiba+

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Brasil quer falar sobre Venezuela no Conselho de Segurança da ONU, citando soberania e direito

Governo prepara manifestação firme em defesa do direito internacional, sem citar diretamente Maduro ou Donald Trump

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No domingo, 4, o Itamaraty divulgou uma nota com o posicionamento conjunto dos governos do Brasil, México, Chile, Colômbia, Uruguai e Espanha sobre a situação da Venezuela Foto: GIORGIO VIERA

O governo brasileiro deve solicitar a palavra na sessão extraordinária do Conselho de Segurança da ONU, marcada para esta segunda‑feira (5), para tratar da captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e de sua esposa, Cilia Flores, durante operação conduzida pelos Estados Unidos em Caracas na madrugada de sábado (3). Embora não ocupe assento permanente no colegiado, o Brasil pretende se manifestar com base nas regras que permitem intervenções de países não membros.

A fala brasileira deve seguir a linha adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que divulgou nota conjunta com Espanha e países latino‑americanos condenando violações ao direito internacional. O discurso, segundo fontes diplomáticas, será forte e crítico, mas sem mencionar nominalmente nem o ditador venezuelano nem o presidente dos EUA, Donald Trump — estratégia já adotada em posicionamentos anteriores.

A orientação do Itamaraty é reforçar a defesa da soberania dos Estados, do multilateralismo e da necessidade de respeito às normas internacionais, independentemente de quem esteja envolvido no conflito. O Brasil pretende destacar que ações militares unilaterais representam riscos para a estabilidade regional e criam precedentes perigosos para a comunidade internacional.

A crise desencadeada pela captura de Maduro reacendeu tensões diplomáticas e mobilizou governos latino‑americanos, que buscam evitar uma escalada de confrontos e defender soluções pacíficas. A participação brasileira no Conselho de Segurança reforça o esforço do país em se posicionar como voz ativa na defesa do diálogo e da legalidade internacional.

Redação Saiba+

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