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Polícia

Criança de 4 anos morre e caso é investigado em Porto Alegre

Samylle Valentina Borba Ramiro chegou sem vida a uma UPA com manchas roxas e diversas lesões pelo corpo; Polícia Civil apura as circunstâncias da morte.

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Uma criança de 4 anos morreu após dar entrada na UPA Bom Jesus, em Porto Alegre, na segunda-feira (17). Identificada como Samylle Valentina Borba Ramiro, a menina chegou à unidade de saúde já sem vida e apresentava manchas roxas e diversas lesões pelo corpo.

O caso está sendo investigado pela Polícia Civil, que busca esclarecer as circunstâncias da morte e determinar quando e como os ferimentos foram provocados.

Segundo a delegada Alice Fernandes, da 3ª Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, a criança apresentava lesões em diferentes partes do corpo. Entre as áreas mencionadas estão a cabeça, as nádegas e as pernas.

“Como a criança apresentava diversas lesões, não sabemos o tempo dessas lesões. Só a perícia vai poder afirmar”, afirmou a delegada em entrevista.

A investigação deverá contar com o trabalho da perícia para identificar a natureza dos ferimentos e estabelecer uma possível cronologia das lesões. Os exames periciais serão fundamentais para esclarecer as circunstâncias da morte.

A Polícia Civil também deverá reunir depoimentos e outras informações que possam ajudar a reconstruir os momentos que antecederam a chegada da menina à unidade de saúde.

O caso causou comoção e mobilizou as autoridades responsáveis pela proteção de crianças e adolescentes. A investigação segue em andamento, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço dos trabalhos policiais e periciais.

As circunstâncias da morte ainda não foram esclarecidas, e a conclusão sobre a causa e a dinâmica dos acontecimentos dependerá dos resultados da perícia e das demais diligências realizadas pelos investigadores.

Redação Saiba+

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Polícia

Operação mira facção criminosa no Sul da Bahia

Ação mobiliza cerca de 150 policiais para cumprir 18 mandados contra suspeitos de envolvimento com tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

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Uma operação de combate ao crime organizado foi deflagrada na madrugada desta terça-feira (18) no Sul da Bahia, com o objetivo de atingir integrantes de uma facção criminosa com atuação na região.

A ação é conduzida por equipes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) Ilhéus, em conjunto com as polícias Civil e Militar da Bahia. Ao todo, cerca de 150 policiais participam da operação.

Durante a ofensiva, estão sendo cumpridos 18 mandados de prisão e de busca e apreensão contra pessoas investigadas por envolvimento com atividades criminosas. Entre os crimes apurados estão tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

Os cercos foram planejados para atingir integrantes e estruturas ligadas à organização criminosa. As equipes atuam de forma integrada para localizar os alvos dos mandados e recolher materiais que possam contribuir para o avanço das investigações.

A atuação conjunta das forças de segurança faz parte da estratégia de combate às organizações criminosas que operam no interior da Bahia. A integração entre as polícias e a FICCO busca enfraquecer tanto a estrutura operacional quanto o financiamento das facções.

Além da prisão de suspeitos, as buscas podem contribuir para a identificação de outros integrantes e para o levantamento de informações sobre a movimentação financeira do grupo investigado.

A operação também reforça o enfrentamento ao tráfico de drogas no Sul da Bahia, região que vem sendo alvo de ações das forças de segurança para combater grupos criminosos e reduzir a atuação de organizações ligadas ao comércio ilegal de entorpecentes.

A ofensiva segue em andamento, e os resultados das diligências devem contribuir para esclarecer a participação de cada investigado e ampliar o alcance das investigações.

As autoridades deverão divulgar novas informações sobre prisões, apreensões e outros desdobramentos da operação à medida que as ações forem concluídas.

Redação Saiba+

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Polícia

Operação mira falso banco ligado a igreja

Ação Golpe da Fé cumpre 38 mandados de busca e apreensão contra grupo suspeito de aplicar golpes financeiros, operar esquema de pirâmide e lavar dinheiro.

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Uma operação policial deflagrada nesta terça-feira mira uma organização criminosa suspeita de aplicar golpes financeiros e lavar dinheiro por meio de um falso banco digital ligado a uma igreja evangélica. Batizada de Golpe da Fé, a ação busca desarticular um esquema que teria atraído vítimas com a promessa de rendimentos elevados.

Ao todo, estão sendo cumpridos 38 mandados de busca e apreensão contra pessoas investigadas por participação no esquema. Segundo as informações da investigação, o grupo teria estruturado uma espécie de pirâmide financeira, oferecendo aos participantes a possibilidade de obter ganhos de até 10% ao mês.

A promessa de retorno financeiro teria sido utilizada como principal estratégia para conquistar novos investidores. Com a entrada de novos participantes, o esquema teria movimentado recursos de forma irregular e provocado prejuízo superior a R$ 1 milhão.

As diligências ocorrem em diferentes pontos dos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo. As equipes realizam buscas em endereços localizados na capital fluminense, Niterói, São Gonçalo, Duque de Caxias e na cidade de São Paulo.

De acordo com as investigações, a estrutura utilizada pelo grupo teria se apresentado como um banco digital, criando uma aparência de legitimidade para atrair pessoas interessadas em investimentos e serviços financeiros.

O vínculo com uma igreja evangélica também está no centro das apurações. A utilização de uma instituição religiosa como elemento de credibilidade teria contribuído para ampliar a confiança de potenciais vítimas e facilitar a captação de recursos.

A operação também investiga a possível utilização do esquema para lavagem de dinheiro, buscando identificar a origem, movimentação e destino dos valores obtidos por meio das atividades investigadas.

A Operação Golpe da Fé representa uma ofensiva contra crimes financeiros que utilizam promessas de ganhos rápidos e estruturas aparentemente legítimas para atrair vítimas. A investigação pretende identificar todos os envolvidos e dimensionar a extensão do prejuízo causado pelo esquema.

Com o cumprimento dos mandados, as autoridades devem reunir novos elementos para esclarecer o funcionamento da organização, a participação de cada investigado e a eventual existência de outros envolvidos.

Redação Saiba+

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Polícia

PF deflagra operação contra tráfico de maconha

Operação Colheita Proibida investiga organização criminosa envolvida no cultivo, beneficiamento, transporte e distribuição interestadual da droga.

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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (18), a Operação Colheita Proibida, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa suspeita de atuar no cultivo ilícito de maconha, beneficiamento, transporte e distribuição interestadual da droga.

A investigação mira a estrutura financeira e logística do grupo, que teria participação em diferentes etapas da cadeia de produção e comercialização do entorpecente. A ação busca reunir elementos para esclarecer o funcionamento da organização e identificar os envolvidos nas atividades criminosas.

Entre as medidas determinadas pela Justiça está o bloqueio de até R$ 50 milhões em contas vinculadas a 36 pessoas físicas e jurídicas. A decisão também prevê o sequestro de cinco imóveis relacionados aos investigados.

As medidas patrimoniais fazem parte da estratégia de combate ao financiamento e à estrutura econômica de organizações criminosas. Ao atingir recursos e bens associados às atividades investigadas, a operação busca impedir que o patrimônio continue sendo utilizado para sustentar o esquema.

A Operação Colheita Proibida também representa uma ofensiva contra o tráfico interestadual de drogas, uma vez que a investigação aponta para uma estrutura responsável não apenas pelo cultivo e beneficiamento da maconha, mas também pelo transporte e distribuição do entorpecente entre diferentes estados.

As ações realizadas nesta terça-feira integram o trabalho de investigação conduzido pela Polícia Federal para identificar a extensão da organização e responsabilizar os envolvidos.

Com o bloqueio milionário e o sequestro de imóveis, a operação também mira o patrimônio acumulado a partir das atividades criminosas investigadas, reforçando a atuação das autoridades no enfrentamento às organizações responsáveis pelo tráfico de drogas.

O nome da operação, “Colheita Proibida”, faz referência à atividade de cultivo ilícito que está no centro das investigações.

Redação Saiba+

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