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Polícia

Tiroteio em Patamares deixa policial ferido e suspeito morto na frente do Atakarejo

Confronto aconteceu após tentativa de assalto na manhã desta sexta-feira (9); PM foi socorrido em estado grave

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Foto: Reprodução

Clientes do supermercado Atakarejo, no bairro de Patamares, em Salvador, viveram momentos de pânico na manhã desta sexta-feira (9), por volta das 8h, durante um intenso tiroteio envolvendo criminosos e a Polícia Militar da Bahia. A troca de tiros aconteceu após uma tentativa de arrastão nas imediações do estabelecimento.

Segundo informações, dois homens armados estavam praticando assaltos quando foram surpreendidos por uma patrulha de policiais militares que realizavam ronda de bicicleta. Ao perceberem a ação criminosa, os agentes intervieram, dando início a um confronto violento.

Reprodução

Durante o tiroteio, o cabo David Noto foi baleado no abdômen e no pé, sendo ainda atingido por estilhaços na cabeça. O policial foi socorrido por colegas e levado ao Hospital Geral Roberto Santos, onde permanece internado. Até o momento, o estado de saúde dele não foi divulgado oficialmente.

Um dos assaltantes foi atingido pelos disparos e morreu no local. O segundo criminoso conseguiu fugir após fazer uma funcionária da farmácia Drogasil como refém. A polícia segue em diligência para localizá-lo.

Vídeos gravados por clientes mostram o momento de tensão dentro do supermercado. Pessoas se abaixam entre as prateleiras tentando se proteger dos disparos. “Foram dezenas de tiros. A gente se jogou no chão do estabelecimento. Foi bem na frente mesmo. Um terror”, relatou uma testemunha.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil da Bahia.

Redação Saiba+

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Polícia

Tenente-coronel acusado de feminicídio reclama de prisão

Geraldo Leite Rosa Neto afirmou durante interrogatório que se sente um “escravo” e relatou dificuldades com a rotina no Presídio Militar Romão Gomes

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O tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, réu pelo feminicídio da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, afirmou durante interrogatório que está se sentindo um “escravo” dentro da prisão. O policial está detido no Presídio Militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo, desde 18 de março.

O depoimento foi prestado à Corregedoria da Polícia Militar em 2 de abril, durante um Inquérito Policial Militar (IPM) instaurado para apurar o caso. Segundo as informações divulgadas, Rosa Neto decidiu prestar esclarecimentos mesmo após ser informado de que tinha o direito de permanecer em silêncio.

Durante o interrogatório, o tenente-coronel concentrou parte das reclamações na rotina dentro da unidade prisional. Ele relatou que precisa solicitar autorização ao policial mais antigo da cela, que, segundo seu relato, é um soldado, para entrar no espaço.

O acusado também afirmou que realiza diferentes tarefas no presídio, entre elas lavar banheiros e corredores, fazer limpeza, buscar refeições e lavar louças. Para Rosa Neto, as regras internas da unidade e aquelas seguidas pelos próprios detentos seriam diferentes.

“Eu sou um escravo aqui dentro”, afirmou o tenente-coronel durante o depoimento, ao relatar sua situação no Presídio Militar Romão Gomes.

Acusado nega feminicídio

Geraldo Rosa Neto é réu pela morte de Gisele Alves Santana, de 32 anos, que foi baleada na cabeça em fevereiro. Além da acusação de feminicídio, o policial também responde por fraude processual.

O tenente-coronel nega ter cometido os crimes. Em sua versão, Gisele teria tirado a própria vida, alegação que contraria a acusação apresentada contra ele no processo.

O caso segue sendo investigado e analisado pelas autoridades responsáveis. O depoimento prestado à Corregedoria faz parte do procedimento que apura as circunstâncias relacionadas à morte da soldado e à conduta do policial.

A prisão de Geraldo Rosa Neto ocorre desde março, enquanto ele responde às acusações. A defesa sustenta a versão apresentada pelo acusado, que nega o feminicídio, enquanto o processo segue seu andamento na Justiça.

Além da investigação sobre a morte de Gisele, o relato feito durante o interrogatório também colocou em evidência as condições e regras enfrentadas pelo tenente-coronel dentro do presídio militar.

Redação Saiba+

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Polícia

Protesto é registrado após morte de suspeito na Gamboa

Homem identificado como Tunai morreu após ser baleado durante confronto com policiais militares; moradores protestaram na região

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Moradores do bairro da Gamboa, em Salvador, realizaram um protesto na tarde desta quinta-feira (10), após a morte de um homem durante uma troca de tiros com policiais militares. A ocorrência provocou movimentação na região e mobilizou moradores após o confronto.

Segundo informações preliminares, o homem morto foi identificado pelo prenome de Tunai e seria suspeito de integrar a facção criminosa Comando Vermelho. A informação sobre a suposta ligação com o grupo ainda é tratada como preliminar.

O confronto aconteceu na região da Gamboa e também teve movimentação registrada nas proximidades do bairro da Vitória, onde imagens mostram a atuação de policiais em um píer de um prédio de alto padrão.

Suspeito foi socorrido após troca de tiros

De acordo com as informações iniciais sobre a ocorrência, Tunai foi encontrado ferido após o tiroteio. O homem chegou a receber atendimento e foi encaminhado para o Hospital Geral do Estado (HGE), em Salvador.

Apesar do socorro médico, ele não resistiu aos ferimentos e morreu. As circunstâncias que levaram ao confronto ainda deverão ser esclarecidas pelas autoridades responsáveis pela ocorrência.

Após a confirmação da morte, moradores da Gamboa foram às ruas para protestar. A manifestação ocorreu ainda durante a tarde desta quinta-feira, alterando a rotina da região.

Imagens registradas no local mostram a presença de policiais durante a ocorrência e a movimentação provocada pelo confronto. O caso gerou repercussão entre moradores do bairro e nas redes sociais.

Circunstâncias do caso serão apuradas

Até o momento, as informações sobre a dinâmica da troca de tiros são preliminares. Ainda não foram esclarecidos todos os detalhes sobre o confronto, a atuação dos envolvidos e as circunstâncias que resultaram na morte do suspeito.

A manifestação realizada por moradores também deverá ser contextualizada a partir das informações oficiais sobre o caso. O protesto aconteceu após a morte de Tunai e marcou a reação de parte da comunidade à ocorrência policial.

O episódio volta a colocar a Gamboa entre as regiões de Salvador que registraram ocorrências envolvendo confrontos entre policiais e suspeitos. Novas informações poderão esclarecer a dinâmica da ação e os motivos que levaram à troca de tiros.

Redação Saiba+

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Polícia

PF deflagra operação contra suspeito de abuso sexual no Litoral Norte da Bahia

Investigado é suspeito de sedar uma mulher, registrar os abusos e compartilhar as imagens em uma rede internacional de violência sexual

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A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (10) a Operação Pilocot, no Litoral Norte da Bahia, para investigar um homem suspeito de dopar uma mulher com o objetivo de praticar atos sexuais contra ela e posteriormente compartilhar imagens do abuso na internet.

Segundo a PF, o investigado teria sedado a vítima e registrado os atos sexuais, produzindo imagens que teriam sido posteriormente divulgadas em uma rede voltada à disseminação de conteúdos relacionados à violência sexual.

A investigação começou no primeiro semestre deste ano, após a Polícia Criminal Federal da Alemanha (BKA) identificar imagens associadas a uma rede internacional que compartilhava registros de mulheres sedadas e posteriormente submetidas a abusos sexuais.

Investigação teve origem na Alemanha

Após identificar o material, as autoridades alemãs comunicaram o caso à Polícia Federal brasileira, que passou a analisar as informações recebidas e buscar a identificação do responsável pelas condutas investigadas.

A partir do material encaminhado, os investigadores brasileiros conseguiram chegar ao homem que seria responsável pelos atos sob apuração. Com os elementos reunidos durante a investigação, a PF solicitou à Justiça a autorização para realizar as medidas necessárias.

A operação desta quinta-feira tem como objetivo localizar celulares, computadores, documentos e outros materiais que possam contribuir para o esclarecimento dos fatos e para o avanço da investigação.

PF apura possível ligação com rede internacional

A atuação conjunta entre autoridades brasileiras e alemãs demonstra o caráter internacional da investigação, que envolve a circulação de imagens de violência sexual pela internet.

Os materiais eventualmente apreendidos durante a Operação Pilocot deverão passar por análise dos investigadores. O conteúdo poderá ajudar a esclarecer a dinâmica dos crimes investigados, a origem dos registros e eventual participação ou conexão com outras pessoas.

A Polícia Federal continua apurando as circunstâncias do caso e os elementos relacionados ao suspeito. As investigações buscam reunir provas e esclarecer todas as circunstâncias envolvendo a vítima e a divulgação das imagens na internet.

Redação Saiba+

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