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Política

Ponte Salvador-Itaparica tem obras previstas para 2026

Governo da Bahia apresenta cronograma ao TCE e projeta conclusão da ponte para 2031

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O cronograma atualizado da Ponte Salvador-Itaparica foi apresentado ao TCE

O Governo da Bahia apresentou, na tarde desta segunda-feira (16), ao Tribunal de Contas do Estado da Bahia o cronograma atualizado para a construção da Ponte Salvador-Itaparica, um dos projetos de infraestrutura mais aguardados do estado.

De acordo com o planejamento oficial, as obras estão previstas para começar no dia 4 de junho de 2026, com conclusão estimada para o ano de 2031. O projeto, que promete transformar a mobilidade na região, foi detalhado durante a apresentação técnica feita aos conselheiros do tribunal.

Além do cronograma, o governo também apresentou o estágio atual do projeto, o andamento do licenciamento ambiental e a análise dos projetos de engenharia, considerados etapas fundamentais para o início da construção. Segundo os responsáveis, essas fases estão avançadas e seguem dentro do previsto.

A ponte ligará diretamente Salvador à Ilha de Itaparica, reduzindo o tempo de deslocamento e impulsionando o desenvolvimento econômico e turístico da região. A expectativa é que a obra gere milhares de empregos diretos e indiretos ao longo de sua execução, além de fortalecer a integração logística no estado.

Durante a apresentação, também foram detalhadas as etapas preparatórias para o início das obras, incluindo mobilização de equipes, instalação de canteiros e ajustes finais no projeto executivo. O acompanhamento do TCE/BA tem como objetivo garantir transparência e eficiência na aplicação dos recursos públicos.

Considerada estratégica para a Bahia, a construção da ponte representa um marco histórico na infraestrutura estadual. Com investimento bilionário, o projeto é visto como um dos maiores empreendimentos de mobilidade do Brasil nos próximos anos.

Redação Saiba+

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Política

PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro e aliados

Partido acusa senador, Carlos Bolsonaro e PL de propaganda antecipada e disseminação de fake news contra Lula

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Bnews - Divulgação Saulo Cruz

O Partido dos Trabalhadores acionou, nesta segunda-feira (16), o Tribunal Superior Eleitoral contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o ex-vereador Carlos Bolsonaro e o Partido Liberal. A ação aponta suposta propaganda eleitoral antecipada e disseminação de fake news nas redes sociais contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

De acordo com a representação apresentada à Justiça Eleitoral, o PT sustenta que os conteúdos divulgados pelos acusados teriam ultrapassado os limites legais do debate político, configurando tentativa de influenciar o eleitorado fora do período permitido pela legislação.

Além disso, o partido também afirma que houve divulgação de informações falsas ou distorcidas com potencial de prejudicar a imagem do presidente, o que pode caracterizar irregularidades passíveis de sanções eleitorais.

A ação pede que o TSE adote medidas para interromper a circulação dos conteúdos questionados, além de aplicar eventuais penalidades previstas na legislação vigente. O caso reforça a crescente judicialização das disputas políticas no ambiente digital, especialmente em um cenário de forte polarização no país.

Especialistas apontam que decisões desse tipo podem influenciar diretamente o comportamento de campanhas e a atuação de lideranças nas redes sociais, que vêm se consolidando como um dos principais campos de disputa política.

A análise do TSE deve considerar se houve, de fato, antecipação de campanha e violação das regras eleitorais, além da veracidade das informações divulgadas. O caso segue em tramitação e pode ter novos desdobramentos nos próximos dias.

Redação Saiba+

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Política

Mensagem a número do STF amplia caso envolvendo banqueiro

Presidente da CPMI do INSS afirma que contato foi feito no dia da primeira prisão; ministro nega recebimento

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Viana também defendeu que o ministro Alexandre de Moraes se afaste do cargo enquanto as investigações acontecem | Bnews - Divulgação AGÊNCIA BRASIL

O senador Carlos Viana (Podemos), presidente da CPMI do INSS, revelou na última segunda-feira (16) um novo elemento que pode ampliar as investigações envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro. Segundo o parlamentar, uma mensagem teria sido enviada para um número oficial do Supremo Tribunal Federal no mesmo dia em que o empresário foi preso pela primeira vez.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa, o envio ocorreu às 17h22 do dia 17 de novembro de 2025, com o conteúdo: “Conseguiu bloquear?”. O número estaria vinculado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, um dos principais nomes da Corte.

Apesar da repercussão, o ministro negou ter recebido qualquer mensagem com esse teor. A negativa reforça a necessidade de apuração detalhada sobre a origem e o destino do contato, que agora passa a ser um dos pontos centrais das investigações conduzidas pela comissão parlamentar.

A CPMI do INSS foi instaurada para investigar possíveis irregularidades no sistema previdenciário, mas o caso envolvendo Vorcaro ganhou destaque e passou a ter desdobramentos paralelos. A revelação de um suposto contato com o STF no momento da prisão levanta questionamentos sobre possíveis tentativas de interferência ou articulação institucional.

Especialistas avaliam que, caso confirmada a autenticidade da mensagem e sua vinculação a autoridades, o episódio pode trazer impactos significativos no cenário político e jurídico. O caso também aumenta a pressão por transparência nas investigações e no funcionamento das instituições públicas.

As apurações seguem em andamento e novos desdobramentos devem surgir à medida que a CPMI avança na coleta de informações e depoimentos.

Redação Saiba+

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Política

Vídeo de Michelle Bolsonaro gera polêmica após acusações contra jornalistas

Registro divulgado nas redes sociais mostra apoiadora criticando profissionais que cobriam a internação de Jair Bolsonaro em hospital de Brasília

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Profissionais foram ameaçados e atacados após polêmica - Foto: Divulgação | PL Mulher

Um vídeo publicado pela ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro no último sábado (14) gerou forte repercussão nas redes sociais e no meio político. Nas imagens, uma apoiadora do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), identificada como Cris Mourão, aparece afirmando que jornalistas que estavam em frente ao hospital DF Star, em Brasília, estariam desejando a morte do ex-chefe do Executivo.

A gravação foi feita durante a cobertura da internação de Jair Bolsonaro, que mobilizou veículos de imprensa e profissionais da comunicação na capital federal. No entanto, no vídeo divulgado não é possível ouvir qualquer declaração feita pelos jornalistas, o que intensificou o debate sobre a veracidade das acusações apresentadas pela apoiadora.

Após a divulgação do conteúdo, dois jornalistas registraram boletim de ocorrência relatando que sofreram intimidações após o episódio. De acordo com relatos divulgados pela imprensa, um dos profissionais afirmou que seu filho foi alvo de ameaças, enquanto outro decidiu encerrar suas contas em redes sociais diante da repercussão e das mensagens recebidas.

Ainda segundo as informações divulgadas, um terceiro jornalista optou por tornar seu perfil no Instagram privado e estaria avaliando, junto à equipe jurídica, a possibilidade de adotar outras medidas legais relacionadas ao caso.

O episódio reacendeu discussões sobre segurança de jornalistas, liberdade de imprensa e os impactos de conteúdos divulgados nas redes sociais, especialmente em momentos de grande exposição política e mobilização de apoiadores.

Especialistas em comunicação e direito digital apontam que a disseminação de acusações sem comprovação pode ampliar tensões e estimular ataques virtuais contra profissionais da imprensa, o que reforça a necessidade de cautela na divulgação de conteúdos envolvendo situações sensíveis.

Enquanto o caso segue repercutindo no ambiente político e midiático, os profissionais envolvidos analisam as medidas jurídicas cabíveis diante das intimidações relatadas.

Redação Saiba+

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