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Política

Jaques Wagner retoma agenda política na Bahia

Senador do PT deve intensificar compromissos no interior e participar das celebrações do 2 de Julho ao lado do presidente Lula

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O senador Jaques Wagner (PT-BA) deve retomar e intensificar sua agenda política na Bahia nos próximos dias, após permanecer mais reservado em razão da repercussão envolvendo os mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Federal (PF) em uma operação recente.

De acordo com informações divulgadas pela imprensa, Wagner voltará a participar de eventos públicos e viagens pelo interior do estado, região onde mantém forte base política e pretende reforçar sua articulação de olho na disputa pela reeleição.

Um dos principais compromissos previstos é a participação nas comemorações do 2 de Julho, data que celebra a Independência da Bahia, quando o senador deverá aparecer ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante os atos oficiais.

Nos bastidores, a expectativa é de que a agenda do parlamentar seja ampliada já neste fim de semana, com encontros políticos e visitas a municípios baianos. A estratégia faz parte da preparação para o período eleitoral e busca fortalecer a presença de Jaques Wagner junto às lideranças regionais e à população do interior.

Segundo informações atribuídas à direção nacional do PT, a avaliação interna é de que a repercussão da operação da Polícia Federal não deverá comprometer o projeto de reeleição do senador. Integrantes da legenda entendem que as investigações relacionadas ao Banco Master também envolvem agentes políticos de diferentes campos, o que reduziria eventuais impactos exclusivamente sobre a candidatura de Wagner.

Com a retomada da agenda, Jaques Wagner deve concentrar esforços na ampliação do diálogo com prefeitos, vereadores e lideranças locais, reforçando sua atuação política em um momento considerado estratégico para o cenário eleitoral na Bahia.

Redação Saiba+

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Política

Jerônimo homenageia Gilberto Gil pelos 84 anos

Governador da Bahia celebrou a trajetória do cantor nas redes sociais e destacou sua contribuição para a cultura brasileira e a democracia.

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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), homenageou o cantor e compositor Gilberto Gil nesta quinta-feira (26), data em que o artista completa 84 anos. A mensagem foi publicada nas redes sociais e destacou a importância do músico para a cultura baiana, brasileira e para a democracia.

Na publicação, Jerônimo exaltou a trajetória de Gilberto Gil e utilizou referências a algumas de suas obras mais conhecidas. “O gênio e imortal Gilberto Gil, que completa 84 anos hoje, merece o que há de mais belo no mundo, por tudo que já fez pela cultura da Bahia, do Brasil e por nossa democracia. Parabéns pelo seu dia, Gil, e que o ‘Tempo Rei’ transforme essas ‘velhas formas do viver’. Viva e aquele abraço!”, escreveu o governador.

Reconhecido como um dos maiores nomes da música popular brasileira, Gilberto Gil construiu uma carreira marcada pela inovação artística, pela defesa da cultura nacional e pelo compromisso com causas sociais. Ao longo de décadas, o artista se consolidou como referência internacional da música brasileira, sendo um dos principais expoentes do movimento tropicalista.

Nascido em Salvador, em 1942, Gil também teve atuação de destaque na vida pública. Além da carreira musical, ocupou o cargo de ministro da Cultura e tornou-se uma das personalidades brasileiras mais respeitadas no cenário nacional e internacional, acumulando importantes premiações e reconhecimentos.

A homenagem de Jerônimo Rodrigues reforça o legado do cantor, cuja obra atravessa gerações e permanece influenciando artistas e admiradores em todo o mundo. Aos 84 anos, Gilberto Gil segue sendo símbolo da riqueza cultural da Bahia e um dos maiores patrimônios da música brasileira.

Redação Saiba+

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Política

STF mantém ações de improbidade após absolvição criminal

Supremo decide que absolvição na esfera penal não encerra automaticamente processos por improbidade administrativa, salvo em situações previstas em lei.

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O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta quinta-feira (25), que uma absolvição na Justiça criminal não impede, por si só, o prosseguimento de uma ação de improbidade administrativa baseada nos mesmos fatos. A decisão consolida o entendimento da Corte sobre a independência entre as esferas penal e administrativa.

Pelo entendimento firmado pelos ministros, os processos por improbidade administrativa poderão continuar tramitando mesmo após uma absolvição criminal, desde que não estejam presentes hipóteses específicas previstas na legislação.

Segundo o STF, a ação de improbidade somente deverá ser encerrada quando a Justiça criminal reconhecer expressamente que o fato não existiu, que o acusado não foi o autor da conduta ou que sua atuação ocorreu em uma das situações excludentes previstas em lei, como os casos de legítima defesa.

A decisão reforça o princípio da autonomia entre as diferentes esferas de responsabilização jurídica. Isso significa que um mesmo fato pode gerar consequências distintas nas áreas penal, civil e administrativa, conforme as provas produzidas e os critérios aplicáveis em cada processo.

Na prática, o entendimento preserva a possibilidade de responsabilização por atos de improbidade administrativa mesmo quando não houver condenação criminal, desde que existam elementos suficientes para a continuidade da ação.

Especialistas avaliam que a medida contribui para fortalecer os mecanismos de controle da administração pública e amplia a segurança jurídica sobre a aplicação da Lei de Improbidade Administrativa, estabelecendo critérios claros para a relação entre decisões criminais e administrativas.

A decisão do Supremo passa a servir de referência para processos semelhantes em todo o país, orientando o julgamento de ações que envolvam agentes públicos e casos de possível improbidade administrativa.

Redação Saiba+

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Política

Haddad define Márcio França como vice em chapa em SP

Em reunião no Palácio da Alvorada, composição da aliança petista em São Paulo é ajustada com participação de Lula e lideranças políticas.

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Em reunião realizada na quarta-feira no Palácio da Alvorada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), definiu a composição de sua chapa para a disputa eleitoral de outubro. Ficou acertado que o ex-governador e atual vice-presidente da República, Márcio França (PSB), será o candidato a vice na composição.

O encontro ocorreu pouco antes da partida entre Brasil e Escócia pela Copa do Mundo e contou com a presença de diversas lideranças políticas. Segundo informações divulgadas após a reunião, Haddad também afirmou que as ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) disputarão vagas ao Senado na mesma aliança.

Após a conversa, o pré-candidato afirmou em suas redes sociais que os nomes colocados no encontro se colocaram à disposição para compor a chapa e que a decisão final seria formalizada no dia seguinte, reforçando o alinhamento interno do grupo político.

Além de Lula, Haddad e França, participaram da reunião o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e o presidente do PSB, João Campos. O encontro foi marcado por registros fotográficos em que os participantes aparecem vestindo camisas da Seleção Brasileira, em clima de descontração durante a articulação política.

A definição reforça a estratégia de consolidação de alianças entre PT, PSB e Rede, mirando a formação de uma frente ampla para o pleito estadual em São Paulo.

Redação Saiba+

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