Brasil
Júnior mistura rebeldia e nostalgia em show no The Town
Filho de Xororó revisita passado adolescente, critica anistia e busca espaço como artista solo

Júnior Lima, irmão de Sandy e filho de Xororó, subiu ao palco do The Town com uma apresentação marcada pela mistura de rebeldia e nostalgia. No show, que durou cerca de uma hora, o cantor surpreendeu ao se manifestar sobre política, gritando: “anistia é o c…” — gesto que dividiu opiniões e trouxe a performance para o centro dos debates públicos.
Apesar de carregar mais de 30 anos no imaginário brasileiro, Júnior ainda constrói sua carreira solo, que soma menos de três anos desde o lançamento do álbum Solo. Foi nesse jogo entre o adolescente rebelde que nunca pôde ser e o adulto que tenta consolidar espaço que o artista moldou o espetáculo.
No palco, vídeos em formato de instruções de voo reforçaram a metáfora do “voo solo”, enquanto faixas como “Foda-se” tentaram dar corpo à rebeldia tardia do cantor. O repertório, no entanto, oscilou entre momentos de ousadia e escolhas previsíveis, com músicas como Passar dos Danos e Gatilho soando como ecos do pop internacional contemporâneo.
Ainda assim, Júnior mostrou seu talento como instrumentista versátil, alternando entre bateria, violão e guitarra Flying V, e trazendo frescor a clássicos como Enrosca. Nos vocais, manteve a correção técnica, explorando falsetes e variações de intensidade, mas sem arriscar além da medida.
O ponto alto da apresentação veio com “Cai a Chuva”, que levantou o público e reafirmou a conexão emocional com os fãs. Em “Super-Herói”, faixa de 2008, o artista reforçou essa ligação ao cantar de mãos dadas com uma fã, emocionando as demais, que permanecem, como ele, ligadas àquela juventude.
Mais do que o grito contra a anistia, o show de Júnior mostrou que sua busca por uma identidade própria ainda caminha entre o peso do passado e a tentativa de ocupar espaço no pop atual.
Brasil
Governo investiga preços abusivos de combustíveis
Polícia Federal abre inquérito após declaração do ministro da Justiça sobre aumentos injustificados

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, anunciou nesta terça-feira (17) que a Polícia Federal instaurou um inquérito para investigar possíveis práticas abusivas nos preços dos combustíveis em todo o País.
De acordo com o ministro, a medida busca apurar a eventual utilização indevida de fatores externos, como conflitos internacionais, para justificar aumentos acima do razoável. “É inaceitável que a falsa alegação de impacto da guerra seja fator para incremento dos preços”, afirmou, reforçando o posicionamento do governo contra reajustes considerados injustificados.
A investigação da Polícia Federal deverá analisar a cadeia de formação de preços, desde a distribuição até a comercialização nos postos, com o objetivo de identificar possíveis irregularidades ou práticas que prejudiquem o consumidor final.
Nos bastidores, a abertura do inquérito é vista como uma resposta direta às recentes oscilações nos valores dos combustíveis, que vêm impactando o custo de vida e a inflação. A expectativa é que as apurações possam resultar em medidas mais rigorosas contra abusos no setor, caso sejam confirmadas irregularidades.
O tema tem ganhado destaque nacional, sobretudo diante da sensibilidade do mercado de combustíveis e de seu efeito direto sobre a economia e o transporte no Brasil.
Brasil
Moraes determina transferência de Brazão e Rivaldo Barbosa
Ministro do STF ordena que os dois passem a cumprir pena no presídio de Gericinó, no Rio de Janeiro, conhecido como Bangu 8.

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou no sábado (14) a transferência de Domingos Brazão e de Rivaldo Barbosa para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, localizado no complexo penitenciário de Gericinó, no Rio de Janeiro.
A unidade prisional, conhecida popularmente como Bangu 8, faz parte do sistema administrado pela Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro e integra o conjunto de estabelecimentos penais do Complexo de Gericinó, considerado um dos maiores do estado.
A decisão do ministro estabelece que os dois passem a cumprir pena no Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, local destinado principalmente à custódia de presos envolvidos em processos de grande repercussão ou com foro privilegiado.
Segundo a determinação judicial, a transferência busca adequar o local de cumprimento da pena às condições estabelecidas pela Justiça, garantindo o acompanhamento pelas autoridades responsáveis pelo sistema penitenciário fluminense.
O complexo de Gericinó reúne diversas unidades prisionais e é considerado um dos principais centros do sistema carcerário do estado do Rio de Janeiro, recebendo detentos de diferentes perfis e processos judiciais.
A decisão do STF reforça o papel do tribunal na condução de casos de grande relevância nacional, especialmente aqueles que envolvem autoridades públicas, investigações sensíveis e repercussão política e institucional.
Com a transferência determinada, o sistema penitenciário do Rio de Janeiro passa a ser responsável pela custódia dos dois detentos, seguindo as normas de segurança e acompanhamento previstas pela legislação brasileira.
Brasil
Maioria dos brasileiros apoia fim da escala 6×1, aponta pesquisa
Levantamento do Instituto Datafolha mostra que 71% da população defendem a redução da jornada semanal de trabalho, enquanto 27% são contrários à mudança.

Uma pesquisa divulgada pelo Instituto Datafolha no sábado (14) revelou que a maioria dos brasileiros apoia mudanças na jornada de trabalho no país, especialmente o fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias seguidos e descansa apenas um.
De acordo com o levantamento, 71% dos brasileiros defendem a redução do tempo semanal de trabalho, indicando um forte apoio popular à revisão das atuais regras da jornada laboral. Por outro lado, 27% dos entrevistados afirmaram ser contra a diminuição da carga de trabalho semanal, demonstrando que o tema ainda gera debate entre diferentes setores da sociedade.
A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 5 de março, ouvindo 2.004 pessoas com idade a partir de 16 anos em 137 municípios espalhados pelo país. Segundo o instituto, o estudo possui margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O resultado reforça a crescente discussão nacional sobre novos modelos de jornada de trabalho, tema que tem ganhado espaço em debates políticos, empresariais e sindicais. Especialistas apontam que a possível revisão da escala tradicional poderia impactar diretamente a qualidade de vida dos trabalhadores, produtividade das empresas e organização do mercado de trabalho brasileiro.
Nos últimos anos, propostas para reduzir a jornada semanal e rever o sistema 6×1 têm sido discutidas em diferentes esferas, incluindo o Congresso Nacional, além de mobilizações nas redes sociais e movimentos trabalhistas que defendem maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal.
Diante do amplo apoio identificado pela pesquisa, o tema tende a permanecer no centro das discussões sobre direitos trabalhistas, modernização das relações de trabalho e políticas públicas voltadas ao bem-estar da população.
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