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Jorge, da dupla com Mateus, volta a repercutir após frase antipetista
Vídeo gravado durante encontro de artistas sertanejos com Flávio Bolsonaro, em Goiás, mostra cantor adaptando trecho de música para declarar que não vota no PT; episódio gerou críticas nas redes sociais e repercussão no Nordeste.

O cantor Jorge, da dupla sertaneja com Mateus, voltou ao centro de uma polêmica após a repercussão de um vídeo em que adapta a letra de uma música para fazer uma declaração política contra o Partido dos Trabalhadores (PT). Na gravação, o artista aparece cantando: “Pode chorar, mas eu não voto no PT”.
O episódio provocou uma onda de comentários e críticas nas redes sociais e também repercutiu no Nordeste, onde a agenda de apresentações da dupla em duas capitais foi atingida pela controvérsia.
O vídeo foi registrado no dia 20 de outubro, durante um encontro de artistas sertanejos com o senador Flávio Bolsonaro (PL), realizado em uma fazenda no município de Nerópolis, na Região Metropolitana de Goiânia.
Na ocasião, mais de 30 representantes da música sertaneja participaram da reunião, que teve como objetivo manifestar apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República, em uma disputa eleitoral contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Cantor adaptou música para declaração política
Durante o encontro, Jorge participou da mobilização ao lado de outros artistas e modificou um trecho de uma canção para expressar sua posição política. A frase utilizada pelo cantor fez referência direta à disputa eleitoral e rapidamente ganhou repercussão nas plataformas digitais.
A manifestação dividiu opiniões entre internautas. Enquanto alguns usuários demonstraram apoio ao posicionamento do sertanejo, outros criticaram a associação de uma apresentação musical a uma declaração político-partidária.
Polêmica repercutiu no Nordeste
A repercussão do episódio ultrapassou as redes sociais e chegou à agenda profissional dos artistas. A controvérsia também provocou discussões sobre o posicionamento político de músicos e os possíveis reflexos dessas manifestações na relação com o público.
O caso voltou a colocar Jorge e Mateus no centro do debate sobre a participação de artistas em manifestações políticas, especialmente em um cenário de forte polarização entre diferentes grupos de eleitores no Brasil.











