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Política

Confaz decide hoje sobre subsídio ao diesel e impasse do ICMS

Proposta do governo Lula tenta conter alta do combustível com divisão de custos entre União e estados

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Reunião do Confaz, nesta sexta-feira, 27, vai tentar conter alta do diesel - Foto: Arquivo

O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) se reúne nesta sexta-feira (27), em São Paulo, para deliberar sobre a proposta do governo federal que busca conter a alta do diesel no país. O tema ganhou urgência diante da pressão sobre os preços dos combustíveis e da resistência dos estados em abrir mão de receitas.

A iniciativa apresentada pelo Palácio do Planalto prevê a criação de um subsídio de R$ 1,20 por litro de diesel importado, como forma de amenizar os impactos no mercado interno. Pelo modelo proposto, o valor seria dividido igualmente, com R$ 0,60 pagos pela União e outros R$ 0,60 arcados pelos estados.

A alternativa surge após governadores rejeitarem a possibilidade de zerar o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre a importação do combustível. A medida, inicialmente defendida pelo governo federal, enfrentou forte resistência por comprometer a arrecadação estadual, especialmente em um cenário de equilíbrio fiscal delicado.

Com o novo formato, o governo busca construir um consenso político que permita reduzir o preço do diesel sem gerar perdas significativas para os cofres estaduais. A decisão do Confaz é considerada estratégica e pode influenciar diretamente o custo do transporte e da logística em todo o país, com reflexos na inflação e no preço final de produtos.

Nos bastidores, há expectativa de intensas negociações durante o encontro. Governadores avaliam os impactos financeiros da proposta, enquanto o governo federal tenta viabilizar uma solução que seja politicamente aceitável e economicamente eficaz.

Caso aprovado, o subsídio poderá funcionar como uma medida emergencial para estabilizar o mercado de combustíveis, especialmente em um momento de volatilidade internacional nos preços do petróleo e seus derivados.

Redação Saiba+

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Política

ALBA concede Comenda 2 de Julho a Leonardo Góes

Diretor da ANA e ex-presidente da Embasa é homenageado em sessão solene com presença de autoridades

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Em sessão especial, a ALBA reconhece o trabalho de Leonardo Góes, ex-presidente da Embasa e atual diretor da ANA | Bnews - Divulgação Reprodução

A Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) concedeu, na tarde desta quinta-feira (26), a Comenda 2 de Julho ao diretor-presidente da Agência Nacional de Águas e Saneamento (ANA), Leonardo Góes Silva, em reconhecimento à sua trajetória e contribuição ao setor de saneamento e gestão de recursos hídricos.

A honraria, uma das mais importantes do Legislativo baiano, foi proposta pela presidente da Casa, Ivana Bastos (PSD), e entregue durante sessão especial marcada pela presença de diversas autoridades políticas e institucionais. Entre os convidados, destacou-se a participação do vice-governador Geraldo Júnior, que integrou a mesa do ato solene.

Durante a cerimônia, parlamentares e lideranças ressaltaram o papel de Leonardo Góes na modernização da gestão hídrica e no fortalecimento de políticas públicas voltadas ao saneamento básico. Sua atuação à frente da ANA e, anteriormente, da Embasa, foi destacada como decisiva para avanços estruturais no setor, com impactos diretos na qualidade de vida da população.

A homenagem também simboliza o reconhecimento institucional ao trabalho técnico e à articulação administrativa desenvolvida ao longo de sua carreira. A Comenda 2 de Julho é concedida a personalidades que prestam relevantes serviços à Bahia, consolidando-se como uma das principais distinções do estado.

Em seu discurso, Leonardo Góes agradeceu a honraria e reforçou o compromisso com a continuidade de projetos que ampliem o acesso à água e ao saneamento, destacando a importância da integração entre estados e União para o desenvolvimento sustentável.

Redação Saiba+

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Política

Zé Cocá é confirmado como pré-candidato a vice da oposição

Decisão frustra expectativa do governo e leva Jerônimo Rodrigues a comentar relação com prefeito de Jequié

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Zé Cocá vai disputar eleições 2026 como vice na chapa de ACM Neto | Bnews - Divulgação

Após semanas de especulações sobre um possível alinhamento com a base governista, o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), foi oficialmente anunciado como pré-candidato a vice-governador pela oposição, consolidando um movimento político que altera o cenário eleitoral na Bahia.

A definição surpreendeu aliados do governo estadual, que aguardavam a adesão do gestor ao grupo liderado pelo governador Jerônimo Rodrigues (PT). Com o anúncio, o chefe do Executivo baiano se pronunciou na tarde desta quinta-feira (26), abordando publicamente o impacto da decisão e o atual estágio de sua relação com o prefeito.

Durante a declaração, Jerônimo destacou que mantém o diálogo institucional, mas indicou que a escolha de Zé Cocá reconfigura o ambiente político e exige reposicionamentos estratégicos dentro da base governista. Nos bastidores, a avaliação é de que a decisão fortalece a oposição ao trazer um nome com influência regional e capacidade de articulação no interior do estado.

Zé Cocá, por sua vez, surge como uma peça-chave na composição de uma chapa competitiva, ampliando o alcance político do grupo oposicionista. A escolha também sinaliza uma tentativa de consolidar alianças e fortalecer candidaturas com base municipalista, mirando especialmente o eleitorado fora da capital.

O movimento reforça a polarização política na Bahia e antecipa o clima de disputa eleitoral, com articulações cada vez mais intensas entre governo e oposição. A definição do nome para vice-governador passa a ser um dos pontos centrais na estratégia dos grupos políticos para os próximos meses.

Redação Saiba+

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Política

Lula consulta Câmara sobre articulação

Presidente busca diálogo com Hugo Motta antes de definir substituto para a Secretaria de Relações Institucionais

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VINÍCIUS SCHMIDT

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve intensificar o diálogo com o Congresso Nacional antes de tomar uma decisão estratégica no núcleo político do governo. A expectativa é que Lula consulte o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, sobre a escolha de um novo nome para comandar a Secretaria de Relações Institucionais.

A pasta, responsável pela articulação política do governo federal, está no centro das negociações após a saída de Gleisi Hoffmann, que ocupava o cargo. A decisão é considerada estratégica para garantir governabilidade e alinhamento com a base aliada no Congresso.

Nos bastidores, a movimentação de Lula é vista como um gesto de aproximação com o Legislativo, buscando fortalecer pontes e evitar ruídos na relação institucional. A consulta prévia ao comando da Câmara sinaliza a importância de uma escolha consensual, capaz de manter a estabilidade política e facilitar a tramitação de pautas prioritárias.

A Secretaria de Relações Institucionais tem papel central na interlocução entre Executivo e Parlamento, sendo responsável por negociações políticas, construção de maioria e articulação de interesses. A definição do novo titular deverá considerar perfil técnico, habilidade política e capacidade de diálogo com diferentes correntes partidárias.

Com o cenário político em constante movimento, a escolha do substituto pode impactar diretamente o ritmo das agendas do governo e a relação com o Congresso Nacional, especialmente em votações consideradas decisivas.

Redação Saiba+

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