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Polícia

Homem é preso por tráfico de drogas em Anguera

Operação Vale da Paz apreendeu cocaína, balança e materiais usados para acondicionar entorpecentes; câmeras clandestinas também foram removidas

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Um homem de 35 anos foi preso no sábado (29), em Anguera, no interior da Bahia, durante uma nova fase da Operação Vale da Paz, conduzida por equipes da Delegacia Territorial (DT) do município.

Segundo as informações divulgadas pela polícia, o suspeito foi localizado em uma residência onde foram encontradas porções de cocaína, uma balança e materiais utilizados para o acondicionamento de drogas.

Durante a ação, os agentes também identificaram câmeras de videomonitoramento clandestinas instaladas em postes da rede pública. Os equipamentos foram removidos pelas equipes.

A operação teve ainda como objetivo cumprir um mandado de prisão contra outro investigado por tráfico de drogas. No entanto, o segundo alvo não foi localizado no endereço indicado durante as diligências.

A nova etapa da Operação Vale da Paz faz parte das ações de combate ao tráfico de drogas e à atuação de grupos criminosos na região. As investigações devem continuar para localizar outros envolvidos e esclarecer a utilização dos equipamentos clandestinos identificados durante a operação.

O homem preso foi encaminhado às autoridades competentes para adoção das medidas legais cabíveis.

Redação Saiba+

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Polícia

Sergipe reforça policiamento na divisa com a Bahia

Nova companhia do Batalhão de Polícia de Caatinga será instalada em Carira para ampliar a segurança no Agreste sergipano

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A segurança pública na região do Agreste de Sergipe ganhará um novo reforço com a implantação de uma Companhia do Batalhão de Polícia de Caatinga (BPCaatinga) em Carira, município localizado na região de divisa com a Bahia.

A nova unidade foi anunciada pela Secretaria da Segurança Pública de Sergipe e deverá ampliar a presença das forças policiais em uma área considerada estratégica para o estado.

Segundo a pasta, a implantação da companhia atende a uma reivindicação da comunidade e da população do Agreste, que passará a contar com uma estrutura permanente e especializada para o policiamento.

A expectativa é de que a unidade comece a funcionar nos próximos dias, fortalecendo as ações de prevenção e combate à criminalidade na região.

A presença do BPCaatinga em Carira também deve contribuir para uma atuação mais direcionada às características do território do Agreste, além de ampliar a capacidade de resposta das forças de segurança em uma área próxima à divisa entre Sergipe e Bahia.

Com a nova estrutura, o governo estadual busca aproximar o policiamento especializado da população e reforçar a segurança nos municípios da região.

Redação Saiba+

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Polícia

STJ nega habeas corpus a tenente-coronel réu por feminicídio

Geraldo Leite Rosa Neto está preso desde março e é acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves Santana, em São Paulo

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O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido liminar de habeas corpus apresentado pela defesa do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 54 anos, réu pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32.

A policial foi encontrada com um tiro na cabeça em fevereiro, no apartamento onde o casal morava, no bairro do Brás, região central de São Paulo. Geraldo Leite Rosa Neto nega ter cometido o crime e sustenta a versão de que a esposa teria tirado a própria vida.

Além da acusação relacionada à morte da policial, o militar também responde por fraude processual. Ele está preso preventivamente desde 18 de março, no Presídio Militar Romão Gomes, localizado na Zona Norte da capital paulista.

Com a decisão do STJ, o pedido liminar para que o tenente-coronel fosse colocado em liberdade foi rejeitado. O caso continua sob análise da Justiça, enquanto a defesa mantém a versão apresentada pelo acusado.

A investigação e o processo deverão esclarecer as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana e as demais acusações atribuídas ao militar. Até o momento, Geraldo Leite Rosa Neto nega a prática do feminicídio.

Redação Saiba+

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Polícia

29 milhões de brasileiras relatam violência doméstica

Levantamento do Senado aponta que a maioria das vítimas não procura autoridades, revelando uma subnotificação preocupante dos casos de violência de gênero

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Uma atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma do Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) do Senado Federal, revela um cenário preocupante no Brasil. Segundo o levantamento, 29 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses.

Apesar da dimensão do problema, a grande maioria das vítimas não buscou ajuda. 93,6% das mulheres que relataram ter passado por situações de violência não procuraram uma delegacia, o Ligue 180 ou o telefone 190.

Os dados também apontam para uma dificuldade no reconhecimento das próprias situações de violência. Apenas 4% das entrevistadas afirmaram espontaneamente ter sofrido violência doméstica no período analisado.

Quando as participantes foram questionadas sobre situações específicas, sem que o termo “violência” fosse utilizado nas perguntas, o percentual aumentou significativamente, chegando a 33%. O resultado indica que muitas mulheres podem vivenciar situações de agressão, controle ou abuso sem necessariamente identificá-las imediatamente como violência doméstica.

Outro dado chama atenção para o tamanho da subnotificação. O número de casos que não chegou ao conhecimento das autoridades é aproximadamente 14,6 vezes maior do que o grupo que formalizou uma denúncia ou acionou algum mecanismo de proteção, que corresponde a 6,4%.

O levantamento reforça a importância de ampliar a informação sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher e facilitar o acesso aos canais de denúncia e proteção. A identificação da violência é considerada um passo fundamental para que vítimas possam buscar apoio e interromper ciclos de agressão.

Redação Saiba+

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