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Polícia

Governo do RJ é alvo de críticas por descumprir acordo com Ministério Público

Exoneração de comissionados na Secretaria de Fazenda reacende debate sobre concurso público e cumprimento de TAC firmado com o Ministério Público.

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A recente exoneração de 40 servidores comissionados da Secretaria de Estado de Fazenda do Rio de Janeiro trouxe novamente à tona questionamentos sobre a gestão de cargos públicos e o cumprimento de compromissos assumidos pelo governo estadual junto ao Ministério Público.

A medida foi assinada pelo governador em exercício Ricardo Couto e atingiu ocupantes de cargos comissionados na pasta. O episódio, no entanto, expôs uma situação que se arrasta há anos e que envolve acordos firmados para corrigir irregularidades identificadas na estrutura administrativa da Secretaria de Fazenda.

Desde 2023, o Estado do Rio de Janeiro e o Ministério Público celebraram dois Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) após a constatação da criação considerada irregular de 88 cargos comissionados destinados a pessoas sem vínculo com a carreira fazendária. O entendimento firmado previa medidas para adequar a estrutura da secretaria e fortalecer o quadro técnico por meio de concurso público.

Entre os compromissos assumidos estava a realização de concurso para os cargos de auditores fiscais e analistas de finanças públicas, considerados essenciais para o funcionamento da administração tributária estadual. Entretanto, apesar da formalização dos acordos, nenhum profissional foi nomeado até o momento, segundo informações relacionadas ao caso.

A situação tem gerado críticas por parte de especialistas e representantes de carreiras públicas, que apontam a necessidade de valorização dos servidores concursados e do fortalecimento das áreas responsáveis pela arrecadação e fiscalização tributária.

Além das discussões sobre a legalidade dos cargos comissionados, o caso também levanta questionamentos sobre o cumprimento de acordos institucionais firmados com órgãos de controle. Para analistas, a ausência de nomeações previstas nos TACs pode comprometer os objetivos originalmente estabelecidos para a modernização e profissionalização da Secretaria de Fazenda.

O tema segue repercutindo nos bastidores da administração pública fluminense e deve continuar sendo acompanhado por entidades de classe, órgãos de fiscalização e representantes do Ministério Público nos próximos meses.

Redação Saiba+

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Polícia

Piloto tem prisão decretada após transporte de 340 kg de cocaína

Suspeito foi localizado em Goiás depois de pouso forçado, incêndio de aeronave e operação conjunta das forças de segurança.

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A Justiça de Goiás decretou a prisão preventiva de Henrique Donizeti Ferri, de 32 anos, suspeito de transportar mais de 340 quilos de cocaína em uma aeronave monomotor. A decisão foi tomada após a prisão do piloto, localizado pelas forças de segurança depois de uma operação realizada na zona rural de Itarumã, no sudoeste goiano.

De acordo com as investigações, o suspeito realizou um pouso forçado em uma área rural durante a madrugada desta quinta-feira. Após a aterrissagem, ele teria determinado que trabalhadores de uma fazenda descarregassem a carga de entorpecentes transportada na aeronave.

Ainda segundo as apurações, ao perceber a aproximação das equipes policiais, o piloto teria incendiado o avião e fugido em direção a uma área de mata, numa tentativa de dificultar a ação das autoridades e eliminar possíveis vestígios relacionados ao transporte da droga.

As forças de segurança montaram um cerco na região e intensificaram as buscas. Durante a operação, policiais encontraram o pai, a esposa e um amigo do suspeito nas proximidades, dentro de um veículo. A partir das diligências realizadas, Henrique Donizeti Ferri acabou sendo localizado e preso pela Polícia Militar.

Segundo o Ministério Público de Goiás, o piloto foi flagrado utilizando uma aeronave monomotor para transportar a carga de cocaína. A apreensão de mais de 340 quilos da droga representa um dos principais desdobramentos da operação, que segue sob investigação para identificar outros possíveis envolvidos no esquema de tráfico.

Com a decretação da prisão preventiva, o suspeito permanecerá à disposição da Justiça enquanto prosseguem as investigações. As autoridades também trabalham para esclarecer a origem e o destino da droga, além de identificar a participação de outras pessoas na logística do transporte do entorpecente.

Redação Saiba+

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Polícia

Miliciano procurado por homicídio de vereador é preso no Rio

Conhecido como “Waguinho Batman”, suspeito foi capturado em Itaguaí após operação integrada entre as polícias do Rio de Janeiro e do Espírito Santo.

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A Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCRJ) divulgou imagens da operação que resultou na prisão de Gilbert Wagner Antunes Lopes, de 47 anos, conhecido pelo apelido de “Waguinho Batman”. O suspeito, apontado como integrante de organização criminosa e investigado pela morte de um vereador, foi localizado em Itaguaí, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.

De acordo com as investigações, o homem era considerado um dos criminosos mais procurados do Espírito Santo e estava sendo monitorado havia cerca de dois meses por equipes das forças de segurança dos estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. A ação conjunta permitiu identificar o paradeiro do suspeito e cumprir a ordem de captura.

No momento da abordagem, Gilbert Wagner Antunes Lopes portava documentos falsos, circunstância que também será apurada pelas autoridades durante o andamento das investigações. A utilização de identidade falsa, segundo a polícia, fazia parte da estratégia para dificultar sua localização e evitar o cumprimento das medidas judiciais.

A prisão representa mais um avanço no combate às organizações criminosas que atuam na região Sudeste. As forças de segurança destacaram a importância da cooperação entre os estados para localizar foragidos de alta periculosidade e reforçaram que as investigações continuam para identificar possíveis integrantes da mesma organização.

As imagens divulgadas pela Polícia Civil registram o momento da captura do suspeito, que agora permanecerá à disposição da Justiça para responder pelos crimes atribuídos a ele. O caso segue sob investigação, e novas diligências poderão ser realizadas para aprofundar as apurações relacionadas à atuação do grupo criminoso.

Redação Saiba+

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Polícia

Operação prende suspeitos de ordenar ataques em Salvador

Ação da Polícia Civil cumpriu mandados em quatro estados e mira grupo criminoso com atuação na capital baiana e Região Metropolitana.

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A Polícia Civil prendeu, na manhã desta quinta-feira (16), dois integrantes de um grupo criminoso investigado por ordenar ataques contra facções rivais em bairros de Salvador. As prisões ocorreram durante a Operação Fronteira Final, que tem como objetivo enfraquecer a atuação da organização criminosa.

De acordo com as investigações, um dos suspeitos foi capturado em Salvador, enquanto o segundo foi localizado e preso no município de São Bernardo do Campo, no estado de São Paulo. As ações fazem parte de uma ofensiva integrada voltada ao combate da criminalidade organizada.

Além das prisões, foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina. As diligências buscam reunir provas, localizar materiais de interesse da investigação e identificar outros possíveis integrantes do grupo.

A organização criminosa é investigada por comandar ataques contra rivais e atuar em Salvador e na Região Metropolitana, segundo informações da Polícia Civil. A operação faz parte das estratégias de enfrentamento às ações de grupos envolvidos em disputas territoriais e outros crimes violentos.

As investigações continuam para identificar todos os envolvidos no esquema e aprofundar a apuração sobre a estrutura da organização criminosa. O material apreendido durante a operação será analisado e poderá contribuir para novas fases da investigação e para o cumprimento de outros mandados judiciais.

Redação Saiba+

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