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Brasil

Prisão de ex-presidente do BRB revela patrimônio milionário

Investigação da Polícia Federal identifica imóveis de alto padrão ligados ao ex-dirigente, com valores que ultrapassam R$ 140 milhões

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Mensagens indicam tentativa de negociação de imóvel de alto padrão em meio ao avanço das investigações | Bnews - Divulgação Ana Paula Paiva e Paulo H. Carvalho

A prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, nesta quinta-feira (16), trouxe à tona detalhes que chamaram a atenção das autoridades: um patrimônio imobiliário de alto luxo, composto por imóveis em áreas valorizadas e negociações realizadas em circunstâncias consideradas suspeitas.

Durante as investigações, a Polícia Federal (PF) identificou ao menos seis imóveis vinculados ao esquema. Desses, quatro estão localizados em São Paulo e dois em Brasília, todos em regiões nobres e com características de alto padrão. No total, o valor estimado dos bens ultrapassa R$ 140 milhões, conforme levantamento divulgado pela imprensa.

Os investigadores destacaram que algumas transações teriam sido feitas de forma acelerada, o que levantou suspeitas sobre a origem dos recursos e a possível tentativa de ocultação patrimonial. A apuração segue em andamento, com o objetivo de esclarecer a natureza das negociações e identificar eventuais irregularidades.

O caso amplia a repercussão em torno da gestão do banco e reforça o trabalho de órgãos de controle no combate a práticas ilícitas envolvendo recursos públicos e privados. A descoberta do patrimônio milionário intensifica as investigações, que agora buscam rastrear o fluxo financeiro por trás das aquisições.

A operação também evidencia o uso de imóveis de luxo como instrumento em esquemas investigados, prática que costuma ser monitorada por autoridades em casos de suspeita de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Redação Saiba+

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Brasil

Gonet participa de sessão sobre caso Banco Master

PGR estará no STF durante julgamento que pode definir abertura de investigação sobre Alexandre de Moraes; procurador questiona citação de seu nome em relatório da PF

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O procurador-geral da República, Paulo Gonet, participará da sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) marcada para esta terça-feira (15), quando os ministros devem analisar a possibilidade de abertura de uma investigação envolvendo o ministro Alexandre de Moraes no caso do Banco Master.

Até o momento, não há definição sobre os ritos que serão adotados durante a sessão. Gonet, no entanto, acompanha o caso de perto e avalia que a decisão do ministro André Mendonça de determinar a investigação de conversas entre Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria ultrapassado os limites de sua competência.

Na avaliação do procurador-geral, a medida adotada por Mendonça deveria ser anulada, em razão dos questionamentos relacionados à competência para conduzir esse tipo de apuração.

Citação de Gonet em relatório da PF

O nome de Paulo Gonet aparece em um relatório da Polícia Federal (PF) que integra os elementos relacionados ao caso e que também serviu de base para a decisão de André Mendonça de levar a discussão ao Plenário do STF.

Diante da menção, o procurador-geral decidiu recorrer às instâncias internas do Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) para esclarecer as circunstâncias em que seu nome foi citado no documento produzido pela PF.

O procedimento ainda está em fase preliminar e tem como relator o subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino. A análise deverá esclarecer os elementos relacionados à citação do procurador-geral e os possíveis desdobramentos dentro do Ministério Público Federal.

Julgamento deve ampliar debate sobre o Banco Master

A sessão desta terça-feira ocorre em meio à crescente repercussão do caso Banco Master, que envolve diferentes autoridades e personagens ligados às investigações sobre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

A eventual abertura de investigação envolvendo Alexandre de Moraes poderá ampliar o debate dentro do STF sobre os fatos relacionados ao caso. A decisão dos ministros deverá definir os próximos passos da apuração, enquanto questões sobre competência, procedimentos e informações presentes nos relatórios continuam sendo discutidas pelas instituições envolvidas.

Redação Saiba+

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Brasil

Sodimac fecha sete lojas no Brasil

Rede de materiais de construção reduziu operação de 51 para 44 unidades após reestruturação realizada entre maio e julho de 2026

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A Sodimac encerrou as atividades de sete megalojas no Brasil entre maio e julho de 2026, como parte de um processo de reestruturação da operação. Com os fechamentos, a rede de materiais de construção passou de 51 para 44 unidades em funcionamento no país, uma redução de quase 14%.

A empresa pertence ao grupo chileno Falabella e está entre as principais redes do setor de materiais de construção no mercado brasileiro. Os encerramentos registrados nos últimos meses atingiram unidades localizadas no estado de São Paulo, incluindo uma loja na capital paulista e estabelecimentos no interior.

Com o fechamento das unidades, funcionários das lojas afetadas foram desligados. A empresa, no entanto, não divulgou o número total de demissões provocadas pela reestruturação.

A redução da presença física ocorre em um momento de mudanças na operação da varejista, que passa a concentrar suas atividades em uma estrutura menor no mercado brasileiro.

Mesmo com os encerramentos, a Sodimac mantém 44 unidades em funcionamento no Brasil, preservando sua atuação no segmento de materiais para construção, reforma e decoração.

A reestruturação representa uma redução significativa da operação da companhia e marca uma nova etapa para a rede no país, que busca adequar sua estrutura ao cenário do varejo brasileiro.

Redação Saiba+

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Fábio Faria aciona advogados após mensagens com Vorcaro

Defesa afirma que ex-ministro apenas intermediou convites para autoridades a pedido do empresário Daniel Vorcaro

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O ex-ministro das Comunicações Fábio Faria, marido da apresentadora Patrícia Abravanel, acionou seus advogados após mensagens trocadas com Daniel Vorcaro serem utilizadas para atribuir a ele condutas que, segundo sua defesa, não correspondem à realidade.

As conversas entre Fábio Faria e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro foram encontradas pela Polícia Federal (PF) durante as investigações e indicaram que o ex-ministro teria ajudado o empresário a fazer convites para uma festa privada de Halloween realizada em outubro de 2023.

De acordo com as informações divulgadas, o evento aconteceu no espaço conhecido como “Madame Satã”, na região da Bixiga, em São Paulo, e teria reunido cerca de 120 mulheres e 20 homens.

A defesa de Fábio Faria sustenta que a participação do ex-ministro se limitou a repassar, a pedido de Vorcaro, convites destinados a autoridades. Entre os nomes mencionados estão os senadores Davi Alcolumbre (União) e Rodrigo Pacheco (PSD), além do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli.

Os advogados do ex-ministro contestam interpretações feitas a partir das mensagens e afirmam que o conteúdo das conversas não seria suficiente para sustentar determinadas acusações ou associações atribuídas ao cliente.

Diante da repercussão do caso, Fábio Faria decidiu recorrer à Justiça contra sites e personalidades que, segundo sua defesa, divulgaram interpretações consideradas falsas sobre sua conduta.

O episódio ganhou atenção em meio às investigações envolvendo Daniel Vorcaro e o Banco Master, além da divulgação de mensagens apreendidas pela Polícia Federal.

Fábio Faria é casado há 19 anos com Patrícia Abravanel, filha do empresário e apresentador Silvio Santos, morto em 2024, e integrante da família controladora do Sistema Brasileiro de Televisão (SBT).

Redação Saiba+

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