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Política

Capitão Alden comemora urgência para impedir aumento do IOF e critica governo Lula

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O deputado federal Capitão Alden (PL-BA), vice-líder da oposição na Câmara, comemorou, na noite desta segunda-feira (16), aprovação, por 346 votos a 97, do requerimento de urgência para a tramitação do Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 314 de 2025. A proposta visa impedir os efeitos do decreto editado pelo governo federal que elevou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras).

Com a urgência aprovada, o projeto pode ser analisado diretamente no plenário a qualquer momento, sem necessidade de passar pelas comissões temáticas da Casa.

Segundo Alden, a aprovação representa uma “derrota” para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), que articulou o aumento como parte das medidas de ajuste fiscal para ampliar a arrecadação e evitar novas restrições no Orçamento de 2025.

Em um vídeo publicado nas redes sociais, Alden criticou a decisão do governo federal e defendeu a revogação do aumento.

“O povo já não aguenta mais. O governo Lula, ao invés de reduzir gastos e cortar na carne, quer aumentar mais impostos, e dessa vez é o IOF. Mais uma vez sabemos que quem vai pagar a conta é você, sou eu, somos todos nós brasileiros, empreendedores e consumidores”, afirmou.

Segundo o parlamentar baiano, o aumento impacta diretamente o custo do crédito e o poder de compra da população.

“Esse aumento encarece o crédito, aumenta a inflação e corrói o poder de compra de toda a população. Por isso votamos para aprovar o PDL. Esse PDL freia mais um massacre contra o bolso do povo brasileiro, ele reduz a carga tributária ao nível anterior, devolvendo, portanto, ao legislativo o controle sobre os tributos, restaura a previsibilidade para empresas e investidores, e ajuda a reconstruir a confiança no ambiente de negócios”, acrescentou.

Para Alden, o governo Lula deveria focar na redução de despesas.

“O governo brasileiro precisa aprender que não se resolve má gestão com o aumento de impostos. A resposta correta é cortar gastos e respeitar quem produz, quem trabalha e quem gera emprego desse país”, completou o deputado federal.

Redação Saiba+

Política

Acordo político tenta tirar “Caso Master” das eleições na Bahia

Articulação entre aliados de ACM Neto e Jaques Wagner busca reduzir impacto eleitoral da polêmica

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Neto e Wagner tentam minimizar impactos de investigações financeiras em suas candidaturas | Bnews - Divulgação Arquivo

Um acordo costurado nos bastidores da política baiana entre grupos ligados ao ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e ao líder do governo no Senado, Jaques Wagner, tem como objetivo retirar o chamado “Caso Master” do centro da disputa eleitoral na Bahia neste ano.

A movimentação ocorre após os nomes de pré-candidatos ao governo do estado e ao Senado serem associados ao caso nas últimas semanas, gerando desgaste político e ampliando a tensão entre grupos adversários. Diante desse cenário, interlocutores das duas frentes atuaram para construir um entendimento que minimize os impactos da polêmica no debate público.

Segundo apuração de bastidores, o acordo prevê uma espécie de “pacto de silêncio” informal, no qual lideranças evitariam explorar o tema durante a campanha, reduzindo o potencial de desgaste mútuo. A estratégia busca manter o foco das eleições em propostas e agendas administrativas, afastando discussões consideradas sensíveis.

Apesar da articulação, o tema ainda gera repercussão nos meios políticos e pode voltar ao debate caso novos desdobramentos surjam. Analistas avaliam que o sucesso do acordo dependerá da disciplina dos aliados e da ausência de novos fatos ligados ao caso.

O cenário reforça a complexidade do ambiente eleitoral na Bahia, onde alianças e estratégias de contenção de crises têm papel decisivo. A tentativa de neutralizar o impacto do Caso Master evidencia a preocupação dos grupos políticos com a imagem pública e o desempenho nas urnas.

Redação Saiba+

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Política

Otto Alencar critica possível vice de ACM Neto

Senador questiona liderança de Zé Cocá e minimiza força política no cenário estadual

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Segundo Otto, Zé Cocá não possui liderança estadual e é praticamente desconhecido na maioria das cidades da Bahia | Bnews - Divulgação Reprodução

O senador Otto Alencar (PSD) afirmou que o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), não possui densidade política suficiente para compor como vice em uma eventual chapa liderada por ACM Neto (União Brasil) nas eleições para o governo da Bahia.

A declaração foi feita durante entrevista à Rádio Metrópole, na segunda-feira (23), em meio a especulações sobre a formação da chapa majoritária da oposição no estado. Segundo Otto, Zé Cocá é praticamente desconhecido na maior parte dos municípios baianos, o que, na avaliação do senador, enfraquece a possibilidade de sua indicação para o cargo.

Não tem liderança estadual consolidada”, destacou o parlamentar, ao comentar a suposta articulação política. A fala evidencia o cenário de disputa antecipada nos bastidores e reforça o clima de tensão entre diferentes grupos que se posicionam para o pleito.

O debate sobre a escolha do vice é considerado estratégico, já que a composição da chapa pode influenciar diretamente na capilaridade eleitoral e na capacidade de articulação política em diversas regiões. Analistas avaliam que a definição de nomes com maior reconhecimento e base consolidada pode ser determinante para o desempenho nas urnas.

Enquanto isso, a movimentação política segue intensa na Bahia, com lideranças buscando alianças e consolidando apoios de olho nas próximas eleições. A possível candidatura de ACM Neto e a escolha de seu vice continuam no centro das discussões políticas no estado.

Redação Saiba+

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Política

TCU rejeita pedido de Flávio Bolsonaro sobre empréstimo aos Correios

Corte de Contas mantém negociação bilionária e reforça autonomia administrativa da estatal

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LUIS NOVA

O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu não acatar o pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL) para suspender a negociação de um empréstimo de até R$ 20 bilhões destinado à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. A decisão mantém o andamento das tratativas financeiras consideradas estratégicas para a estatal.

O parlamentar havia solicitado a interrupção do processo, levantando questionamentos sobre a viabilidade e os impactos da operação. No entanto, o TCU entendeu que não há elementos suficientes que justifiquem a suspensão imediata da negociação, permitindo que os Correios prossigam com a busca por recursos.

A operação de crédito é vista como uma medida para reforçar o caixa da empresa, ampliar investimentos e modernizar serviços logísticos, em um cenário de crescente competitividade no setor. A decisão da Corte de Contas reforça o entendimento de que processos administrativos devem seguir seu curso regular, salvo indícios concretos de irregularidades.

Nos bastidores, o tema tem gerado debates sobre a gestão financeira de estatais e o papel dos órgãos de controle. Especialistas apontam que a decisão do TCU sinaliza uma postura técnica, priorizando a análise criteriosa antes de interferências em negociações de grande porte.

Com a manutenção do processo, a expectativa é de que os Correios avancem nas tratativas do empréstimo, considerado fundamental para garantir sustentabilidade financeira e competitividade no mercado.

Redação Saiba+

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