Polícia
Justiça nega prisão de padre investigado
Sacerdote é investigado por crimes sexuais contra coroinhas em Ribeirão Preto; inquérito retorna à delegacia para novas diligências

A Justiça de São Paulo negou o pedido de prisão preventiva do padre Mário Reis da Silveira, investigado por suspeitas de estupro de vulnerável e importunação sexual contra coroinhas da Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim, em Ribeirão Preto, no interior paulista.
O pedido de prisão havia sido apresentado pela Polícia Civil em 13 de agosto, após a conclusão do inquérito policial na semana passada. Com a decisão judicial, o sacerdote não será submetido à prisão preventiva neste momento.
Investigação terá novas diligências
Diante da decisão, os autos do inquérito retornaram à Delegacia de Polícia responsável pelo caso para o cumprimento de diligências que ainda estão pendentes.
A investigação envolve denúncias relacionadas a supostos crimes sexuais contra coroinhas que frequentavam a Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim. As autoridades ainda devem realizar as medidas consideradas necessárias para a conclusão da apuração.
A defesa do padre nega as acusações e afirma que ele é inocente. Em manifestação sobre o caso, os advogados declararam confiança na condução da investigação pelas instituições responsáveis.
A negativa da prisão preventiva não encerra o procedimento. O caso continua sob investigação, e novas diligências poderão ser realizadas antes de uma eventual definição sobre os próximos passos judiciais.
Polícia
Justiça mantém prisão de seguranças suspeitos
Investigados pela morte de ciclista em Copacabana foram submetidos à audiência de custódia neste sábado

A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a prisão temporária dos dois seguranças investigados pela morte do ciclista Cláudio Rafael Landeiro, em um caso que ganhou repercussão após a vítima ser confundida com um suposto ladrão de bicicletas.
O crime aconteceu no último dia 11, no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo as investigações, os seguranças teriam agredido Cláudio, que não resistiu aos ferimentos.
Os investigados Davi Santos Machado e Jorge Luiz Machado Dias passaram por audiência de custódia neste sábado (22). Durante a análise, o juiz Rafael de Almeida Rezende avaliou a situação das prisões e concluiu que os mandados foram expedidos regularmente.
Prisão temporária é mantida
De acordo com a decisão, os mandados de prisão permanecem válidos e dentro do prazo estabelecido pela Justiça, não havendo, neste momento, determinação para a soltura dos investigados.
O caso segue em investigação para esclarecer as circunstâncias da abordagem e da agressão que terminou com a morte do ciclista. A apuração também deverá buscar esclarecer como ocorreu a confusão que levou os seguranças a suspeitarem que Cláudio estaria envolvido em um possível furto.
A manutenção das prisões permite que as autoridades avancem na coleta de depoimentos, imagens e demais elementos que possam ajudar a esclarecer a dinâmica do crime e a eventual responsabilidade dos investigados.
Polícia
Mulher é presa após matar o pai em Bragança Paulista
Suspeita de 30 anos teria transmitido o crime pelas redes sociais; vítima, de 62 anos, era cadeirante

Uma mulher de 30 anos, identificada como Edilene, foi presa na sexta-feira (21) após ser suspeita de matar o próprio pai, Osmar Ferreira, de 62 anos, a facadas, em Bragança Paulista, no interior de São Paulo.
Segundo informações da polícia, o crime teria sido transmitido ao vivo pelas redes sociais por meio do celular da mulher. A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar depois que vizinhos ouviram gritos vindos da residência.
Ao chegarem ao imóvel, os policiais encontraram Edilene próxima ao corpo do pai. Osmar Ferreira era cadeirante e foi localizado morto sobre a cama.
A mulher foi detida no local e encaminhada às autoridades. As circunstâncias que antecederam o crime e a possível motivação do homicídio deverão ser investigadas pela Polícia Civil.
O caso permanece sob apuração, e a suspeita deverá responder judicialmente pelas acusações relacionadas à morte do pai.
Polícia
Policial civil é preso por suspeita de dar apoio a sequestro
Milton Massaru Nakayama é investigado por suposta participação em crime ocorrido na zona leste de São Paulo; outro agente apontado no caso está foragido

O policial civil Milton Massaru Nakayama, conhecido como Japa, foi preso na manhã deste sábado (22) sob suspeita de ter dado cobertura no sequestro de um homem de 34 anos ocorrido no último dia 12, na zona leste de São Paulo.
De acordo com as informações divulgadas sobre o caso, Nakayama teria auxiliado o também policial civil Rafael Juergen Shult, que é considerado foragido da Justiça e também é investigado por supostamente liderar um grupo armado com atuação nas zonas leste e oeste da capital paulista.
A vítima do sequestro é apontada nas investigações como um suposto criminoso. O caso mobiliza as autoridades diante da suspeita de envolvimento de agentes públicos em uma ação criminosa.
A prisão de Nakayama representa um novo avanço nas investigações, enquanto as autoridades seguem tentando localizar Shult e esclarecer a participação de cada envolvido no episódio.
O caso continua sob investigação, e as suspeitas ainda deverão ser analisadas pelas autoridades competentes ao longo do processo.
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