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Polícia

PM influencer é detido por apologia à violência

“Soldado Matos”, com quase 500 mil seguidores, é punido por condutas consideradas incompatíveis com a função policial

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PM já está detido Crédito: Reprodução

O policial militar Luan Ribeiro de Almeida Matos, conhecido nas redes sociais como “soldado Matos”, foi detido nesta segunda-feira (4) após ser acusado de apologia à violência em publicações na internet. O agente, que acumula cerca de 490 mil seguidores, ganhou notoriedade digital ao compartilhar conteúdos relacionados à rotina policial.

Lotado na 31ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), o policial foi alvo de medidas disciplinares após a corporação considerar que suas postagens eram incompatíveis com os princípios e a conduta exigida pela função pública. A decisão ocorre em meio ao aumento da fiscalização sobre o comportamento de agentes nas redes sociais.

De acordo com informações institucionais, a apuração identificou conteúdos que poderiam incentivar práticas violentas, o que motivou a adoção de sanções administrativas. A corporação reforçou que a atuação de seus integrantes deve seguir padrões éticos rigorosos, tanto no exercício da função quanto fora dele, inclusive no ambiente digital.

O caso repercutiu amplamente nas redes sociais, levantando discussões sobre os limites da liberdade de expressão de agentes públicos e a responsabilidade no uso de plataformas digitais. Especialistas apontam que a exposição online de profissionais da segurança pública exige cuidado redobrado, especialmente diante do impacto que essas mensagens podem causar na sociedade.

A detenção do policial reforça o debate sobre disciplina, imagem institucional e o papel das redes sociais na vida profissional de servidores públicos, sobretudo em áreas sensíveis como a segurança pública.

Redação Saiba+

Polícia

Suspeito de latrocínio contra idosa é preso no oeste da Bahia

Homem de 26 anos foi localizado em uma fazenda na zona rural de Santa Rita de Cássia; vítima foi encontrada morta dentro de casa no início de junho.

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A Polícia Civil da Bahia prendeu, na tarde deste sábado (20), um homem de 26 anos investigado por latrocínio contra uma idosa no município de Santa Rita de Cássia, localizado no oeste do estado. O suspeito foi capturado na Fazenda Ipê, situada na zona rural da cidade, durante uma ação das equipes responsáveis pela investigação.

De acordo com a Polícia Civil, a vítima, Vivaldina de Jesus Bonfim, de 64 anos, foi encontrada sem vida no dia 7 de junho, no banheiro de uma residência localizada na região central do município.

As informações da investigação apontam que o corpo estava coberto por um lençol e apresentava lesões na região da cabeça e das costas, circunstâncias que levaram à instauração do inquérito para apurar o crime, classificado como latrocínio — roubo seguido de morte.

Após o avanço das diligências e a coleta de elementos investigativos, os policiais localizaram o suspeito na zona rural de Santa Rita de Cássia, onde foi efetuada a prisão. O homem deverá permanecer à disposição da Justiça enquanto o caso segue em apuração.

A Polícia Civil continua realizando diligências para esclarecer todos os detalhes do crime, incluindo a dinâmica dos fatos e a possível participação de outras pessoas. O inquérito deverá reunir laudos periciais, depoimentos e demais provas para subsidiar a conclusão da investigação.

O caso gerou grande repercussão entre os moradores de Santa Rita de Cássia e reforça a atuação das forças de segurança no combate aos crimes patrimoniais com resultado morte no interior da Bahia.

Redação Saiba+

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Polícia

Wellington César tem trajetória ligada ao PT e a Jaques Wagner

Ministro da Justiça, ex-MPBA e aliado histórico do senador baiano, ocupa cargo em meio à operação que atingiu Wagner na PF.

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O atual ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, possui uma trajetória política e institucional diretamente ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, com forte proximidade ao senador Jaques Wagner (PT-BA).

No comando do Ministério da Justiça, pasta à qual a Polícia Federal é vinculada administrativamente, Wellington exerce o cargo em um momento marcado pela deflagração da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que teve como um dos alvos o senador baiano, atingido por mandados de busca e apreensão no último dia 18 de junho.

Natural de Salvador (BA), o ministro é formado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e construiu sua carreira no Ministério Público da Bahia (MPBA), onde atuou entre 1991 e 2023. Durante sua trajetória no órgão, foi escolhido por Jaques Wagner para exercer dois mandatos consecutivos como procurador-geral de Justiça, em 2010 e 2012.

Na primeira indicação, Wellington César integrava a lista tríplice na última colocação, mas acabou sendo nomeado para o cargo, consolidando uma relação institucional de confiança com o grupo político liderado por Wagner no estado.

A nomeação e a trajetória do ministro são frequentemente associadas à sua atuação técnica no Ministério Público e à sua relação com a gestão estadual da época, quando ocupava posição de destaque no sistema de Justiça da Bahia.

O cenário atual reforça o protagonismo do ministro da Justiça em um período de forte atenção institucional, diante de investigações envolvendo figuras políticas de alta relevância no cenário nacional.

Redação Saiba+

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Polícia

Reconhecimento Facial captura mais um foragido na Bahia

Prisão durante a Operação São João 2026 eleva para 15 o número de procurados localizados com auxílio da tecnologia

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O Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) voltou a demonstrar eficiência durante a Operação São João 2026. Nesta sexta-feira (19), mais um foragido da Justiça foi localizado e preso na cidade de Barra, no interior do estado, com o apoio da tecnologia de monitoramento.

Segundo informações da SSP, o homem era procurado por dívida de pensão alimentícia e foi identificado pela Plataforma de Observação Elevada (POE), que integra o sistema de videomonitoramento inteligente utilizado durante os festejos juninos. Após a identificação, equipes policiais realizaram a abordagem e confirmaram a existência do mandado de prisão em aberto.

Com a nova captura, chegou a 15 o número de foragidos detidos durante as festas juninas na Bahia em 2026, resultado que reforça o uso estratégico da tecnologia para ampliar a segurança pública em eventos com grande concentração de pessoas.

A Operação São João mobiliza efetivos das forças de segurança em diversas cidades baianas, combinando policiamento ostensivo com ferramentas de inteligência, como o reconhecimento facial, para identificar pessoas com pendências judiciais e prevenir ocorrências durante as celebrações.

O sistema de monitoramento tem sido um dos principais aliados das autoridades na localização de foragidos, permitindo respostas rápidas das equipes em campo e aumentando a eficiência das ações policiais. A SSP destaca que a tecnologia continuará sendo empregada ao longo das festividades, contribuindo para garantir mais tranquilidade aos participantes dos eventos.

A expectativa é de que novas ações de fiscalização e monitoramento permaneçam intensificadas durante todo o período junino, fortalecendo o combate à criminalidade e ampliando a sensação de segurança para moradores e turistas.

Redação Saiba+

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