Saúde
Dra Raissa contesta efeitos colaterais da vacina contra covid para crianças
‘Pfizer Papers’: livro contém dados sobre efeitos colaterais de vacina contra covid
Nesta sexta-feira (14), a médica usou as redes sociais com um livro em mãos, onde a obra citada questiona a imunização em relação aos estudos clínicos realizados pela Pfizer.
Segundo a Dra. Raissa, esses estudos foram conduzidos em um curto período de três meses, entre setembro e novembro de 2020, e finalizados em dezembro do mesmo ano. Além disso, a Pfizer teria solicitado sigilo de 75 anos sobre os dados desses testes, mas um juiz determinou a quebra desse sigilo após processos movidos contra a empresa em diversos estados.

Um grupo de 3.250 médicos e cientistas, reunidos por meio de um pedido da jornalista Naomi Wolf, do New York Times, analisou minuciosamente mais de 450 mil páginas dos estudos da Pfizer. Essa investigação, coordenada pelo Dr. Flowers, um médico radiologista especialista em câncer de mama, resultou na organização dos achados em 34 capítulos detalhados sobre os potenciais efeitos colaterais das vacinas.
“É crucial garantir transparência sobre os reais riscos e benefícios da vacina, permitindo que os pais possam tomar decisões informadas sobre a saúde de seus filhos. É importante que a população, especialmente pais, avós e responsáveis, promovam audiências públicas em suas cidades, nas Câmaras Municipais e Assembleias Legislativas”, declarou a médica.
Em sua publicação, Dra. Raissa ainda ressaltou a importância de trazer à tona esse debate embasado em novas evidências, assegurando que a decisão sobre a vacinação infantil seja tomada com total liberdade e conhecimento dos fatos.
Saúde
Anvisa aprova novo medicamento para linfoma folicula
Registro do Lunsumio® SC amplia as opções terapêuticas para adultos com linfoma folicular recidivado ou refratário após tratamentos anteriores

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro do Lunsumio® SC (mosunetuzumabe), medicamento destinado ao tratamento de adultos com linfoma folicular recidivado ou refratário que já tenham sido submetidos a pelo menos duas linhas anteriores de terapia.
A decisão foi divulgada na segunda-feira (24/8), por meio da Resolução RE nº 3.289/2026, publicada no Diário Oficial da União (DOU). A aprovação representa a inclusão de uma nova alternativa terapêutica para pacientes que apresentam retorno da doença ou que não respondem adequadamente aos tratamentos realizados anteriormente.
O linfoma folicular é um tipo de câncer do sistema linfático classificado como um linfoma não Hodgkin de crescimento geralmente mais lento. Apesar de poder apresentar evolução prolongada, a doença pode retornar após períodos de resposta ao tratamento, exigindo novas estratégias terapêuticas.
Nesse cenário, a aprovação do mosunetuzumabe ganha relevância especialmente para pacientes que já passaram por diferentes tratamentos e permanecem com doença ativa. O medicamento integra uma classe de terapias desenvolvidas para atuar de forma direcionada sobre células envolvidas no processo da doença.
A nova apresentação, identificada como Lunsumio® SC, amplia as possibilidades de utilização do princípio ativo mosunetuzumabe no tratamento de pacientes adultos dentro da indicação aprovada pela autoridade sanitária brasileira.
A decisão da Anvisa ocorre em um contexto de avanço das terapias contra diferentes tipos de câncer, com medicamentos cada vez mais direcionados a características específicas das células tumorais e do sistema imunológico. Para pacientes com linfoma folicular que apresentam recaída ou resistência às terapias anteriores, a disponibilidade de novas opções pode representar uma alternativa importante no acompanhamento médico.
É importante destacar que a indicação, a forma de utilização e a elegibilidade para o tratamento devem seguir rigorosamente a aprovação regulatória e a avaliação de profissionais de saúde. A aprovação do medicamento não significa que ele seja indicado para todos os pacientes com linfoma folicular, já que a escolha terapêutica depende das características individuais de cada caso e do histórico de tratamentos.
Com o novo registro, o Lunsumio® SC passa a integrar o cenário regulatório brasileiro para o tratamento de adultos com linfoma folicular recidivado ou refratário após duas ou mais linhas de terapia prévias, ampliando o conjunto de alternativas disponíveis para essa população.
A medida também reforça a importância da inovação no tratamento oncológico e do desenvolvimento de terapias voltadas a pacientes que necessitam de novas estratégias após tratamentos anteriores.
Saúde
Febre do Nilo Ocidental causa primeira morte em SC
Santa Catarina confirma óbito de mulher de 77 anos; São Paulo registra os primeiros casos humanos da doença

Santa Catarina confirmou nesta segunda-feira (24) a primeira morte causada pela Febre do Nilo Ocidental (FNO) no estado. A vítima é uma mulher de 77 anos, segundo informações da Secretaria Estadual da Saúde.
Na mesma data, São Paulo registrou os dois primeiros casos humanos da doença no estado, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo (SES-SP), por meio do Centro de Vigilância Epidemiológica “Prof. Alexandre Vranjac” (CVE-SP).
Transmissão ocorre principalmente por mosquitos
A Febre do Nilo Ocidental é uma doença infecciosa causada pelo vírus do Nilo Ocidental, transmitido principalmente pela picada de mosquitos infectados.
Entre os principais vetores estão mosquitos do gênero Culex, conhecidos popularmente em diferentes regiões como pernilongo ou muriçoca.
A doença pode provocar um quadro febril agudo e, em alguns casos, evoluir para manifestações mais graves. A confirmação dos registros em Santa Catarina e São Paulo reforça a importância do acompanhamento epidemiológico e das ações de vigilância para identificar novos casos.
As autoridades de saúde dos dois estados acompanham os registros e realizam as medidas necessárias de investigação e monitoramento da circulação do vírus.
Saúde
Presidente de grupo de saúde perde decisão judicial
Justiça de São Paulo revoga medida que permitia permanência de empresário no cargo após denúncias de supostos crimes sexuais

O presidente do grupo Trasmontano Saúde, Fernando José Moredo, de 85 anos, é alvo de acusações de supostos crimes sexuais apresentados por funcionárias. Segundo as informações fornecidas, ao menos quatro trabalhadoras relataram episódios que teriam ocorrido ao longo dos anos.
Nesta quinta-feira (20), a Justiça de São Paulo revogou uma decisão que permitia que Moredo permanecesse na presidência do grupo enquanto o caso era analisado. A mudança ocorre após relatos de que o empresário teria intimidado funcionários envolvidos na apuração das denúncias.
Decisão havia autorizado retorno ao hospital
Moredo havia sido impedido de entrar no Hospital Igesp, onde fica seu escritório, na segunda-feira (17). Na ocasião, a polícia foi acionada para acompanhar a situação.
No dia seguinte, terça-feira (18), o juiz Fernando José Cúnico, da 40ª Vara Cível, havia determinado que o empresário pudesse voltar a exercer a presidência do grupo até a conclusão do caso.
A decisão, porém, foi posteriormente revogada pela Justiça paulista. O processo segue em tramitação, e as acusações apresentadas pelas funcionárias ainda dependem da apuração e das decisões judiciais cabíveis.
Esportes7 dias atrásAlex Bruno chega a Salvador e aparece no Barradão
Bahia6 dias atrásTJ-BA mantém decisão favorável a aprovados da Sesab
Brasil6 dias atrásAnúncio de mini dinossauros viraliza em MG
Bahia7 dias atrásMP-BA investiga cobrança no Shopping Barra
Entretenimento7 dias atrásLito Sousa enfrenta desafios de saúde
Saúde7 dias atrásPresidente de grupo de saúde perde decisão judicial
Entretenimento7 dias atrásOtaviano Costa sofre lesão
Brasil7 dias atrásOnda de frio avança pelo Brasil








