Polícia
PF investiga transações entre Marcola e lobista
Marco Aurélio Ribeiro afirma que valores recebidos de Roberta Luchsinger eram referentes a um empréstimo; investigação analisa mensagens e movimentações financeiras.

A relação financeira entre Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, e a lobista Roberta Luchsinger entrou no radar das investigações da Polícia Federal. Desde que as transações vieram a público, o empresário sustenta que os valores recebidos da lobista em 2024 teriam sido referentes a um empréstimo.
Segundo informações atribuídas à investigação, Roberta teria repassado cerca de R$ 217 mil a Marcola por diferentes meios, incluindo transferências bancárias, pagamento de boletos e aquisição de joias.
O dinheiro teria sido devolvido posteriormente, com correção, totalizando aproximadamente R$ 249 mil. A devolução ocorreu meses atrás, depois de a Polícia Federal já ter apreendido o celular da lobista, segundo o relato sobre o caso.
A versão apresentada por Marcola coloca as mensagens trocadas entre os dois como um dos pontos relevantes para a apuração. Isso porque, para sustentar a caracterização dos valores como empréstimo, a investigação poderá analisar se existem registros de conversas que indiquem que o dinheiro deveria ser devolvido.
As mensagens no WhatsApp podem, nesse contexto, ajudar a esclarecer a natureza da relação financeira. Eventuais referências ao termo “empréstimo” ou compromissos assumidos no momento dos repasses podem ser considerados elementos para avaliar a versão apresentada.
Por outro lado, a ausência dessa indicação nas conversas não seria, isoladamente, suficiente para determinar a natureza das operações, já que a análise de uma transação financeira depende do conjunto de documentos, mensagens e demais elementos reunidos na investigação.
O caso envolve movimentações realizadas em diferentes formatos e passou a receber atenção após a descoberta da relação financeira entre Marcola e Roberta. A PF busca compreender o contexto dos pagamentos e a finalidade dos recursos.
A devolução dos valores também integra o cenário analisado. Conforme as informações divulgadas, os R$ 217 mil inicialmente repassados teriam retornado posteriormente à lobista com atualização, chegando a R$ 249 mil.
A investigação deverá avaliar os registros financeiros e as comunicações entre os envolvidos para verificar se os fatos são compatíveis com a versão de que se tratava de um empréstimo.
Até que as apurações sejam concluídas, a natureza das transações permanece como objeto de investigação, e a existência de movimentações financeiras, por si só, não comprova irregularidade ou crime.
Polícia
PM-BA condecora desembargador em Salvador
Raimundo Sérgio Sales Cafezeiro recebeu a Medalha Cel PM Liberato de Carvalho durante solenidade realizada na Vila Militar do Bonfim.

A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) condecorou o desembargador Raimundo Sérgio Sales Cafezeiro durante uma solenidade realizada na manhã desta quinta-feira (20), em Salvador. O magistrado recebeu a Medalha Cel PM Liberato de Carvalho em cerimônia realizada na Área Cívica da Vila Militar do Bonfim.
A honraria foi concedida por indicação do Comando-Geral da Polícia Militar, com aval do Conselho do Mérito Policial-Militar e oficialização pelo governo estadual.
Criada com o objetivo de reconhecer pessoas que contribuem para o fortalecimento da segurança pública, a medalha destaca ações de colaboração institucional e serviços prestados à sociedade baiana.
A cerimônia reuniu representantes da corporação e autoridades, reforçando a aproximação institucional entre a Polícia Militar e o Poder Judiciário.
A homenagem a Cafezeiro reconhece sua atuação e a contribuição para iniciativas relacionadas à cooperação entre instituições públicas na Bahia.
Polícia
Aluna do CPM é vítima de estupro em Salvador
Estudante teria buscado proteção na Igreja do Bonfim após perceber que estava sendo perseguida, mas acabou abordada pelo suspeito ao deixar o local.

Uma aluna do Colégio da Polícia Militar (CPM) foi vítima de estupro na noite desta quarta-feira (19), na Cidade Baixa, em Salvador. Segundo informações sobre o caso, a estudante teria tentado se proteger ao perceber que estava sendo perseguida e buscou abrigo na Igreja do Bonfim.
A vítima estaria a caminho de um ponto de ônibus quando percebeu a presença de um homem a seguindo. Diante da situação, ela entrou na Igreja do Bonfim e permaneceu no templo durante alguns minutos, na tentativa de se proteger.
No entanto, segundo o relato, ao deixar a igreja, a estudante teria sido novamente abordada pelo suspeito. O homem estaria armado e, mediante ameaça, teria conduzido a vítima até um banheiro, onde teria cometido o estupro.
O caso mobilizou as forças de segurança e deverá ser investigado para identificar e localizar o responsável pelo crime. A investigação busca esclarecer a dinâmica da ocorrência e reunir elementos que possam auxiliar na identificação do suspeito.
A ocorrência também chama atenção para a importância de mecanismos de proteção e acolhimento a vítimas de violência sexual, especialmente em situações em que a pessoa tenta buscar ajuda em locais públicos ou instituições.
As circunstâncias do crime deverão ser apuradas pelas autoridades competentes. Informações sobre a identidade da vítima são preservadas em respeito à legislação e à proteção de pessoas vítimas de violência sexual.
O caso deverá seguir sob investigação, enquanto as autoridades trabalham para reunir informações, imagens e eventuais testemunhos que possam contribuir para a elucidação do crime.
Polícia
Advogada é morta a tiros enquanto passeava com cachorro
Ana Walesca do Nascimento Gomes, de 34 anos, foi baleada em Maceió; um suspeito foi preso e outro morreu após confronto com policiais.

A advogada Ana Walesca do Nascimento Gomes, de 34 anos, foi assassinada a tiros enquanto passeava com o cachorro, na terça-feira (18), em Maceió, Alagoas. O crime aconteceu na Avenida Cachoeira do Meirim, no bairro Benedito Bentes.
Segundo informações da Polícia Civil, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta. O passageiro teria descido do veículo e efetuado os disparos contra a advogada.
Ana Walesca foi atingida e recebeu atendimento médico após o ataque. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.
A investigação policial avançou após a identificação de dois suspeitos de envolvimento no crime. Um deles foi preso pelas autoridades, enquanto o segundo, apontado como possível autor dos disparos, morreu durante uma troca de tiros com policiais.
As circunstâncias e a motivação do assassinato ainda são investigadas. A Polícia Civil busca esclarecer a participação de cada suspeito e entender o que teria motivado o ataque contra a advogada.
O caso provocou repercussão em Maceió e mobilizou as forças de segurança. A investigação deverá reunir depoimentos, imagens de câmeras de segurança e outros elementos que possam ajudar na reconstrução da dinâmica do crime.
A morte de Ana Walesca é tratada como um caso de homicídio, e os trabalhos policiais continuam para esclarecer completamente o episódio e identificar eventuais outros envolvidos.
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