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Fundo PIS/Pasep: saiba como consultar e acessar ‘dinheiro esquecido’

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Criado pelo Ministério da Fazenda, ele realizará os primeiros pagamentos no dia 28 de março

O Ministério da Fazendo lançou, nesta segunda-feira, uma plataforma on-line do Sistema de Ressarcimento de Valores do Fundo PIS/Pasep, extinto em 2020. Assim, através do site repiscidadao.fazenda.gov.br, o trabalhador — ou seu beneficiário legal, em caso de falecimento do titular — poderá verificar se há valores a serem sacados referentes às antigas cotas e como proceder para retirar o dinheiro, incluindo orientações específicas para os herdeiros.

Os primeiros pagamentos das antigas cotas serão realizados a partir do dia 28 de março. Por isso, é necessário que todos realizam suas consultas, mas para isso, o sistema exigirá uma conta de nível prata ou ouro na plataforma Gov.br. A consulta também está disponível por meio do aplicativo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) ou do internet banking da Caixa Econômica Federal — mas como se realiza a consulta?

Passo a passo de como consultar o saldo PIS/Pasep

Para saber se você possui saldo para ser resgatado, consulte o aplicativo do FGTS e verifique no seu extrato se possui cotas do PIS/Pasep transferidas ao Tesouro Nacional. Para isso, siga os seguintes passos:

Primeiro passo

Em primeiro lugar, é necessário acessar o site repiscidadao.fazenda.gov.br em seu dispositivo. Ao entrar, irá aparecer uma tela de começo do seu processo.

Página inicial do site do REPIS Cidadão — Foto: Reprodução
Página inicial do site do REPIS Cidadão — Foto: Reprodução

Segundo passo

Ao acessar a página inicial do Sistema de Ressarcimento do PIS/Pasep, é preciso clicar no ícone ‘Entrar com gov.br’. Assim, abrirá uma nova página de login do sistema Gov.

Página de login da conta gov.br — Foto: Reprodução
Página de login da conta gov.br — Foto: Reprodução

Terceiro passo

Após realizar o login da conta gov, automaticamente surgirá na tela a página para consulta de ressarcimento do PIS/Pasep. Assim, será necessário informar o número do CPF e o NIS (PIS/Pasep).

Página de consulta dos valores a receber — Foto: Reprodução
Página de consulta dos valores a receber — Foto: Reprodução

Quarto passo

Ao preencher os campos obrigatórios para realizar a consulta do saldo, é preciso clicar em pesquisar. Em seguida, será aberta a página de resultado da consulta dos valores a receber.

Página do resultado da consulta de valores a receber — Foto: Reprodução
Página do resultado da consulta de valores a receber — Foto: Reprodução

Caso exista dificuldade ou não seja possível acessar a consulta através do seu navegador padrão, também é possível chegar no processo por meio do aplicativo Gov.br. Dessa forma, ao realizar o login no aplicativo do seu dispositivo, basta escrever ‘consultar saldo de cotas PIS/Pasep’ na barra de pesquisa e clicar no endereço que será encontrado.

Depois desse processo, será aberta uma página sobre o serviço onde haverá um ícone de fundo verde escrito ‘iniciar’. Clique no ícone e será automaticamente aberta a página inicial do Sistema de Ressarcimento do PIS/Pasep.

Redação Saiba+

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Wagner Moura processa Silas Malafaia por calúnia

Ator pede indenização de R$ 100 mil após declarações durante período de premiações internacionais

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Silas Malafaia apontou não entender as motivações do processo movido por Moura | Bnews - Divulgação Divulgação e Reprodução

O ator baiano Wagner Moura ingressou com uma ação judicial contra o pastor Silas Malafaia, alegando ter sido vítima de calúnia e difamação. O processo foi protocolado na Justiça do Rio de Janeiro e está relacionado a publicações feitas pelo religioso nas redes sociais durante o período de destaque internacional do artista.

De acordo com informações divulgadas, a ação pede uma indenização no valor de R$ 100 mil, com base em mensagens que teriam atingido a honra e a reputação do ator. As declarações teriam ocorrido no momento em que Wagner Moura ganhava projeção internacional por sua atuação no filme O Agente Secreto, durante a temporada de premiações.

O caso tramita na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, em regime de segredo de Justiça. A defesa do ator sustenta que as publicações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão, configurando ataques pessoais com potencial dano à imagem pública do artista.

Reconhecido nacional e internacionalmente, Wagner Moura acumula uma carreira marcada por atuações de destaque no cinema e na televisão. Já Silas Malafaia é conhecido por sua forte presença nas redes sociais e posicionamentos públicos sobre temas políticos e sociais.

O episódio reacende o debate sobre os limites entre liberdade de expressão e responsabilidade nas redes sociais, especialmente quando envolve figuras públicas e declarações com grande alcance.

Redação Saiba+

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Prisão de ex-presidente do BRB revela patrimônio milionário

Investigação da Polícia Federal identifica imóveis de alto padrão ligados ao ex-dirigente, com valores que ultrapassam R$ 140 milhões

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Mensagens indicam tentativa de negociação de imóvel de alto padrão em meio ao avanço das investigações | Bnews - Divulgação Ana Paula Paiva e Paulo H. Carvalho

A prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, nesta quinta-feira (16), trouxe à tona detalhes que chamaram a atenção das autoridades: um patrimônio imobiliário de alto luxo, composto por imóveis em áreas valorizadas e negociações realizadas em circunstâncias consideradas suspeitas.

Durante as investigações, a Polícia Federal (PF) identificou ao menos seis imóveis vinculados ao esquema. Desses, quatro estão localizados em São Paulo e dois em Brasília, todos em regiões nobres e com características de alto padrão. No total, o valor estimado dos bens ultrapassa R$ 140 milhões, conforme levantamento divulgado pela imprensa.

Os investigadores destacaram que algumas transações teriam sido feitas de forma acelerada, o que levantou suspeitas sobre a origem dos recursos e a possível tentativa de ocultação patrimonial. A apuração segue em andamento, com o objetivo de esclarecer a natureza das negociações e identificar eventuais irregularidades.

O caso amplia a repercussão em torno da gestão do banco e reforça o trabalho de órgãos de controle no combate a práticas ilícitas envolvendo recursos públicos e privados. A descoberta do patrimônio milionário intensifica as investigações, que agora buscam rastrear o fluxo financeiro por trás das aquisições.

A operação também evidencia o uso de imóveis de luxo como instrumento em esquemas investigados, prática que costuma ser monitorada por autoridades em casos de suspeita de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Redação Saiba+

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Moraes manda PF devolver equipamentos a jornalista investigado

Decisão do STF envolve apuração sobre suposta perseguição contra o ministro Flávio Dino

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Devolução dos itens foi solicitada pela defesa do jornalista | Bnews - Divulgação Victor Piemonte

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal devolva os equipamentos apreendidos do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, no âmbito de uma investigação em andamento.

O profissional é alvo de apuração por suposto crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino, integrante da Corte. A decisão de Moraes não encerra o caso, mas estabelece que os itens recolhidos durante as diligências sejam restituídos ao jornalista, mantendo o curso normal das investigações.

A medida foi interpretada por especialistas como um gesto de equilíbrio entre a continuidade da apuração e a preservação de direitos individuais, especialmente no que diz respeito ao exercício da atividade jornalística e ao uso de ferramentas de trabalho.

Nos bastidores, a decisão reforça o entendimento do STF de que ações investigativas devem respeitar limites legais, mesmo em casos sensíveis envolvendo autoridades públicas. Ainda assim, o inquérito segue sob responsabilidade das autoridades competentes, com análise de provas e possíveis desdobramentos judiciais.

O caso chama atenção por envolver liberdade de imprensa, atuação institucional e segurança de autoridades, temas que frequentemente geram debate no cenário jurídico e político nacional.

A Polícia Federal ainda não detalhou o cronograma para a devolução dos equipamentos, mas deverá cumprir a determinação dentro dos prazos estabelecidos pelo Supremo.

Redação Saiba+

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