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Lula critica aposta em jogos: “Ficar rico na bet é 1 em 50 milhões”

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Presidente Luiz Inácio Lula da Silva • REUTERS/Adriano Machado

Durante a inauguração da nova sede da Universidade Federal Fluminense (UFF), em Campos dos Goytacazes (RJ), nesta segunda-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender os investimentos em educação e a rebater as críticas sobre os chamados “gastos” do governo federal. Em tom crítico, o presidente fez referência ao crescimento das apostas esportivas no Brasil:

“Tem gente que acha que pode ficar rico apostando em bet, na loteria. É até possível, mas é 1 em 50 milhões”, disse Lula, ao destacar que a saída para o progresso pessoal e coletivo está na educação e não na sorte.

Lula voltou a alfinetar setores do mercado financeiro e da oposição que consideram excessivos os investimentos públicos em áreas sociais.

“Neste País, tudo o que a gente tenta fazer para o povo, aparece alguém para dizer: ‘É muito gasto’. Na educação, na saúde, na segurança, tudo é visto como gasto, quando na verdade é investimento”, reforçou o presidente.

O petista destacou políticas do governo como o programa Pé-de-Meia, a meta de alfabetização de 80% das crianças até 2030, e a ampliação das escolas de tempo integral. Segundo ele, além de oferecer mais oportunidades para os jovens, o modelo de ensino integral garante tranquilidade às famílias:

“Os pais podem sair para trabalhar sabendo que seu filho está sendo bem cuidado na escola, e não abandonado na rua. Quem sabe, à mercê de uma bala perdida que mata muito aqui no Rio de Janeiro”.

Críticas indiretas a Bolsonaro e contexto político

Sem citar nomes, Lula fez referência à gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro, ao afirmar que a educação esteve esquecida nos últimos anos.

“Veja quais foram os últimos presidentes que investiram em educação. Não precisa eu ficar falando quem. Basta analisar quantas escolas foram feitas no mandato que terminou outro dia”, alfinetou.

A fala gerou forte reação do público presente, que entoou o coro “Sem anistia”, em alusão à pressão contra o projeto que tenta anistiar os envolvidos nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023.

Na mesma segunda-feira, a bancada do PL protocolou o requerimento de urgência para o projeto de lei da anistia, com apoio de 264 deputados federais. Se aprovado, o projeto poderá ir diretamente ao plenário, sem passar por comissões, embora a decisão final sobre a pauta esteja nas mãos do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

A declaração de Lula, em meio a esse cenário, reforça a disputa narrativa sobre os rumos do país: de um lado, o governo tenta sustentar que os investimentos sociais são estratégicos para o desenvolvimento nacional; do outro, a oposição pressiona por contenção de gastos e por ações que dividem a opinião pública.

Redação Saiba+

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Brasil

Wagner Moura processa Silas Malafaia por calúnia

Ator pede indenização de R$ 100 mil após declarações durante período de premiações internacionais

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Silas Malafaia apontou não entender as motivações do processo movido por Moura | Bnews - Divulgação Divulgação e Reprodução

O ator baiano Wagner Moura ingressou com uma ação judicial contra o pastor Silas Malafaia, alegando ter sido vítima de calúnia e difamação. O processo foi protocolado na Justiça do Rio de Janeiro e está relacionado a publicações feitas pelo religioso nas redes sociais durante o período de destaque internacional do artista.

De acordo com informações divulgadas, a ação pede uma indenização no valor de R$ 100 mil, com base em mensagens que teriam atingido a honra e a reputação do ator. As declarações teriam ocorrido no momento em que Wagner Moura ganhava projeção internacional por sua atuação no filme O Agente Secreto, durante a temporada de premiações.

O caso tramita na 5ª Vara Cível da Barra da Tijuca, em regime de segredo de Justiça. A defesa do ator sustenta que as publicações ultrapassaram os limites da liberdade de expressão, configurando ataques pessoais com potencial dano à imagem pública do artista.

Reconhecido nacional e internacionalmente, Wagner Moura acumula uma carreira marcada por atuações de destaque no cinema e na televisão. Já Silas Malafaia é conhecido por sua forte presença nas redes sociais e posicionamentos públicos sobre temas políticos e sociais.

O episódio reacende o debate sobre os limites entre liberdade de expressão e responsabilidade nas redes sociais, especialmente quando envolve figuras públicas e declarações com grande alcance.

Redação Saiba+

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Prisão de ex-presidente do BRB revela patrimônio milionário

Investigação da Polícia Federal identifica imóveis de alto padrão ligados ao ex-dirigente, com valores que ultrapassam R$ 140 milhões

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Mensagens indicam tentativa de negociação de imóvel de alto padrão em meio ao avanço das investigações | Bnews - Divulgação Ana Paula Paiva e Paulo H. Carvalho

A prisão do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, nesta quinta-feira (16), trouxe à tona detalhes que chamaram a atenção das autoridades: um patrimônio imobiliário de alto luxo, composto por imóveis em áreas valorizadas e negociações realizadas em circunstâncias consideradas suspeitas.

Durante as investigações, a Polícia Federal (PF) identificou ao menos seis imóveis vinculados ao esquema. Desses, quatro estão localizados em São Paulo e dois em Brasília, todos em regiões nobres e com características de alto padrão. No total, o valor estimado dos bens ultrapassa R$ 140 milhões, conforme levantamento divulgado pela imprensa.

Os investigadores destacaram que algumas transações teriam sido feitas de forma acelerada, o que levantou suspeitas sobre a origem dos recursos e a possível tentativa de ocultação patrimonial. A apuração segue em andamento, com o objetivo de esclarecer a natureza das negociações e identificar eventuais irregularidades.

O caso amplia a repercussão em torno da gestão do banco e reforça o trabalho de órgãos de controle no combate a práticas ilícitas envolvendo recursos públicos e privados. A descoberta do patrimônio milionário intensifica as investigações, que agora buscam rastrear o fluxo financeiro por trás das aquisições.

A operação também evidencia o uso de imóveis de luxo como instrumento em esquemas investigados, prática que costuma ser monitorada por autoridades em casos de suspeita de lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito.

Redação Saiba+

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Brasil

Moraes manda PF devolver equipamentos a jornalista investigado

Decisão do STF envolve apuração sobre suposta perseguição contra o ministro Flávio Dino

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Devolução dos itens foi solicitada pela defesa do jornalista | Bnews - Divulgação Victor Piemonte

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, determinou que a Polícia Federal devolva os equipamentos apreendidos do jornalista Luís Pablo Conceição Almeida, no âmbito de uma investigação em andamento.

O profissional é alvo de apuração por suposto crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino, integrante da Corte. A decisão de Moraes não encerra o caso, mas estabelece que os itens recolhidos durante as diligências sejam restituídos ao jornalista, mantendo o curso normal das investigações.

A medida foi interpretada por especialistas como um gesto de equilíbrio entre a continuidade da apuração e a preservação de direitos individuais, especialmente no que diz respeito ao exercício da atividade jornalística e ao uso de ferramentas de trabalho.

Nos bastidores, a decisão reforça o entendimento do STF de que ações investigativas devem respeitar limites legais, mesmo em casos sensíveis envolvendo autoridades públicas. Ainda assim, o inquérito segue sob responsabilidade das autoridades competentes, com análise de provas e possíveis desdobramentos judiciais.

O caso chama atenção por envolver liberdade de imprensa, atuação institucional e segurança de autoridades, temas que frequentemente geram debate no cenário jurídico e político nacional.

A Polícia Federal ainda não detalhou o cronograma para a devolução dos equipamentos, mas deverá cumprir a determinação dentro dos prazos estabelecidos pelo Supremo.

Redação Saiba+

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