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Polícia

Grávida é agredida por mais de uma hora no Maranhão

Jovem de 19 anos relata violência dentro do local de trabalho; áudios atribuídos à ex-patroa geram indignação

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Um caso de violência brutal contra uma jovem grávida de cinco meses chocou moradores da Grande São Luís, no Maranhão. A vítima, de apenas 19 anos, afirma ter sido agredida por mais de uma hora dentro da residência onde trabalhava, em um episódio que levanta discussões sobre abuso e vulnerabilidade no ambiente doméstico.

De acordo com o relato, a jovem sofreu diversas agressões físicas e psicológicas, em uma situação prolongada e extremamente violenta. O caso ganha ainda mais gravidade por envolver uma gestante, o que amplia os riscos à saúde tanto da vítima quanto do bebê.

Do outro lado, áudios atribuídos à empresária Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, apontada como ex-patroa da jovem, circulam nas redes sociais e têm causado forte repercussão. Nas gravações, ela supostamente comenta o ocorrido sem demonstrar arrependimento, o que intensificou a indignação pública e pedidos por responsabilização.

A situação expõe um cenário preocupante de violência doméstica e exploração no ambiente de trabalho, especialmente envolvendo jovens em condições de vulnerabilidade. Organizações e autoridades devem acompanhar o caso para garantir a apuração rigorosa dos fatos e a proteção da vítima.

O episódio reforça a necessidade de denúncia e combate a qualquer forma de agressão, sobretudo quando envolve mulheres e gestantes, grupos que exigem atenção redobrada das políticas públicas e da sociedade.

Redação Saiba+

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Polícia

Wellington César tem trajetória ligada ao PT e a Jaques Wagner

Ministro da Justiça, ex-MPBA e aliado histórico do senador baiano, ocupa cargo em meio à operação que atingiu Wagner na PF.

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O atual ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva, possui uma trajetória política e institucional diretamente ligada ao Partido dos Trabalhadores (PT) na Bahia, com forte proximidade ao senador Jaques Wagner (PT-BA).

No comando do Ministério da Justiça, pasta à qual a Polícia Federal é vinculada administrativamente, Wellington exerce o cargo em um momento marcado pela deflagração da 9ª fase da Operação Compliance Zero, que teve como um dos alvos o senador baiano, atingido por mandados de busca e apreensão no último dia 18 de junho.

Natural de Salvador (BA), o ministro é formado em Direito pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e construiu sua carreira no Ministério Público da Bahia (MPBA), onde atuou entre 1991 e 2023. Durante sua trajetória no órgão, foi escolhido por Jaques Wagner para exercer dois mandatos consecutivos como procurador-geral de Justiça, em 2010 e 2012.

Na primeira indicação, Wellington César integrava a lista tríplice na última colocação, mas acabou sendo nomeado para o cargo, consolidando uma relação institucional de confiança com o grupo político liderado por Wagner no estado.

A nomeação e a trajetória do ministro são frequentemente associadas à sua atuação técnica no Ministério Público e à sua relação com a gestão estadual da época, quando ocupava posição de destaque no sistema de Justiça da Bahia.

O cenário atual reforça o protagonismo do ministro da Justiça em um período de forte atenção institucional, diante de investigações envolvendo figuras políticas de alta relevância no cenário nacional.

Redação Saiba+

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Polícia

Reconhecimento Facial captura mais um foragido na Bahia

Prisão durante a Operação São João 2026 eleva para 15 o número de procurados localizados com auxílio da tecnologia

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O Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) voltou a demonstrar eficiência durante a Operação São João 2026. Nesta sexta-feira (19), mais um foragido da Justiça foi localizado e preso na cidade de Barra, no interior do estado, com o apoio da tecnologia de monitoramento.

Segundo informações da SSP, o homem era procurado por dívida de pensão alimentícia e foi identificado pela Plataforma de Observação Elevada (POE), que integra o sistema de videomonitoramento inteligente utilizado durante os festejos juninos. Após a identificação, equipes policiais realizaram a abordagem e confirmaram a existência do mandado de prisão em aberto.

Com a nova captura, chegou a 15 o número de foragidos detidos durante as festas juninas na Bahia em 2026, resultado que reforça o uso estratégico da tecnologia para ampliar a segurança pública em eventos com grande concentração de pessoas.

A Operação São João mobiliza efetivos das forças de segurança em diversas cidades baianas, combinando policiamento ostensivo com ferramentas de inteligência, como o reconhecimento facial, para identificar pessoas com pendências judiciais e prevenir ocorrências durante as celebrações.

O sistema de monitoramento tem sido um dos principais aliados das autoridades na localização de foragidos, permitindo respostas rápidas das equipes em campo e aumentando a eficiência das ações policiais. A SSP destaca que a tecnologia continuará sendo empregada ao longo das festividades, contribuindo para garantir mais tranquilidade aos participantes dos eventos.

A expectativa é de que novas ações de fiscalização e monitoramento permaneçam intensificadas durante todo o período junino, fortalecendo o combate à criminalidade e ampliando a sensação de segurança para moradores e turistas.

Redação Saiba+

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Polícia

Ex-PMs são condenados a mais de 20 anos por homicídio em Salvador

Júri Popular no Fórum Ruy Barbosa encerra caso de 2014 com condenação de réus por homicídio qualificado, roubo e ocultação de cadáver.

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O Tribunal do Júri condenou os ex-policiais militares Jesimiel da Silva Resende e Cláudio Bonfim Borges a mais de 20 anos de prisão pelo homicídio de Geovane Mascarenhas de Santana, encontrado mutilado em 2 de agosto de 2014, em via pública, no bairro da Calçada, subúrbio de Salvador.

O julgamento ocorreu no Fórum Ruy Barbosa, na capital baiana, e foi iniciado na quinta-feira (18), sendo concluído na madrugada desta sexta-feira (19). Ao todo, sete réus — todos ex-integrantes da Polícia Militar — foram julgados pelo Tribunal do Júri Popular, em um processo que mobilizou grande atenção no meio jurídico e na sociedade.

De acordo com informações do Ministério Público da Bahia (MPBA), o ex-PM Jesimiel da Silva Resende foi condenado a 25 anos, 3 meses e 15 dias de prisão, em regime inicial fechado. A sentença inclui os crimes de homicídio duplamente qualificado, roubo e ocultação de cadáver.

A decisão do júri reforça o entendimento da acusação sobre a gravidade do crime e a participação dos réus no caso, que permaneceu em investigação e tramitação judicial por mais de uma década até chegar ao julgamento final.

O caso de Geovane Mascarenhas de Santana teve grande repercussão na época dos fatos e voltou a ganhar destaque com a realização do julgamento, sendo considerado um dos processos mais emblemáticos envolvendo ex-agentes de segurança pública na Bahia.

Com a condenação, a Justiça encerra uma das etapas mais importantes do processo, que agora segue para as demais providências legais cabíveis quanto ao cumprimento das penas estabelecidas pelo Tribunal do Júri.

Redação Saiba+

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