Polícia
Entenda o que está por trás da prisão do policial Tchaca
Os autos não apontam nenhum tipo de movimentação financeira envolvendo Lázaro ‘Tchaca’ e os demais investigados.

O policial militar Lázaro Alexandre Pereira de Andrade, mais conhecido como Tchaca, foi um dos alvos da segunda fase da Operação Falsas Promessas, deflagrada pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco). A operação investiga um esquema de rifas ilegais e lavagem de dinheiro, que envolve também outros policiais e influenciadores digitais. Ao todo, 24 pessoas foram presas preventivamente nesta nova etapa.
De acordo com os autos da investigação, Tchaca teria tido acesso antecipado às informações da operação e, mesmo ciente da investigação, teria agido para tentar interferir em seu andamento. Esse teria sido o principal motivo para o pedido de prisão preventiva, com o objetivo de preservar a eficácia da investigação em curso.
Em vídeo divulgado em suas redes sociais, o próprio Tchaca confirma que já sabia da investigação antes da deflagração da operação. Ele também denunciou, publicamente, um suposto esquema de extorsão dentro do Judiciário. Segundo o PM, teria sido exigido o valor de R$ 80 mil por investigado, sob a promessa de que seriam realizadas apenas buscas e apreensões, sem decretação de prisão preventiva. A denúncia ganha ainda mais repercussão diante do fato de que, vinte dias após o suposto pedido de propina, os pedidos de prisão desses investigados foram negados pela Justiça.
Vale destacar que os autos não apontam nenhum tipo de movimentação financeira envolvendo Lázaro ‘Tchaca’ e os demais investigados. O motivo da prisão, segundo os documentos, se limita ao fato de ele ter tido acesso prévio à operação e, supostamente, ter atuado em favor dos acusados.
Além de Tchaca, foram presos outros nomes conhecidos nas redes sociais, como Ramhon Dias e Nanah Premiações. A Operação Falsas Promessas segue em andamento, e novas fases não estão descartadas pelas autoridades.
Polícia
Pesquisa revela divisão de votos por renda na Bahia
Levantamento aponta vantagem de Jerônimo Rodrigues entre eleitores de menor renda, enquanto ACM Neto cresce entre faixas com maior rendimento.

Um recorte por renda da pesquisa divulgada pelo instituto Real Time Big Data, na última quinta-feira (12), revela um cenário de divisão do eleitorado na disputa pelo governo da Bahia, com diferenças claras de preferência entre as faixas econômicas da população.
De acordo com os dados do levantamento, o governador Jerônimo Rodrigues, do PT, apresenta desempenho ligeiramente superior entre eleitores de menor renda, segmento que representa uma parcela significativa do eleitorado baiano.
Já o ex-prefeito de Salvador ACM Neto, do União Brasil, amplia sua vantagem à medida que cresce o rendimento mensal dos entrevistados, indicando maior apoio entre eleitores pertencentes a faixas de renda mais elevadas.
O levantamento evidencia que a renda do eleitor continua sendo um fator relevante no comportamento político, influenciando diretamente as preferências eleitorais em disputas estaduais. Esse tipo de segmentação costuma ser acompanhado de perto por estrategistas de campanha, que utilizam os dados para direcionar propostas e discursos a públicos específicos.
Especialistas avaliam que as diferenças econômicas entre os eleitores podem refletir prioridades distintas, como políticas sociais, geração de emprego, desenvolvimento econômico e gestão pública.
Com o cenário ainda em construção, a pesquisa reforça que a corrida pelo governo da Bahia segue marcada por uma disputa equilibrada entre os principais nomes da política estadual, com cada candidato consolidando apoio em diferentes perfis socioeconômicos do eleitorado.
Polícia
PF deflagra operação contra venda ilegal de terras indígenas na Bahia
Ação cumpre mandados de busca e apreensão na Terra Indígena Barra Velha, em Porto Seguro

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (4), a Operação Proteção do Território, com o objetivo de cumprir três mandados de busca e apreensão para investigar um suposto esquema de venda ilegal de terras dentro da Terra Indígena Barra Velha, localizada em Porto Seguro, no sul da Bahia.
De acordo com as apurações, o esquema envolvia a comercialização irregular de áreas situadas no interior da reserva indígena, prática considerada ilegal pela legislação brasileira. As investigações buscam identificar os responsáveis pela negociação clandestina e eventuais beneficiários do loteamento irregular.
A ação da Polícia Federal tem como foco reunir provas, apreender documentos e dispositivos eletrônicos que possam comprovar a atuação do grupo investigado. A suspeita é de que as terras estariam sendo oferecidas a terceiros como se fossem propriedades particulares, apesar de integrarem território oficialmente demarcado como área indígena.
A Terra Indígena Barra Velha é reconhecida como território tradicional e possui proteção constitucional, sendo vedada a sua comercialização ou transferência. A ocupação e venda irregular de terras indígenas configuram crime e podem resultar em responsabilização civil e penal dos envolvidos.
A Operação Proteção do Território reforça o combate a crimes ambientais e fundiários na região sul da Bahia, área que historicamente enfrenta conflitos relacionados à posse e uso da terra.
As investigações seguem em andamento, e a Polícia Federal não descarta novas fases da operação, conforme o avanço das análises do material apreendido.
Polícia
PM faz balanço dos primeiros dias de Carnaval em Salvador
Coronel Magalhães destaca desafios operacionais e reforça atuação estratégica da corporação na folia

O comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, Coronel Magalhães, apresentou neste domingo (15) um balanço dos primeiros quatro dias do Carnaval de Salvador, ressaltando que a festa segue sendo uma das maiores operações de segurança pública do país. Segundo ele, o período carnavalesco representa “uma grande experiência e um grande desafio” para toda a corporação.
De acordo com o comandante, o trabalho realizado nos circuitos e nos bairros tem exigido atenção redobrada, logística ampliada e integração constante entre as unidades operacionais. Magalhães destacou que o planejamento prévio e o reforço do efetivo têm sido fundamentais para garantir a segurança dos foliões e a fluidez das ações policiais.
O comandante também enfatizou que a PM vem atuando de forma preventiva, com monitoramento contínuo, uso de tecnologia e presença ostensiva nos principais pontos da festa. Ele afirmou que o compromisso da corporação é assegurar um Carnaval tranquilo, preservando vidas e garantindo o direito à diversão.
O balanço parcial apresentado reforça a importância da atuação coordenada entre as forças de segurança e o papel estratégico da Polícia Militar na condução de um dos maiores eventos populares do mundo.
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