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Política

Bruno Reis ironiza críticas e diz que Salvador vive “seu melhor momento”

Prefeito nega crise na gestão, rebate oposição e minimiza impactos da Operação Overclean durante cortejo do 2 de Julho

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Bruno Reis na festa do 2 de Julho em Salvador no cortejo da independência / Reprodução

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), participou nesta quarta-feira (2) do tradicional cortejo cívico do 2 de Julho, que celebra a luta da Bahia pela consolidação da Independência do Brasil. Durante o evento, o gestor foi questionado sobre críticas recentes à sua administração e respondeu com ironia: “Que crise? Não tem crise nenhuma. A cidade está bem e não poderia estar melhor”.

Bruno Reis ressaltou o desempenho da capital baiana diante das fortes chuvas, minimizou as tentativas da oposição de explorar temas sensíveis e defendeu os resultados da gestão. “Tentaram mostrar um alagamento em Stella Maris, torceram para ter greve dos rodoviários e não conseguiram. Ficam usando a categoria dos professores para tentar atrapalhar a gestão, mas está tudo bem”, afirmou.

Segundo o prefeito, Salvador vive um período de grandes entregas. “São seis meses de muitas inaugurações. Quem acompanha minha rotina nas redes sociais vê que estamos entregando obras todos os dias. Eu desafio um prefeito no Brasil que tenha feito tantas entregas quanto nós”, provocou.

Turismo em alta e novos projetos

Bruno ainda destacou que Salvador foi uma das cidades mais procuradas durante o São João, com números expressivos no setor turístico. “Temos projetos grandiosos em execução e outros ainda maiores para tirar do papel. A cidade vive o seu melhor momento”, completou.

Sobre vaia, greve e operação da PF

Apesar de ter sido recebido com vaias e protestos de professores em greve, o prefeito disse não ter percebido manifestações negativas: “Vaias, se teve, foi pra Jerônimo, pra Lula. Pra mim só foi aplausos e alegria”, disse. A categoria pede o pagamento do piso nacional e está em greve há mais de um mês.

Bruno também defendeu o fim da paralisação e acusou setores políticos de usarem a pauta como “palanque eleitoral”. “Já passou da hora [de acabar a greve]. Vamos tratar com seriedade e deixar a política de lado”, afirmou. “Teve negociação direta, nunca deixamos de conversar. O retorno das aulas foi previsto para 7 de julho. Precisamos resolver isso com responsabilidade.”

Bruno minimiza impactos da Operação Overclean

Questionado sobre a Operação Overclean, deflagrada pela Polícia Federal, e que investiga esquemas de corrupção envolvendo políticos aliados e adversários, o prefeito declarou: “Me preocupo com a gestão. Quem faz errado vai pagar, seja de que grupo for”. Ele também comentou a fala do governador Jerônimo Rodrigues (PT), que saiu em defesa dos prefeitos investigados: “Cabe a ele responder, ele que é amigo deles”, disse.

Redação Saiba+

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Política

Hugo Motta nega disputa por protagonismo com governo Lula

Presidente da Câmara afirma que debate sobre o fim da escala 6×1 não envolve rivalidade política

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Motta enviou PEC para a CCJ e desafiou urgência constitucional proposta pelo Planalto para tratar do fim da escala 6x1 | Bnews - Divulgação Ricardo Stuckert

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos‑PB), afirmou nesta quinta-feira (26) que não existe qualquer “briga de ego” entre o Legislativo e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em relação ao debate sobre o fim da escala 6×1. A declaração ocorre em meio ao avanço das discussões sobre mudanças na jornada de trabalho, tema que mobiliza parlamentares, centrais sindicais e setores empresariais.

Segundo Motta, a Câmara tem atuado de forma institucional e responsável, buscando construir um texto equilibrado e que considere os impactos econômicos e sociais da proposta. Ele destacou que o diálogo com o Executivo permanece aberto e que não há disputa por protagonismo, mas sim a intenção de garantir segurança jurídica e previsibilidade para trabalhadores e empregadores.

O presidente da Câmara também reforçou que o tema exige maturidade política e análise técnica, já que envolve mudanças estruturais nas relações de trabalho. Motta afirmou que o Parlamento seguirá conduzindo o debate com transparência e ouvindo todos os setores envolvidos.

A discussão sobre o fim da escala 6×1 deve continuar nas próximas semanas, com expectativa de novas audiências e articulações entre líderes partidários.

Redação Saiba+

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Política

Margareth Menezes defende Lei Rouanet e lança programa para interiorizar recursos

Ministra rebate críticas e anuncia iniciativa que amplia acesso de produtores culturais do interior à principal lei de incentivo do país

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Durante o lançamento do programa 'Rouanet no Interior', Margareth Menezes se defendeu das acusações sobre o uso da lei | Bnews - Divulgação Devid Santana

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, se posicionou nesta quinta-feira (26) sobre as críticas envolvendo o uso da Lei Rouanet em apresentações artísticas. A manifestação ocorreu durante o lançamento do programa “Rouanet no Interior”, em Salvador, iniciativa que busca ampliar o acesso de produtores culturais de cidades do interior aos recursos de incentivo federal.

Durante o evento, Margareth destacou que a Lei Rouanet é um dos principais instrumentos de fomento à cultura no Brasil e que tem sido alvo de interpretações equivocadas. Segundo ela, o mecanismo é fundamental para garantir a circulação de espetáculos, a formação de público e a sustentabilidade econômica de artistas e grupos culturais.

A ministra ressaltou que o novo programa tem como objetivo descentralizar investimentos, permitindo que municípios fora dos grandes centros também tenham condições de desenvolver projetos culturais. A proposta inclui ações de capacitação, orientação técnica e apoio à elaboração de projetos, fortalecendo a cadeia produtiva da cultura no interior do país.

Margareth também enfatizou que o Ministério da Cultura vem adotando medidas para aperfeiçoar a transparência e a fiscalização dos projetos aprovados, assegurando que os recursos sejam aplicados de forma responsável e com impacto social.

O lançamento do “Rouanet no Interior” marca mais um passo na estratégia do governo federal de democratizar o acesso às políticas culturais e reduzir desigualdades regionais no setor.

Redação Saiba+

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Política

Jerônimo diz que chapa governista ainda não está definida

Governador afirma que composição eleitoral será fechada até março e que conversas continuam em andamento

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Jerônimo afirmou que o time ainda está sendo montado e que tudo deve ficar pronto até março | Bnews - Divulgação BNEWS

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou nesta quinta-feira (26) que a chapa governista para as eleições deste ano ainda não está definida. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio A TARDE FM, onde o chefe do Executivo destacou que o grupo político segue em fase de construção e alinhamento interno.

Segundo Jerônimo, as articulações envolvem partidos aliados, lideranças regionais e representantes de diferentes setores da base. Ele reforçou que o processo está sendo conduzido com cautela e diálogo, e que a expectativa é de que tudo esteja concluído até março, prazo considerado estratégico para o planejamento eleitoral.

O governador também ressaltou que a definição da chapa deve refletir equilíbrio político, representatividade e compromisso com o projeto de continuidade da gestão estadual. Nos bastidores, nomes cotados seguem sendo avaliados, mas Jerônimo evitou antecipar decisões ou confirmar indicações.

A indefinição mantém o cenário aberto dentro da base governista, que trabalha para consolidar alianças e fortalecer a estratégia para o pleito deste ano.

Redação Saiba+

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