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Política

Jerônimo ironiza ACM Neto e chama ex-prefeito de “vaqueiro de playground”

Em podcast oficial, governador faz provocação velada após participação de Neto em vaquejada no interior da Bahia

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Durante a transmissão do podcast institucional “Fala, Jero!”, nesta segunda-feira (2), o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), aproveitou um momento descontraído para alfinetar o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), com quem disputou o segundo turno das eleições estaduais em 2022.

Ao receber um chapéu de vaqueiro de presente durante o programa, Jerônimo aproveitou a oportunidade para disparar:
“Teve gente que usou um chapéu desse essa semana sem ser vaqueiro. Quis ser vaqueiro de playground. Não cola não, irmão. Pra ser vaqueiro, tem que ser de verdade.”

Embora não tenha citado diretamente o nome do adversário, a fala foi claramente direcionada à presença recente de ACM Neto na 35ª edição da Missa do Vaqueiro e Vaquejada de Lagoa Real, realizada no último domingo (1º). Nas redes sociais, Neto compartilhou imagens usando chapéu e colete de couro, típicos do sertão, durante visita ao município do Sertão Produtivo.
“Que coisa boa encontrar tantos amigos, sentir de perto o carinho das pessoas e celebrar as nossas raízes”, escreveu Neto em uma postagem, agradecendo ao prefeito Bida Duca pela recepção calorosa.

Reprodução

Além da troca de farpas simbólica, a visita de ACM Neto ao interior teve tom de crítica ao governo estadual, especialmente em relação à saúde pública.
“Eu lamento que o Estado não tenha essa sensibilidade com a vida das pessoas. Os problemas mais sérios do interior da Bahia estão na espera de pacientes com câncer para conseguir tratamento”, disse o ex-prefeito, referindo-se à crise na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) de Caetité.

A tensão política entre os dois líderes evidencia que, mesmo após as eleições de 2022, o embate entre Jerônimo e ACM Neto segue ativo, especialmente em terrenos simbólicos como o interior baiano, onde ambos disputam narrativas de identidade e presença popular.

Redação Saiba+

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Política

Jerônimo Rodrigues nega rumores sobre desistência de pré‑candidatura na Bahia

Governador reafirma posição após especulações envolvendo possível substituição por Rui Costa na disputa pelo Palácio de Ondina

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Governador destaca que sua única disputa é pelas vagas ao Senado | Bnews - Divulgação Vinícius Dias

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) reagiu às especulações que circularam nos últimos dias sobre uma possível desistência de sua pré‑candidatura ao governo da Bahia nas eleições deste ano. Os rumores apontavam que ele abriria espaço para que o ministro da Casa Civil, Rui Costa, assumisse a disputa pelo Palácio de Ondina, cenário que ganhou força nos bastidores políticos.

Jerônimo, no entanto, tratou de desmentir a informação, reafirmando seu compromisso com o projeto político que vem conduzindo desde o início de sua gestão. Segundo ele, não há qualquer movimento interno que indique substituição ou mudança na estratégia eleitoral da base governista.

A reação do governador ocorre em meio a um ambiente de intensa movimentação política, no qual interpretações e análises sobre alianças e composições costumam gerar ruídos. A fala de Jerônimo busca estabilizar o cenário e reforçar que sua pré‑candidatura segue mantida, alinhada ao planejamento do grupo político que governa o estado.

A menção ao nome de Rui Costa, que já confirmou sua intenção de disputar uma vaga no Senado, também foi vista como parte das especulações que surgem naturalmente em períodos pré‑eleitorais. Com a manifestação pública do governador, a tendência é que a base aliada concentre esforços na organização da campanha e na consolidação das chapas majoritária e proporcional.

A declaração de Jerônimo Rodrigues contribui para reduzir tensões internas e reafirma a continuidade do projeto político que vem sendo defendido pelo grupo desde 2007, mantendo o foco na disputa estadual deste ano.

Redação Saiba+

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Polícia

Morre o deputado estadual Alan Sanches aos 58 anos

Parlamentar do União Brasil sofreu um infarto fulminante neste sábado (14) e não resistiu após atendimento do Samu

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O deputado estadual Alan Sanches faleceu neste sábado (14) após um infarto fulminante, deixando um legado na política baiana. | Bnews - Divulgação BNews

O deputado estadual Alan Sanches (União Brasil) faleceu na manhã deste sábado (14), aos 58 anos, após sofrer um infarto fulminante. A informação foi confirmada por pessoas próximas ao parlamentar e por equipes de emergência que atuaram no socorro.

Segundo apurações, Sanches passou mal repentinamente e recebeu atendimento imediato de uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Apesar dos esforços da equipe médica, o deputado não resistiu.

Alan Sanches era uma figura de destaque na política baiana, com trajetória marcada por atuação ativa na Assembleia Legislativa da Bahia. Sua morte repentina causa grande comoção entre colegas, apoiadores e lideranças políticas do estado.

A notícia do falecimento mobilizou autoridades e gerou manifestações de pesar em diversos setores. O parlamentar deixa um legado de trabalho público e participação ativa em debates relevantes para a Bahia.

Redação Saiba+

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Política

PF determina que Eduardo Bolsonaro volte ao cargo de escrivão após ter mandato cassado na Câmara

Decisão ocorre após cassação do mandato parlamentar e publicação de ato no Diário Oficial da União

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O ex-deputado federal, Eduardo Bolsonaro Foto: Geraldo Magela

A Polícia Federal (PF) determinou que Eduardo Bolsonaro retorne ao cargo de escrivão, função que ocupava antes de sua eleição para a Câmara dos Deputados. A decisão foi oficializada nesta sexta‑feira (2), por meio de publicação no Diário Oficial da União, assinada pelo diretor de gestão de pessoas substituto, Licínio Nunes de Moraes Netto.

Segundo o ato administrativo, a PF declarou o fim do afastamento do ex‑parlamentar, uma vez que seu mandato de deputado federal foi cassado em 18 de dezembro. Com a perda do mandato, a licença concedida para o exercício da atividade política deixa de ter validade, obrigando o retorno imediato às funções na corporação.

A medida encerra o período em que Eduardo Bolsonaro esteve afastado do quadro funcional da PF e marca sua reintegração ao serviço público federal. A corporação ainda não detalhou em qual unidade o escrivão deverá atuar, mas o procedimento segue o trâmite padrão aplicado a servidores que retornam após afastamentos prolongados.

O caso segue repercutindo no cenário político e jurídico, especialmente por envolver um nome de grande projeção nacional e por ocorrer em meio a debates sobre responsabilidades e consequências administrativas após a cassação de mandatos eletivos.

Redação Saiba+

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