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Política

Alba: Deputados passam a receber até três salários mínimos por dia em viagens internacionais

Para viagens dentro do Brasil, incluindo o Distrito Federal, os deputados terão direito a R$ 1.160,00 por diária.

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Foto: flickr/presidenciaalba

A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) reajustou os valores das diárias pagas a deputados estaduais e servidores em viagens a serviço, dentro e fora do Brasil. O novo teto, publicado no Diário Oficial do último sábado (5), permite que parlamentares recebam até o equivalente a três salários mínimos por dia em deslocamentos internacionais.

Para viagens dentro do Brasil, incluindo o Distrito Federal, os deputados terão direito a R$ 1.160,00 por diária. Já os servidores da Casa terão valores entre R$ 450,00 e R$ 810,00, de acordo com a função exercida.

No caso de missões oficiais ao exterior, os valores aumentam substancialmente. Para compromissos na América do Norte, os deputados estaduais receberão US$ 790,00 por dia, o que corresponde a cerca de R$ 4.600,00 na cotação atual. Para países da América do Sul, a diária será de US$ 600,00 (cerca de R$ 3.500,00) e, para os demais destinos internacionais, o valor fixado é de €$ 650,00, o equivalente a aproximadamente R$ 4.100,00.

A título de comparação, o novo piso do salário mínimo brasileiro, vigente em 2025, é de R$ 1.518,00, o que significa que, em uma única diária internacional, um deputado pode receber até três vezes o salário mínimo nacional.

O ato administrativo também estabelece regras para os assessores parlamentares. Cada gabinete poderá indicar até dois ocupantes de cargo de Secretário Parlamentar (SP) para receber diárias, com o limite de oito diárias mensais por servidor.

O reajuste reacende o debate sobre os gastos públicos e a necessidade de maior transparência e controle nas despesas com viagens de autoridades. Até o momento, a presidência da Assembleia não se manifestou sobre os critérios utilizados para a definição dos novos valores.

Redação Saiba+

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Política

Governo adota cautela após decisão dos EUA sobre facções

Aliados de Lula descartam, por enquanto, contato direto com Donald Trump após classificação de organizações criminosas brasileiras como terroristas.

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O governo federal avalia com cautela os próximos passos após a decisão dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas. Nos bastidores do Palácio do Planalto, auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva descartam, neste momento, uma conversa direta entre o chefe do Executivo brasileiro e o presidente norte-americano Donald Trump sobre o tema.

De acordo com integrantes do governo, a medida adotada pelos Estados Unidos foi recebida com surpresa pelas autoridades brasileiras. A avaliação inicial é de que não há, por ora, necessidade de uma intervenção direta entre os dois líderes, especialmente porque Lula e Trump estiveram reunidos recentemente em compromissos diplomáticos internacionais.

Fontes próximas ao governo indicam que a orientação neste momento é agir com prudência e acompanhar os desdobramentos da decisão antes de adotar qualquer medida mais incisiva no campo diplomático. A estratégia é priorizar análises técnicas e articulações institucionais para compreender os impactos da classificação anunciada pelos Estados Unidos.

Nos bastidores, integrantes da administração federal defendem que o Brasil mantenha diálogo permanente com autoridades norte-americanas, mas sem precipitação. A preocupação central é avaliar eventuais consequências para acordos de cooperação internacional, segurança pública e combate ao crime organizado.

A classificação de grupos criminosos como organizações terroristas pode gerar reflexos em diversas áreas, incluindo mecanismos de cooperação entre países, compartilhamento de informações de inteligência e ações conjuntas de combate a atividades ilícitas transnacionais.

Aliados de Lula ressaltam que qualquer posicionamento oficial deverá ser construído de forma estratégica e coordenada, levando em consideração aspectos diplomáticos, jurídicos e de segurança. A intenção é evitar desgastes desnecessários e preservar os canais institucionais de diálogo entre Brasil e Estados Unidos.

O tema segue sendo acompanhado por diferentes setores do governo federal, que aguardam novas definições e esclarecimentos sobre os efeitos práticos da medida anunciada pelas autoridades norte-americanas. Enquanto isso, a orientação predominante no Planalto é manter cautela e acompanhar atentamente os próximos movimentos da política internacional.

Redação Saiba+

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Política

ONG ligada a produtora de filme sobre Bolsonaro é alvo de operação

Polícia Civil de São Paulo investiga supostas irregularidades em contrato milionário firmado com a Prefeitura da capital paulista.

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O Instituto Conhecer Brasil (ICB), organização não governamental que tem como proprietária Karina Ferreira da Gama, foi alvo da Operação WI-FI, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo nesta segunda-feira (1º). A ação apura suspeitas de irregularidades envolvendo um contrato firmado com a Prefeitura de São Paulo que, ao longo dos anos, alcançou valores superiores a R$ 157 milhões.

Segundo as investigações, o foco da operação está em uma licitação originalmente avaliada em R$ 108 milhões, destinada à execução de serviços contratados pelo município. Com a inclusão de aditivos contratuais, os repasses à entidade teriam alcançado aproximadamente R$ 157,1 milhões, valor que passou a ser analisado pelas autoridades.

De acordo com os investigadores, existe a suspeita de que pelo menos R$ 26 milhões tenham sido pagos sem a efetiva prestação dos serviços previstos em contrato. A Polícia Civil busca esclarecer se houve fraude no processo licitatório, irregularidades na execução contratual e eventual desvio de recursos públicos.

A operação incluiu diligências e medidas destinadas à coleta de documentos, informações financeiras e outros elementos que possam contribuir para o avanço das investigações. O objetivo é verificar a legalidade dos procedimentos adotados durante a contratação e a aplicação dos recursos públicos envolvidos.

O caso também chamou atenção devido à ligação empresarial de Karina Ferreira da Gama com a produtora Go UP Entertainment Ltda, responsável pela produção do filme “Dark Horse”, obra inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Apesar da conexão societária, as investigações divulgadas até o momento estão concentradas exclusivamente nos contratos relacionados à ONG.

As autoridades destacam que o inquérito permanece em andamento e que os fatos ainda estão sendo apurados. Eventuais responsabilidades civis, administrativas ou criminais dependerão da conclusão das investigações e da análise do material recolhido durante a operação.

A Operação WI-FI reforça o trabalho dos órgãos de controle e fiscalização no acompanhamento de contratos públicos de grande porte, especialmente aqueles que envolvem recursos destinados a projetos sociais e serviços executados por organizações da sociedade civil.

Redação Saiba+

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Política

Silvia Abravanel surge como opção de vice no PSD

Nome da apresentadora ganha força nos bastidores do partido diante da possibilidade de uma chapa presidencial formada exclusivamente por filiados da legenda.

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A possibilidade de o PSD lançar uma chapa presidencial formada exclusivamente por integrantes da legenda começou a movimentar os bastidores políticos e trouxe um novo nome para o centro das articulações nacionais. A apresentadora Silvia Abravanel passou a ser mencionada como uma possível candidata à vice-presidência em uma eventual composição encabeçada pelo governador de Goiás, Ronaldo Caiado.

Segundo informações que circulam entre dirigentes e lideranças do partido, a estratégia de uma chapa considerada “puro sangue” tem ganhado espaço nas discussões internas. Nesse cenário, aliados de Caiado avaliam que Silvia Abravanel poderia agregar visibilidade nacional e ampliar o alcance político da legenda em diferentes segmentos do eleitorado.

Filha do empresário e comunicador Silvio Santos, Silvia filiou-se recentemente ao PSD com o objetivo de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados por São Paulo. No entanto, seu nome passou a ser citado por integrantes da sigla como uma alternativa para compor uma eventual chapa presidencial, fortalecendo o projeto político do partido para as próximas eleições.

Nos bastidores, interlocutores do PSD destacam que a apresentadora possui forte reconhecimento público e poderia contribuir para ampliar a exposição da legenda em uma disputa nacional. Embora não exista definição oficial sobre candidaturas, a movimentação demonstra que o partido já discute diferentes cenários para a construção de sua estratégia eleitoral.

A eventual candidatura de Ronaldo Caiado à Presidência da República é vista por lideranças da sigla como uma oportunidade para consolidar a presença nacional do PSD. Nesse contexto, a busca por um nome para a vice-presidência tornou-se uma das pautas centrais das articulações políticas internas.

Até o momento, não houve anúncio oficial sobre a composição da chapa ou confirmação de eventuais candidaturas. Ainda assim, o surgimento do nome de Silvia Abravanel reforça o ambiente de negociações e especulações que costuma anteceder as definições eleitorais.

O debate interno no PSD deve continuar nos próximos meses, à medida que o partido avança na construção de alianças e estratégias para o cenário político nacional.

Redação Saiba+

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