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Política

Silvia Abravanel surge como opção de vice no PSD

Nome da apresentadora ganha força nos bastidores do partido diante da possibilidade de uma chapa presidencial formada exclusivamente por filiados da legenda.

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A possibilidade de o PSD lançar uma chapa presidencial formada exclusivamente por integrantes da legenda começou a movimentar os bastidores políticos e trouxe um novo nome para o centro das articulações nacionais. A apresentadora Silvia Abravanel passou a ser mencionada como uma possível candidata à vice-presidência em uma eventual composição encabeçada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

Segundo informações que circulam entre dirigentes e lideranças do partido, a estratégia de uma chapa considerada “puro sangue” tem ganhado espaço nas discussões internas. Nesse cenário, aliados de Caiado avaliam que Silvia Abravanel poderia agregar visibilidade nacional e ampliar o alcance político da legenda em diferentes segmentos do eleitorado.

Filha do empresário e comunicador Silvio Santos, Silvia filiou-se recentemente ao PSD com o objetivo de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo. No entanto, seu nome passou a ser citado por integrantes da sigla como uma alternativa para compor uma eventual chapa presidencial, fortalecendo o projeto político do partido para as próximas eleições.

Nos bastidores, interlocutores do PSD destacam que a apresentadora possui forte reconhecimento público e poderia contribuir para ampliar a exposição da legenda em uma disputa nacional. Embora não exista definição oficial sobre candidaturas, a movimentação demonstra que o partido já discute diferentes cenários para a construção de sua estratégia eleitoral.

A eventual candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República é vista por lideranças da sigla como uma oportunidade para consolidar a presença nacional do PSD. Nesse contexto, a busca por um nome para a vice-presidência tornou-se uma das pautas centrais das articulações políticas internas.

Até o momento, não houve anúncio oficial sobre a composição da chapa ou confirmação de eventuais candidaturas. Ainda assim, o surgimento do nome de Silvia Abravanel reforça o ambiente de negociações e especulações que costuma anteceder as definições eleitorais.

O debate interno no PSD deve continuar nos próximos meses, à medida que o partido avança na construção de alianças e estratégias para o cenário político nacional.

Redação Saiba+

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Política

ONG ligada a produtora de filme sobre Bolsonaro é alvo de operação

Polícia Civil de São Paulo investiga supostas irregularidades em contrato milionário firmado com a Prefeitura da capital paulista.

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O Instituto Conhecer Brasil (ICB), organização não governamental que tem como proprietária Karina Ferreira da Gama, foi alvo da Operação WI-FI, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo nesta segunda-feira (1º). A ação apura suspeitas de irregularidades envolvendo um contrato firmado com a Prefeitura de São Paulo que, ao longo dos anos, alcançou valores superiores a R$ 157 milhões.

Segundo as investigações, o foco da operação está em uma licitação originalmente avaliada em R$ 108 milhões, destinada à execução de serviços contratados pelo município. Com a inclusão de aditivos contratuais, os repasses à entidade teriam alcançado aproximadamente R$ 157,1 milhões, valor que passou a ser analisado pelas autoridades.

De acordo com os investigadores, existe a suspeita de que pelo menos R$ 26 milhões tenham sido pagos sem a efetiva prestação dos serviços previstos em contrato. A Polícia Civil busca esclarecer se houve fraude no processo licitatório, irregularidades na execução contratual e eventual desvio de recursos públicos.

A operação incluiu diligências e medidas destinadas à coleta de documentos, informações financeiras e outros elementos que possam contribuir para o avanço das investigações. O objetivo é verificar a legalidade dos procedimentos adotados durante a contratação e a aplicação dos recursos públicos envolvidos.

O caso também chamou atenção devido à ligação empresarial de Karina Ferreira da Gama com a produtora Go UP Entertainment Ltda, responsável pela produção do filme “Dark Horse”, obra inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar da conexão societária, as investigações divulgadas até o momento estão concentradas exclusivamente nos contratos relacionados à ONG.

As autoridades destacam que o inquérito permanece em andamento e que os fatos ainda estão sendo apurados. Eventuais responsabilidades civis, administrativas ou criminais dependerão da conclusão das investigações e da análise do material recolhido durante a operação.

A Operação WI-FI reforça o trabalho dos órgãos de controle e fiscalização no acompanhamento de contratos públicos de grande porte, especialmente aqueles que envolvem recursos destinados a projetos sociais e serviços executados por organizações da sociedade civil.

Redação Saiba+

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Política

Temer defende Constituição como base para regulação digital

Ex-presidente participou do Fórum de Lisboa e afirmou que o constitucionalismo digital deve seguir os princípios já previstos na Constituição Federal.

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Teve início nesta segunda-feira (1º) a 14ª edição do Fórum de Lisboa, um dos principais encontros internacionais voltados ao debate sobre democracia, direito, tecnologia e governança. O evento, coordenado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, reúne autoridades, juristas, acadêmicos e lideranças políticas até a próxima quarta-feira (3), na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em Portugal.

Com o tema “Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais”, o fórum promove discussões sobre os impactos das transformações tecnológicas no funcionamento das instituições e na proteção dos direitos fundamentais.

Durante sua participação, o ex-presidente Michel Temer comentou os desafios relacionados ao chamado constitucionalismo digital e destacou que a regulamentação das novas tecnologias deve respeitar os princípios já estabelecidos pela Constituição Federal.

Segundo Temer, o Brasil possui uma estrutura constitucional capaz de oferecer respostas aos principais desafios enfrentados pelo país, incluindo aqueles ligados ao ambiente digital. Para ele, a aplicação adequada das normas constitucionais é fundamental para garantir equilíbrio entre inovação, liberdade e responsabilidade.

O ex-presidente também abordou a necessidade de mecanismos de controle e regulamentação das redes sociais e plataformas digitais. Em sua avaliação, o debate deve considerar dispositivos constitucionais já existentes, entre eles a vedação ao anonimato prevista na legislação brasileira.

A discussão sobre regulação das plataformas digitais e responsabilidade no ambiente virtual tem ganhado relevância em diversos países, especialmente diante do crescimento das redes sociais, da circulação de informações em larga escala e dos desafios relacionados à segurança digital e à proteção da democracia.

O Fórum de Lisboa é reconhecido por reunir representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de especialistas nacionais e internacionais, para debater temas estratégicos que influenciam o cenário político, jurídico e econômico global.

A edição deste ano amplia o foco sobre os impactos da tecnologia nas relações institucionais e reforça a importância de discutir modelos de governança capazes de acompanhar as rápidas transformações do mundo digital.

Redação Saiba+

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Política

Érico Brás critica associação política da camisa do Brasil

Ator relata ter sido confundido com apoiador de Bolsonaro ao usar a camisa da Seleção Brasileira na Avenida Paulista durante dia de jogo.

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O ator Érico Brás utilizou as redes sociais neste domingo (31) para compartilhar uma situação vivida na Avenida Paulista, em São Paulo. Segundo ele, ao circular pelo local vestindo a tradicional camisa verde e amarela da Seleção Brasileira, acabou sendo associado a um posicionamento político específico, o que motivou um desabafo publicado em vídeo no Instagram.

De acordo com o artista, a escolha da vestimenta teve como objetivo demonstrar apoio à Seleção Brasileira, que entrou em campo para enfrentar o Panamá em amistoso realizado no Maracanã. No entanto, ele afirmou ter sido confundido por algumas pessoas como apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Durante a gravação, Érico Brás criticou a polarização em torno de símbolos nacionais e defendeu que a camisa da Seleção representa todos os brasileiros, independentemente de preferências políticas. O ator destacou que o uso das cores verde e amarela está ligado à identidade nacional e ao apoio ao futebol brasileiro.

A publicação rapidamente repercutiu entre seguidores e usuários das redes sociais, reacendendo debates sobre a relação entre símbolos patrióticos e posicionamentos políticos no país. O tema tem sido recorrente nos últimos anos, especialmente em períodos eleitorais e manifestações públicas.

Na legenda do vídeo, o ator deixou explícita sua posição política ao escrever: “Sou Lula”, reforçando que o uso da camisa da Seleção não deve ser interpretado automaticamente como alinhamento a determinado grupo ou corrente ideológica.

A manifestação de Érico Brás gerou ampla discussão online e recebeu comentários de internautas com diferentes opiniões sobre o assunto. O episódio também trouxe novamente à pauta o debate sobre a utilização de símbolos nacionais em contextos políticos e culturais.

Com forte presença nas redes sociais e trajetória consolidada na televisão e no entretenimento, o ator transformou uma experiência cotidiana em um tema de reflexão sobre identidade nacional, pertencimento e liberdade de expressão em um ambiente cada vez mais marcado por interpretações políticas.

Redação Saiba+

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