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Política

Capitão Alden Propõe Mudança de Nomenclatura da Guarda Municipal para Polícia Municipal

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Com a escalada da violência no Brasil, especialmente, na Bahia que foi o estado por cinco anos seguidos o mais violento do país de acordo com dados do Monitor da Violência, a preocupação com a Segurança Pública deverá entrar no radar das cidades baianas sobre a necessidade do fortalecimento das Guardas Civis Municipais (GCMs). Se antecipando a essa tendência, o deputado federal Capitão Alden (PL-BA) protocolou nesta terça-feira (25), o projeto de lei 667/2025 que trata da alteração da Lei nº 13.022/2014 – Estatuto Geral das Guardas Municipais, para permitir a adoção da nomenclatura “Polícia Municipal”, condicionada ao cumprimento da Lei nº 13.675/2018, que institui o Sistema Único de Segurança Pública (Susp).

Na prática, a proposição do militar baiano vai além da mudança de nome das GCMs. O texto prevê obrigações para serem executadas pelas prefeituras que são voltadas ao fortalecimento das Guardas Civis Municipais.

“Protocolei um projeto para permitir a adoção da nomenclatura ‘Polícia Municipal’ as GCMs, mas condicionada ao cumprimento do Susp. Essa condicionante é importante para que o município se comprometa com sua parcela de responsabilidade na Segurança Pública, valorize seus policiais municipais com estrutura, investimentos e entregue para população uma cidade mais segura”, afirma Alden.

O parlamentar não poupou alfinetadas em algumas figuras públicas – sem citar nomes – que dizem defender as Guardas Civis Municipais. O político destacou que esses “oportunistas” efetivamente não ajudam as GCMs e ainda atrapalham.

“Após recentes decisões e repercussões de julgados do STF que só confirmaram o que todos já sabíamos, que as GCMs são instituições de Segurança Pública de fato e de direito! É natural que alguns ‘políticos’ ou aspirantes a política que não são da área ou que não entendam da área comecem a propor projetos e alterações de lei surfando nessa onda. Segurança pública é uma pauta muito séria que não admite oportunistas e lacradores”, pontua Alden.

Outras Ações – O deputado federal Capitão enviou ofícios para Prefeitura de Salvador e demais cidades da Bahia que possuem Guardas Civis Municipais solicitando não só a mudança de nomenclatura de Guarda Civil Municipal para Polícia Municipal bem como pediu atenção especial Política Municipal de Segurança Pública com comprometimento na capacitação contínua dos profissionais da Segurança Pública Municipal para a efetiva redução da violência.

Especificamente para a capital baiana, além da mudança de nomenclatura e atenção para Política Municipal de Segurança Pública, o político também reforçou que o prefeito Bruno Reis reveja a redução orçamentária para a Segurança Pública Municipal, pois isso impactará no bom funcionamento da Guarda Civil Municipal de Salvador.

“Precisamos que Salvador seja vitrine para as demais cidades da Bahia no assunto Segurança Pública Municipal. O Susp necessita ser seguido e precisamos de maior valorização dos policiais municipais de Salvador, mas com redução no orçamento para a área isso fica inviabilizado. Já solicitei que o prefeito reveja isso”, comenta Alden.

Redação Saiba+

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Política

Incêndio em lixão gera disputa política em Coaraci

Episódio no sul da Bahia acirra troca de críticas entre o ex-prefeito Jadson Albano e a atual gestão municipal, comandada por Miltinho do Axé

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Um incêndio registrado no lixão de Coaraci, no sul da Bahia, provocou uma nova disputa política entre grupos ligados à administração municipal atual e ao ex-prefeito Jadson Albano.

Após o episódio, segundo aliados do atual prefeito, Jadson teria acionado uma emissora de televisão para acompanhar a situação e defendido a realização de uma manifestação popular contra a gestão de Miltinho do Axé. A movimentação ampliou a repercussão do incêndio e transformou o problema ambiental em mais um ponto de divergência entre os grupos políticos do município.

Apesar de Jadson e Miltinho integrarem a base política do governador Jerônimo Rodrigues, o episódio evidenciou o distanciamento entre os dois grupos e intensificou as críticas públicas.

Gestão aponta problema antigo

A atual administração municipal afirma que a situação do lixão não é um problema recente e já existia durante os oito anos em que Jadson Albano esteve à frente da Prefeitura de Coaraci.

Aliados do atual gestor também argumentam que o prazo previsto para que os municípios brasileiros encerrassem os lixões terminou em agosto de 2024, sem que a situação do município tivesse sido completamente solucionada.

O tema passou a ser explorado politicamente após o incêndio. De um lado, o grupo de Jadson cobra providências da atual administração e mobilização da população. Do outro, aliados de Miltinho defendem que o histórico do lixão também deve ser considerado e questionam a responsabilidade de gestões anteriores sobre o problema.

O episódio mantém em evidência uma questão que envolve gestão de resíduos sólidos, meio ambiente e saúde pública, além de alimentar a disputa política em Coaraci.

Enquanto os grupos trocam críticas, o incêndio no lixão reacende o debate sobre a necessidade de uma solução definitiva para o descarte de resíduos no município e sobre a responsabilidade das diferentes administrações diante do problema.

Redação Saiba+

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Política

Candidato da UP reduz agenda após ser baleado pela PM na Bahia

Aroldo Félix foi atingido durante manifestação em Salvador e, segundo o partido, enfrenta dores lombares e infecção no local do impacto

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O candidato ao Governo da Bahia pela Unidade Popular (UP), Aroldo Félix, teve a agenda de campanha reduzida após ser atingido por um disparo de bala de elastômero durante uma manifestação em Salvador, no dia 1º de setembro.

Em nota divulgada nesta quinta-feira (11), a coordenação da campanha informou que o candidato vem cumprindo agendas restritas devido às consequências do ferimento.

Segundo a UP, o projétil de elastômero que atingiu Aroldo Félix estava vencido há 11 anos. Desde o episódio, o candidato teria passado a apresentar fortes dores na região lombar e uma infecção no local atingido.

Candidato recebe atendimento médico

De acordo com o partido, Aroldo tem recebido atendimento médico contínuo em Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) de Salvador. A equipe médica também teria recomendado tratamento com antibióticos por pelo menos 15 dias.

A infecção provocada pelo ferimento estaria dificultando a rotina do candidato. Conforme a campanha, Aroldo não consegue permanecer muito tempo em pé nem realizar viagens prolongadas de carro, situação que acabou afetando o cumprimento de compromissos no interior da Bahia.

Com a limitação física, a campanha da UP informou que o candidato mantém apenas compromissos considerados possíveis diante de seu atual quadro.

O episódio ocorreu durante uma manifestação na capital baiana e passou a integrar o debate sobre atuação policial, uso de munições de elastômero e segurança em manifestações públicas.

A campanha afirma que continuará acompanhando a recuperação de Aroldo Félix enquanto reorganiza as atividades eleitorais para conciliar os compromissos políticos com o período de tratamento.

Redação Saiba+

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Política

Senadores pedem informações sobre Operação Compliance Zero

Magno Malta e Eduardo Girão também solicitam transferência de Daniel Vorcaro e Fabiano Zettel para presídio federal de segurança máxima

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Os senadores Magno Malta (PL-ES) e Eduardo Girão (Novo-RN) encaminharam ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma solicitação por mais informações sobre a Operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraude financeira envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.

No documento, os parlamentares demonstram preocupação com a suposta existência de uma estrutura clandestina de espionagem chamada “A Turma”. Segundo os senadores, o grupo teria atuado no monitoramento ilegal de autoridades, jornalistas e parlamentares, com possível objetivo de intimidação.

Senadores querem divulgação de possíveis vítimas

Malta e Girão defendem que os nomes das pessoas que teriam sido monitoradas sejam esclarecidos. Para os parlamentares, a divulgação dessas informações seria importante para garantir a segurança dos possíveis alvos e ampliar a transparência das investigações.

Os dois senadores também afirmam que podem ter sido alvo da suposta estrutura de espionagem em razão da postura crítica adotada por ambos no Senado em relação ao Banco Master.

A solicitação apresentada ao ministro André Mendonça busca obter esclarecimentos sobre a extensão do suposto monitoramento e sobre as pessoas que eventualmente teriam sido acompanhadas de maneira ilegal.

Pedido de transferência para presídio federal

Além dos esclarecimentos sobre a suposta espionagem, Magno Malta e Eduardo Girão pediram a transferência urgente de Daniel Vorcaro e Fabiano Campos Zettel para uma penitenciária federal de segurança máxima.

A solicitação é justificada pelos parlamentares com base em preocupações relacionadas à integridade física dos investigados.

Entre os fatos citados está a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, apontado como braço direito de Vorcaro. Os senadores consideram necessário reforçar a segurança dos investigados diante das circunstâncias envolvendo a morte.

A Operação Compliance Zero continua sendo acompanhada pelas autoridades, enquanto os pedidos apresentados pelos senadores deverão ser analisados no âmbito do Supremo Tribunal Federal.

As suspeitas mencionadas fazem parte de investigações em andamento e não representam, por si só, comprovação definitiva de crimes ou responsabilidade dos envolvidos.

Redação Saiba+

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