Polícia
Deolane é levada à Delegacia após operação contra lavagem de dinheiro
Influenciadora digital e advogada foi presa durante ação do MP-SP e da Polícia Civil que investiga suposta ligação financeira com o PCC

A influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra chegou há pouco à Delegacia Geral da Polícia Civil, localizada no centro de São Paulo, após ser presa durante a Operação Vérnix. A ação foi deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP) em conjunto com a Polícia Civil para investigar um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).
De acordo com as investigações, a operação busca identificar movimentações financeiras consideradas suspeitas e possíveis conexões entre integrantes da organização criminosa e empresas utilizadas para ocultação de recursos ilícitos. A prisão de Deolane ocorreu na residência da influenciadora, durante o cumprimento de mandados judiciais expedidos pela Justiça paulista.
A chegada da advogada à sede da Polícia Civil movimentou a região central da capital paulista e atraiu a atenção da imprensa e de curiosos. Conhecida nas redes sociais por sua forte presença digital e por polêmicas envolvendo sua vida pública, Deolane voltou a ocupar os assuntos mais comentados da internet após a divulgação da operação.
O Ministério Público informou que a Operação Vérnix faz parte de uma força-tarefa voltada ao combate ao crime organizado e à lavagem de dinheiro. Os investigadores apuram se empresas e pessoas físicas teriam sido utilizadas para movimentar valores oriundos de atividades ilegais relacionadas ao PCC.
Até o momento, a defesa de Deolane Bezerra ainda não divulgou posicionamento oficial sobre as acusações investigadas pelas autoridades. O caso segue em andamento e novas diligências não estão descartadas.
Polícia
Mulher é presa após matar o pai em Bragança Paulista
Suspeita de 30 anos teria transmitido o crime pelas redes sociais; vítima, de 62 anos, era cadeirante

Uma mulher de 30 anos, identificada como Edilene, foi presa na sexta-feira (21) após ser suspeita de matar o próprio pai, Osmar Ferreira, de 62 anos, a facadas, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo.
Segundo informações da polícia, o crime teria sido transmitido ao vivo pelas redes sociais por meio do celular da mulher. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar depois que vizinhos ouviram gritos vindos da residência.
Ao chegarem ao imóvel, os policiais encontraram Edilene próxima ao corpo do pai. Osmar Ferreira era cadeirante e foi localizado morto sobre a cama.
A mulher foi detida no local e encaminhada às autoridades. As circunstâncias que antecederam o crime e a possível motivação do homicídio deverão ser investigadas pela Polícia Civil.
O caso permanece sob apuração, e a suspeita deverá responder judicialmente pelas acusações relacionadas à morte do pai.
Polícia
Policial civil é preso por suspeita de dar apoio a sequestro
Milton Massaru Nakayama é investigado por suposta participação em crime ocorrido na zona leste de São Paulo; outro agente apontado no caso está foragido

O policial civil Milton Massaru Nakayama, conhecido como Japa, foi preso na manhã deste sábado (22) sob suspeita de ter dado cobertura no sequestro de um homem de 34 anos ocorrido no último dia 12, na zona leste de São Paulo.
De acordo com as informações divulgadas sobre o caso, Nakayama teria auxiliado o também policial civil Rafael Juergen Shult, que é considerado foragido da Justiça e também é investigado por supostamente liderar um grupo armado com atuação nas zonas leste e oeste da capital paulista.
A vítima do sequestro é apontada nas investigações como um suposto criminoso. O caso mobiliza as autoridades diante da suspeita de envolvimento de agentes públicos em uma ação criminosa.
A prisão de Nakayama representa um novo avanço nas investigações, enquanto as autoridades seguem tentando localizar Shult e esclarecer a participação de cada envolvido no episódio.
O caso continua sob investigação, e as suspeitas ainda deverão ser analisadas pelas autoridades competentes ao longo do processo.
Polícia
Jovem é resgatada de cativeiro
Mulher de 24 anos estava desaparecida havia cinco dias e foi localizada pela PMGO em Águas Lindas de Goiás

Uma operação da Polícia Militar de Goiás (PMGO) terminou com o resgate de uma jovem de 24 anos que estava desaparecida havia cinco dias, em Águas Lindas de Goiás. A vítima foi localizada na tarde desta sexta-feira (21) em um imóvel onde, segundo a corporação, era mantida em cativeiro pelo ex-marido, Ailton Rodrigues de Souza.
De acordo com as informações divulgadas pela polícia, a mulher foi encontrada ferida, amordaçada e presa por algemas, cordas e correntes de ferro. Ela também utilizava uma máscara no rosto, que teria sido colocada para impedir que seus pedidos de socorro fossem ouvidos.
O desaparecimento ocorreu na segunda-feira (17), quando a jovem saiu de casa, na região da Morada da Serra, e seguiu de mototáxi para uma clínica médica localizada na Barragem 1. Imagens de câmeras de segurança registraram a saída dela do estabelecimento, sendo esse o último registro antes do desaparecimento.
Segundo a PMGO, a vítima teria sido abordada pelo ex-companheiro após deixar a clínica. As investigações apontam que ela foi levada para o imóvel e permaneceu no local durante os dias seguintes.
Suspeito foi preso
O cativeiro foi localizado depois que equipes da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) Entorno Oeste abordaram Ailton em uma via pública. O homem também constava como desaparecido desde terça-feira (18).
Durante a abordagem, o suspeito teria tentado fugir e reagido à prisão, mas acabou contido pelos policiais. A partir da verificação de endereços relacionados a ele, a equipe chegou ao imóvel onde a vítima estava.
No local, os agentes apreenderam um veículo, uma arma de fogo, medicamentos sedativos, algemas, cordas e correntes. Após o resgate, a jovem recebeu atendimento e relatou às autoridades ter sido vítima de violência sexual durante o período em que permaneceu em poder do suspeito.
Ailton Rodrigues de Souza foi preso em flagrante e deverá responder pelos crimes relacionados ao caso, incluindo sequestro, cárcere privado e estupro. A investigação permanece sob responsabilidade da Polícia Civil de Goiás.
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