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Polícia

Mãe relata ameaças antes da morte das filhas

Mulher afirmou à polícia que era perseguida pelo ex-companheiro e que relacionamento terminou após episódios de agressão e traição

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Após a morte das filhas Isis Helena e Lais Heloísa, de 3 e 5 anos, a mãe das meninas relatou à polícia que vinha sendo perseguida e ameaçada pelo ex-companheiro, Breno de Sousa Castro, de 24 anos.

Segundo o depoimento prestado aos investigadores, o homem não aceitava o fim do relacionamento, que durou cerca de oito anos e chegou ao fim em março.

A mulher contou ainda que decidiu terminar a relação após episódios de agressão e traição. De acordo com o relato apresentado à polícia, as situações de violência teriam ocorrido antes da separação.

Um dos pontos destacados no depoimento é que as supostas agressões não foram denunciadas nem registradas anteriormente pelas autoridades.

O relato passou a integrar as informações analisadas pelos investigadores após a morte das duas crianças. As autoridades deverão apurar as circunstâncias do caso e verificar os antecedentes da relação entre os adultos envolvidos.

A investigação também deverá esclarecer a dinâmica dos acontecimentos que levaram à morte das meninas e reunir elementos para determinar eventuais responsabilidades.

O caso provocou comoção e chama atenção para a importância da identificação e do enfrentamento de situações de violência doméstica, ameaças e perseguição, especialmente quando há histórico de conflitos entre ex-companheiros.

Redação Saiba+

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Polícia

Recém-nascida desaparecida é encontrada no Paraguai

Bebê foi localizada em Pedro Juan Caballero com um casal, que acabou preso em flagrante; criança foi repatriada para o Brasi

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Uma recém-nascida que havia desaparecido em Campo Grande (MS) na última quinta-feira (6) foi encontrada na madrugada deste domingo (9), em Pedro Juan Caballero, no Paraguai.

Segundo as informações divulgadas sobre o caso, a bebê estava com um casal no momento em que foi localizada. Os dois foram presos em flagrante pelas autoridades paraguaias e a criança foi encaminhada de volta ao Brasil.

Após a localização, a recém-nascida foi repatriada e levada ao Conselho Tutelar de Ponta Porã, cidade sul-mato-grossense que faz fronteira com o Paraguai.

De acordo com o órgão, a bebê está segura e passa bem. A localização encerra uma etapa das buscas que mobilizaram autoridades brasileiras e paraguaias desde o desaparecimento registrado em Campo Grande.

A ocorrência também deverá ser investigada pelas autoridades para esclarecer como a recém-nascida deixou o Brasil, quem participou da retirada da criança e quais eram as circunstâncias que envolveram o deslocamento até Pedro Juan Caballero.

A atuação conjunta das autoridades dos dois países foi fundamental para a localização da bebê e para o retorno ao território brasileiro.

As investigações continuam para esclarecer todos os detalhes do caso e identificar eventuais responsabilidades relacionadas ao desaparecimento e à transferência da criança para o Paraguai.

Redação Saiba+

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Polícia

Delegado aposentado morre atropelado em PE

Reginaldo Lopes da Silva, de 66 anos, foi atingido por um carro enquanto tentava atravessar uma pista em Abreu e Lima

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O delegado aposentado Reginaldo Lopes da Silva, de 66 anos, morreu na noite deste domingo (9) após ser atropelado em Abreu e Lima, em Pernambuco.

Segundo informações repassadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente aconteceu quando o delegado aposentado, que também atuava como advogado, tentava atravessar a pista e foi atingido por um carro.

O impacto provocou ferimentos graves, e o óbito foi constatado ainda no local do acidente. Equipes responsáveis pelo atendimento foram acionadas para a ocorrência.

Reginaldo Lopes da Silva havia encerrado a carreira como delegado e também exercia a advocacia. A morte ocorreu no início da noite e mobilizou equipes que atuaram no atendimento da ocorrência.

As circunstâncias do atropelamento deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. Informações sobre o motorista e as condições em que o acidente aconteceu poderão contribuir para esclarecer a dinâmica da colisão.

O caso chama atenção para os riscos enfrentados por pedestres ao atravessar rodovias e vias de grande circulação, especialmente em trechos de intenso fluxo de veículos.

Redação Saiba+

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Polícia

Criminosos recorrem à harmonização para fugir da polícia

Procedimentos estéticos são usados em tentativas de dificultar identificação, mas investigação e tecnologia continuam localizando suspeitos

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Alguns criminosos no Rio de Janeiro têm recorrido a procedimentos de harmonização facial na tentativa de dificultar a própria identificação e escapar das autoridades. A estratégia busca alterar características físicas e reduzir a eficácia de mecanismos de reconhecimento utilizados durante investigações.

Segundo informações divulgadas pela imprensa, a prática passou a chamar atenção das autoridades justamente por envolver mudanças na aparência de pessoas que já são alvo de investigações ou possuem antecedentes criminais.

Procedimento discreto para tentar despistar autoridades

Se no passado criminosos eram frequentemente identificados por apelidos e características físicas marcantes, agora alguns suspeitos estariam tentando modificar a própria aparência como estratégia para dificultar o trabalho policial.

Os procedimentos seriam realizados de maneira discreta, com alterações no rosto que podem modificar características visuais utilizadas para identificação. A intenção seria dificultar o reconhecimento por parte de testemunhas e sistemas tecnológicos.

Apesar das tentativas, as mudanças na aparência não têm sido suficientes para impedir a localização e a prisão de suspeitos. Técnicas de investigação e diferentes métodos de identificação permitem que as autoridades cruzem informações e reúnam outros elementos para confirmar a identidade dos investigados.

O avanço das tecnologias de reconhecimento facial também passou a integrar as ferramentas utilizadas pelas forças de segurança, embora a identificação de suspeitos dependa de um conjunto de procedimentos investigativos.

A prática chama atenção para uma nova frente no enfrentamento ao crime organizado, na qual criminosos tentam utilizar recursos estéticos para dificultar o trabalho das autoridades.

Redação Saiba+

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