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“Safari humano” em Sarajevo: turistas teriam pago para atirar em civis durante a guerra da Bósnia

Investigações revelam que estrangeiros participaram de assassinatos por diversão no cerco a Sarajevo, em um dos episódios mais brutais dos anos 1990

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Prédios de Sarajevo ainda tem marcas de tiros da época da Guerra da Bósnia. Foto: Patrik Dietrich/Adobe Stock

Uma investigação internacional trouxe à tona um dos relatos mais perturbadores da guerra da Bósnia (1992–1996). Autoridades apuram a denúncia de que turistas estrangeiros pagavam para atirar em civis desarmados durante o cerco a Sarajevo, transformando o conflito em um verdadeiro “safari humano”.

De acordo com informações apuradas por promotores europeus, cidadãos de vários países teriam desembolsado quantias equivalentes a até €100 mil para participar de “viagens de caça” nas colinas que cercavam a capital bósnia. As vítimas — muitas delas crianças e mulheres — eram escolhidas aleatoriamente, e o “passeio” incluía o uso de rifles e acesso a posições de franco-atiradores mantidas por forças locais.

Os investigadores acreditam que grupos militares da região forneciam apoio logístico aos estrangeiros, permitindo que o massacre fosse tratado como uma “experiência de guerra”. O episódio reforça o debate sobre crimes de guerra, turismo da violência e a banalização da vida humana em zonas de conflito.

Especialistas em direitos humanos classificam o caso como um exemplo extremo de comercialização da barbárie, mostrando como a guerra foi transformada em espetáculo e entretenimento para elites estrangeiras. Se comprovadas as acusações, os envolvidos podem responder por homicídio qualificado e crimes contra a humanidade.

O caso reacende a necessidade de responsabilização internacional e de preservação da memória histórica da guerra dos Balcãs, considerada uma das mais sangrentas da Europa moderna.

Redação Saiba+

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Terremoto na Colômbia deixa 224 mortos

Número de vítimas subiu após o forte tremor registrado na segunda-feira (10); dados foram reunidos por prefeituras e pela Associação Colombiana de Capitais

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O número de mortos no terremoto que atingiu a Colômbia na segunda-feira (10) subiu para 224, conforme dados divulgados por prefeituras e pela Associação Colombiana de Capitais (Asocapitales), entidade que reúne e articula os governos das principais cidades do país.

O forte tremor provocou impactos em diferentes regiões e mobilizou equipes de emergência na busca por vítimas e no atendimento às áreas afetadas. Com o avanço das operações, o número de mortos foi atualizado pelas autoridades locais.

A dimensão da tragédia levou governos municipais a concentrarem esforços na identificação das vítimas, no atendimento aos sobreviventes e na avaliação dos danos provocados pelo terremoto.

Segundo as informações reunidas pela Asocapitales, o total de mortos chegou a 224, número que pode sofrer novas atualizações à medida que as equipes de emergência avançam nas áreas atingidas.

As autoridades colombianas seguem acompanhando a situação e reunindo informações provenientes dos municípios afetados. O trabalho envolve diferentes órgãos públicos e equipes responsáveis pelo atendimento emergencial após o desastre natural.

Além das vítimas fatais, o terremoto também deixou um cenário de preocupação entre moradores das regiões atingidas, com equipes mobilizadas para verificar possíveis danos estruturais e prestar assistência à população.

A atualização dos números reforça a gravidade do terremoto que atingiu o país. As operações de emergência continuam enquanto autoridades locais consolidam os dados sobre vítimas e impactos provocados pelo tremor.

Redação Saiba+

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Netanyahu rejeita plano de paz para Gaza

Premiê israelense afirma que tropas não deixarão o enclave palestino enquanto Hamas não estiver completamente desarmado

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O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, rejeitou o plano de paz para a Faixa de Gaza apresentado pelos Estados Unidos e afirmou que as forças militares israelenses não deixarão o território enquanto o Hamas não estiver desarmado.

A declaração foi feita neste domingo (9), durante uma reunião de governo, e representa o primeiro posicionamento público de Netanyahu após o anúncio do acordo que prevê o desarmamento do Hamas e a retirada das Forças de Defesa de Israel (FDI) de Gaza.

Segundo o premiê, Israel não concorda com o documento apresentado. Netanyahu afirmou ainda que as tropas israelenses não realizarão uma retirada de Gaza até que o Hamas esteja efetivamente desarmado.

A posição do governo israelense coloca novos obstáculos para a implementação do plano de paz e aumenta as incertezas sobre os próximos passos das negociações envolvendo o conflito na Faixa de Gaza.

O documento apresentado pelos Estados Unidos prevê medidas relacionadas ao desarmamento do Hamas e à retirada das forças israelenses do enclave palestino, pontos que estão no centro das discussões diplomáticas sobre o futuro da região.

Ao rejeitar a proposta, Netanyahu reforçou que a segurança de Israel permanece como prioridade para seu governo e condicionou qualquer retirada militar ao cumprimento da exigência de desarmamento do Hamas.

A declaração ocorre em meio aos esforços internacionais para buscar uma solução para o conflito e estabelecer condições para uma possível redução das hostilidades em Gaza.

Redação Saiba+

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Brasileiros se envolvem em briga na Disney

Confusão aconteceu em fila de atração do Animal Kingdom, em Orlando, e teria começado após discussão sobre lugar reservado

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Uma briga generalizada envolvendo um grupo de pessoas, incluindo brasileiros, aconteceu no parque Disney’s Animal Kingdom, em Orlando, nos Estados Unidos. O incidente foi registrado no dia 2 de agosto, enquanto visitantes aguardavam na fila para a atração Avatar Flight of Passage.

Segundo relatos de testemunhas e informações da imprensa local, a confusão teria começado após uma discussão envolvendo um turista brasileiro que estava sozinho na fila e teria reservado lugar para familiares que chegariam posteriormente.

A situação teria evoluído rapidamente e terminado em agressões físicas entre os envolvidos, com troca de tapas durante a confusão. Outros visitantes que estavam no local acompanharam o episódio enquanto a discussão se transformava em uma briga generalizada.

A ocorrência chamou atenção por ter acontecido dentro de um dos parques mais visitados da região de Orlando, destino conhecido por receber turistas de diferentes partes do mundo, incluindo um grande número de brasileiros.

As circunstâncias exatas do episódio e eventuais medidas adotadas pela administração do parque em relação aos envolvidos não foram detalhadas nas informações divulgadas sobre o caso.

A Avatar Flight of Passage, uma das atrações populares do Animal Kingdom, ficou no centro do episódio, que começou justamente durante a espera dos visitantes na fila.

Redação Saiba+

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