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Polícia

Suspeita de financiar facção é presa no Rio

Mulher apontada como responsável pela gestão financeira do Comando Vermelho em cidade mineira foi localizada durante operação policial

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Uma mulher investigada por atuar como braço financeiro do Comando Vermelho (CV) na cidade de Manhuaçu, em Minas Gerais, foi presa na última sexta-feira (3) durante uma operação da Polícia Civil na comunidade do Chapadão, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações, a suspeita estava escondida na comunidade ao lado do companheiro, onde ambos continuavam desempenhando funções ligadas à estrutura financeira da organização criminosa, mesmo vivendo fora de Minas Gerais.

Segundo a Polícia Civil, o casal era responsável por administrar recursos, transmitir ordens e manter atividades da facção em Manhuaçu, utilizando meios de comunicação para coordenar ações em benefício da organização criminosa à distância.

A operação faz parte das ações de combate ao crime organizado e teve como objetivo localizar integrantes apontados como responsáveis pela logística e pelo gerenciamento financeiro da facção. A prisão representa mais um avanço nas investigações voltadas ao enfraquecimento da estrutura operacional do grupo criminoso.

Após a captura, a suspeita foi encaminhada às autoridades competentes, onde permanecerá à disposição da Justiça. As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e aprofundar o mapeamento da atuação da organização criminosa entre os estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro.

A Polícia Civil reforçou que o trabalho de inteligência segue em andamento para combater a atuação de integrantes que continuam exercendo funções estratégicas para facções criminosas, mesmo fora das regiões onde os crimes são praticados.

Redação Saiba+

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Polícia

PF investiga transações entre Marcola e lobista

Marco Aurélio Ribeiro afirma que valores recebidos de Roberta Luchsinger eram referentes a um empréstimo; investigação analisa mensagens e movimentações financeiras.

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A relação financeira entre Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, e a lobista Roberta Luchsinger entrou no radar das investigações da Polícia Federal. Desde que as transações vieram a público, o empresário sustenta que os valores recebidos da lobista em 2024 teriam sido referentes a um empréstimo.

Segundo informações atribuídas à investigação, Roberta teria repassado cerca de R$ 217 mil a Marcola por diferentes meios, incluindo transferências bancárias, pagamento de boletos e aquisição de joias.

O dinheiro teria sido devolvido posteriormente, com correção, totalizando aproximadamente R$ 249 mil. A devolução ocorreu meses atrás, depois de a Polícia Federal já ter apreendido o celular da lobista, segundo o relato sobre o caso.

A versão apresentada por Marcola coloca as mensagens trocadas entre os dois como um dos pontos relevantes para a apuração. Isso porque, para sustentar a caracterização dos valores como empréstimo, a investigação poderá analisar se existem registros de conversas que indiquem que o dinheiro deveria ser devolvido.

As mensagens no WhatsApp podem, nesse contexto, ajudar a esclarecer a natureza da relação financeira. Eventuais referências ao termo “empréstimo” ou compromissos assumidos no momento dos repasses podem ser considerados elementos para avaliar a versão apresentada.

Por outro lado, a ausência dessa indicação nas conversas não seria, isoladamente, suficiente para determinar a natureza das operações, já que a análise de uma transação financeira depende do conjunto de documentos, mensagens e demais elementos reunidos na investigação.

O caso envolve movimentações realizadas em diferentes formatos e passou a receber atenção após a descoberta da relação financeira entre Marcola e Roberta. A PF busca compreender o contexto dos pagamentos e a finalidade dos recursos.

A devolução dos valores também integra o cenário analisado. Conforme as informações divulgadas, os R$ 217 mil inicialmente repassados teriam retornado posteriormente à lobista com atualização, chegando a R$ 249 mil.

A investigação deverá avaliar os registros financeiros e as comunicações entre os envolvidos para verificar se os fatos são compatíveis com a versão de que se tratava de um empréstimo.

Até que as apurações sejam concluídas, a natureza das transações permanece como objeto de investigação, e a existência de movimentações financeiras, por si só, não comprova irregularidade ou crime.

Redação Saiba+

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Polícia

Cinco ônibus são usados como barricadas no Rio

Coletivos foram atravessados em uma via da Cidade de Deus durante operação da Polícia Militar; dez linhas tiveram a circulação afetada.

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Cinco ônibus foram sequestrados e utilizados como barricadas durante uma operação da Polícia Militar na Cidade de Deus, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, na manhã desta quarta-feira. Os coletivos foram posicionados na Estrada Marechal Miguel Salazar Mendes de Moraes, uma das principais vias da região.

Até o momento, não havia informações sobre pessoas feridas em decorrência da ocorrência.

A utilização dos ônibus como barricadas provocou impactos no transporte público e alterou a circulação de diversas linhas que passam pela região. Segundo informações do Rio Ônibus, dez linhas tiveram o itinerário afetado durante a manhã.

Entre as linhas impactadas estavam:

  • 550 – Cidade de Deus x Gávea
  • 900 – Merck x Downtown
  • 990 – Merck x Alvorada
  • 861 – Curicica x Rio das Pedras
  • 368 – Riocentro x Candelária
  • 348 – Riocentro x Candelária via Linha Amarela
  • 600 – Saens Peña x Recreio
  • 611 – Camorim x Del Castilho
  • 353 – Cidade de Deus x Praça XV
  • 691 – Méier x Cidade de Deus

A interrupção provocada pelas barricadas afetou diretamente moradores e passageiros que dependem do transporte coletivo para se deslocar pela região.

De acordo com o Rio Ônibus, por volta das 9h15 a circulação dos coletivos começou a entrar em processo de normalização, após os impactos provocados pela ocorrência.

A ação da Polícia Militar ocorre em uma área marcada por episódios de violência e confrontos entre forças de segurança e grupos criminosos. A situação na região foi acompanhada pelas autoridades ao longo da manhã.

O uso de ônibus como barricadas voltou a causar transtornos à mobilidade urbana, obrigando passageiros e motoristas a enfrentar alterações no transporte em uma das áreas de maior circulação da Zona Sudoeste do Rio.

As circunstâncias envolvendo o sequestro dos coletivos e a instalação das barricadas deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis pela operação.

Redação Saiba+

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Polícia

Dupla é presa após roubo a idoso na Paraíba

Mulheres teriam entrado em luta corporal com comerciante de 78 anos e levado cerca de R$ 1,8 mil do caixa de estabelecimento em Sapé

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Duas mulheres foram presas nesta terça-feira (18) após serem acusadas de roubar um comerciante de 78 anos durante uma luta corporal dentro do estabelecimento da vítima, na cidade de Sapé, na Paraíba.

Segundo informações divulgadas pela Polícia Civil, o idoso estava sozinho no comércio quando foi surpreendido pela dupla. As suspeitas teriam exigido que ele entregasse o dinheiro que estava no caixa.

Ainda conforme a polícia, o comerciante teria se recusado a entregar os valores, dando início a uma luta corporal dentro do estabelecimento. Durante o confronto, as mulheres conseguiram pegar aproximadamente R$ 1.800 em dinheiro e fugiram do local.

Após o crime, as forças de segurança iniciaram as diligências para localizar as suspeitas. As duas mulheres foram encontradas e presas nesta terça-feira, ficando à disposição das autoridades responsáveis pelo caso.

A Polícia Civil informou que a investigação busca esclarecer todos os detalhes da ocorrência e reunir elementos que possam confirmar a participação das suspeitas no roubo.

O caso chama atenção pela idade da vítima e pela violência empregada durante a ação. O comerciante, de 78 anos, estava sozinho no estabelecimento quando foi abordado pela dupla.

A ocorrência será encaminhada para os procedimentos judiciais cabíveis, enquanto as autoridades seguem apurando as circunstâncias do crime.

Redação Saiba+

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