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Polícia

Câmeras escondidas são encontradas na Suburbana

Equipamentos estavam camuflados em vasos de plantas na Avenida Afrânio Peixoto e teriam sido instalados para monitorar a movimentação de viaturas.

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Duas câmeras utilizadas para monitorar a movimentação na Avenida Afrânio Peixoto, conhecida como Suburbana, em Salvador, foram encontradas escondidas dentro de vasos de plantas nesta terça-feira (18).

Segundo informações da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), os equipamentos estavam camuflados e teriam sido instalados com o objetivo de acompanhar a movimentação na região.

A principal suspeita das autoridades é de que integrantes de uma organização criminosa tenham instalado as câmeras para monitorar a passagem de viaturas policiais. A estratégia, caso confirmada, poderia permitir que os criminosos acompanhassem a presença e o deslocamento das forças de segurança nas proximidades.

A localização dos equipamentos chamou atenção justamente pela forma utilizada para escondê-los. As câmeras estavam dentro de vasos de plantas, dificultando a identificação por quem circulava pelo local.

O monitoramento clandestino de vias públicas pode ser utilizado por organizações criminosas para obter informações sobre operações policiais, deslocamento de viaturas e presença de agentes em determinadas áreas.

As circunstâncias da instalação dos equipamentos deverão ser apuradas pelas autoridades. A investigação deve buscar identificar quem colocou as câmeras no local e se havia outros pontos de monitoramento espalhados pela região.

A Avenida Afrânio Peixoto é uma das principais vias de ligação do Subúrbio Ferroviário de Salvador e possui intenso fluxo de veículos diariamente. A descoberta dos equipamentos reforça a preocupação das forças de segurança com estratégias utilizadas por grupos criminosos para acompanhar a atuação policial.

Os dispositivos encontrados deverão passar por análise, que poderá contribuir para identificar como funcionavam e, eventualmente, quem estava responsável pelo monitoramento.

Redação Saiba+

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Polícia

Homem é preso por exploração sexual de criança em Brasília

Suspeito de 38 anos teria oferecido R$ 300 a uma criança de 11 anos; policiais foram acionados por testemunhas e interromperam a ação.

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Um homem de 38 anos foi preso nesta terça-feira (18), em Brasília, suspeito de exploração sexual de uma criança de apenas 11 anos. O caso foi registrado no Distrito Federal após testemunhas presenciarem a abordagem do suspeito e acionarem a Polícia Militar.

Segundo os relatos apresentados aos policiais, o homem teria oferecido R$ 300 à criança em troca de manter relações sexuais com ele. Diante da denúncia, uma equipe do 3º BPM (Asa Norte) foi imediatamente deslocada até o local indicado.

Os policiais conseguiram localizar e abordar o suspeito antes que a situação prosseguisse. A intervenção da equipe policial resultou na interrupção do ato e na prisão do homem, que foi encaminhado para as providências legais cabíveis.

O caso envolve uma vítima de apenas 11 anos e será investigado pelas autoridades competentes. A legislação brasileira estabelece proteção especial para crianças e adolescentes e prevê punições para crimes relacionados à exploração e violência sexual contra menores.

A atuação das testemunhas foi fundamental para o acionamento rápido das forças de segurança. A denúncia imediata permitiu que os policiais chegassem ao local e impedissem a continuidade da situação de violência.

Casos dessa natureza reforçam a importância de comunicar imediatamente às autoridades qualquer suspeita de violência ou exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes. A identificação e a interrupção precoce dessas situações são fundamentais para proteger as vítimas e responsabilizar os suspeitos.

O homem preso permanece à disposição da Justiça, enquanto as autoridades devem prosseguir com os procedimentos necessários para esclarecer todos os detalhes do caso.

Redação Saiba+

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Polícia

Homem é condenado por tatuar adolescentes sem autorização

Réu recebeu pena de dois anos, sete meses e 15 dias em regime semiaberto após realizar tatuagens em duas adolescentes de 15 e 16 anos, sem autorização dos responsáveis

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Um homem foi condenado a dois anos, sete meses e 15 dias de prisão em regime semiaberto após tatuar duas adolescentes de 15 e 16 anos sem autorização dos pais. O caso ocorreu em Minas Gerais e envolveu um procedimento realizado de forma improvisada, em via pública e sem condições adequadas de higiene.

Segundo a denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), o episódio aconteceu em outubro de 2019. Na ocasião, o homem teria tatuado os antebraços das duas adolescentes com as palavras “pai e mãe”.

O procedimento, conforme descrito no processo, foi realizado sem a autorização dos responsáveis legais pelas adolescentes e fora de um ambiente apropriado para a realização de tatuagens.

A condenação levou em consideração as circunstâncias do caso e a condição das vítimas, que eram menores de idade quando foram submetidas ao procedimento.

Além da questão relacionada à ausência de autorização dos responsáveis, o caso também chamou atenção pelas condições inadequadas de higiene em que as tatuagens teriam sido realizadas. Procedimentos desse tipo exigem cuidados sanitários específicos para reduzir riscos de infecções e outras complicações.

A decisão judicial estabelece que o condenado deverá cumprir a pena inicialmente em regime semiaberto, conforme determinado no processo.

O caso reforça a importância de que procedimentos que envolvam menores de idade sejam realizados dentro das exigências legais e com o devido acompanhamento dos responsáveis. Também evidencia os riscos associados à realização de procedimentos estéticos ou corporais em locais improvisados e sem condições sanitárias adequadas.

As adolescentes tinham 15 e 16 anos na época dos fatos, e a ausência de autorização dos pais foi um dos elementos centrais da acusação apresentada pelo Ministério Público.

A condenação encerra uma etapa do processo judicial iniciado a partir da denúncia e reforça a responsabilização do acusado pelas circunstâncias envolvendo as tatuagens realizadas nas duas menores.

Redação Saiba+

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Polícia

Criança de 4 anos morre e caso é investigado em Porto Alegre

Samylle Valentina Borba Ramiro chegou sem vida a uma UPA com manchas roxas e diversas lesões pelo corpo; Polícia Civil apura as circunstâncias da morte.

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Uma criança de 4 anos morreu após dar entrada na UPA Bom Jesus, em Porto Alegre, na segunda-feira (17). Identificada como Samylle Valentina Borba Ramiro, a menina chegou à unidade de saúde já sem vida e apresentava manchas roxas e diversas lesões pelo corpo.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da morte e determinar quando e como os ferimentos foram provocados.

Segundo a delegada Alice Fernandes, da 3ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, a criança apresentava lesões em diferentes partes do corpo. Entre as áreas mencionadas estão a cabeça, as nádegas e as pernas.

“Como a criança apresentava diversas lesões, não sabemos o tempo dessas lesões. Só a perícia vai poder afirmar”, afirmou a delegada em entrevista.

A investigação deverá contar com o trabalho da perícia para identificar a natureza dos ferimentos e estabelecer uma possível cronologia das lesões. Os exames periciais serão fundamentais para esclarecer as circunstâncias da morte.

A Polícia Civil também deverá reunir depoimentos e outras informações que possam ajudar a reconstruir os momentos que antecederam a chegada da menina à unidade de saúde.

O caso causou comoção e mobilizou as autoridades responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes. A investigação segue em andamento, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço dos trabalhos policiais e periciais.

As circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas, e a conclusão sobre a causa e a dinâmica dos acontecimentos dependerá dos resultados da perícia e das demais diligências realizadas pelos investigadores.

Redação Saiba+

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