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CNH sem autoescola: Governo divulga passo a passo para tirar a habilitação

Projeto do Ministério dos Transportes prevê redução de até 80% no custo da CNH e já recebeu mais de 16 mil contribuições em consulta pública

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Reprodução

O projeto que cria a CNH sem autoescola, iniciativa que promete baratear e desburocratizar a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação, já recebeu mais de 16,4 mil contribuições desde que foi disponibilizado para consulta pública no dia 2 de outubro.

De acordo com o Governo Federal, o volume de sugestões é o segundo maior já registrado entre os projetos do Executivo, ficando atrás apenas da consulta sobre a vacina da Covid-19, realizada em 2022.

O texto, de autoria do Ministério dos Transportes, propõe uma redução de até 80% nos custos para quem pretende tirar a primeira habilitação, ampliando as opções de estudo e flexibilizando etapas que antes eram exclusivas das autoescolas.

“A participação social fortalece a elaboração das normas que vão atender aos anseios da população brasileira. É parte integrante do processo democrático”, destacou o secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo Catão.

A minuta do projeto ainda está em fase de consulta pública e pode ser ajustada antes da publicação final.


Veja o passo a passo para tirar a CNH sem autoescola

1 – Requisitos básicos

Os requisitos permanecem os mesmos: é preciso ter pelo menos 18 anos, saber ler e escrever, possuir documento de identidade e estar inscrito no CPF.
Quem optar pelo curso teórico à distância poderá confirmar a identidade de forma digital, usando a conta gov.br.

2 – Abertura do processo

O pedido poderá ser feito digitalmente pelo site ou aplicativo do Detran do estado — ou presencialmente.
O andamento do processo será acompanhado pelo Registro Nacional de Carteira de Habilitação (Renach).

3 – Curso teórico mais flexível

O curso deixa de ser exclusividade das autoescolas. O candidato poderá aprender on-line, presencialmente ou em formato híbrido, escolhendo entre:

  • Curso on-line do Ministério dos Transportes;
  • Autoescolas tradicionais, presenciais ou EAD;
  • Escolas públicas de trânsito, como os Detrans.

Não será mais obrigatório cumprir as 45 horas-aula teóricas exigidas atualmente.

4 – Coleta biométrica

Após concluir o curso teórico, será feita a coleta biométrica (foto, digitais e assinatura) no Detran.
A biometria será exigida em todas as etapas seguintes, inclusive nas provas.

5 – Exames médicos e psicológicos

A avaliação psicológica e o exame de aptidão física continuam obrigatórios.
O agendamento será feito junto ao Detran, em clínicas credenciadas.

6 – Aulas práticas opcionais

As aulas práticas deixam de ser obrigatórias.
O candidato poderá contratar instrutores credenciados de forma independente, usando o próprio veículo ou o do instrutor.
As autoescolas continuarão oferecendo o serviço, mas sem exigência de carga horária mínima.

7 – Exame teórico

A prova teórica continua obrigatória, podendo ser feita presencialmente ou on-line, conforme a estrutura de cada Detran.
A aprovação exige 70% de acertos, e quem não passar poderá refazer o exame quantas vezes for necessário.

8 – Prova prática

O exame de direção veicular segue obrigatório e será aplicado pelos Detrans.
A avaliação começa com 100 pontos, e o candidato deve terminar com no mínimo 90 pontos.
Reprovados poderão remarcar o teste.

9 – Permissão e CNH definitiva

Quem for aprovado recebe a Permissão para Dirigir (PPD), válida por um ano.
Durante o período, o condutor não pode cometer infrações graves, gravíssimas ou reincidir em médias.
Após o prazo, a CNH definitiva é emitida automaticamente.

10 – Custos e taxas

Os valores das taxas continuarão sendo definidos pelos Detrans estaduais, mas, com o novo modelo, a expectativa é de redução de até 80% no custo total da habilitação.


Com a iniciativa, o Governo busca ampliar o acesso à CNH, especialmente entre jovens e trabalhadores de baixa renda, e estimular a formação de novos condutores em todo o país.
A consulta pública segue aberta até o fim de outubro e pode ser acessada por qualquer cidadão no site Participa + Brasil.

Redação Saiba+

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Gatinho ganha cadeira de rodas feita com papelão e brinquedos

Com apenas 500 gramas, Gelato recebeu uma solução criativa para voltar a se locomover após sofrer uma lesão na região lombar

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Um pequeno gatinho chamado Gelato conquistou atenção nos Estados Unidos após receber uma cadeira de rodas improvisada feita com papelão e carrinhos de brinquedo. A solução foi criada por uma veterinária do Cincinnati Animal Care para ajudar o filhote a se movimentar enquanto se recupera de uma lesão na lombar.

Resgatado no final de julho junto com outros quatro filhotes, Gelato pesava apenas meio quilo e tinha cerca de 10 centímetros de altura. Por causa da lesão, o animal não conseguia andar normalmente e precisava de uma alternativa adaptada ao seu tamanho.

Um exame de raio-X identificou uma lesão na região lombar, levando a equipe veterinária a buscar uma forma segura e criativa de proporcionar mais mobilidade ao gatinho.

A veterinária Mallory Smith decidiu então improvisar uma pequena cadeira de rodas utilizando materiais simples. O papelão foi usado para construir a estrutura, enquanto carrinhos de brinquedo foram instalados nas extremidades para facilitar o deslocamento.

A adaptação permitiu que Gelato tivesse mais liberdade para se movimentar, transformando objetos comuns em um equipamento desenvolvido especialmente para as necessidades do filhote.

Além de auxiliar na locomoção, a iniciativa chamou atenção pela criatividade e pelo cuidado da equipe com um animal tão pequeno. A história de Gelato mostra como soluções simples e adaptadas podem fazer diferença na recuperação e no bem-estar de animais resgatados.

O pequeno felino segue recebendo cuidados enquanto sua condição é acompanhada pela equipe responsável. A expectativa é que, com assistência adequada, Gelato possa continuar avançando em sua recuperação e tenha cada vez mais autonomia.

Redação Saiba+

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Moraes e Mendonça têm forte discussão durante caso Banco Master

Ministros do STF teriam protagonizado bate-boca após avanço de investigação envolvendo Daniel Vorcaro e Banco Master

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Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e André Mendonça teriam protagonizado um forte bate-boca após o avanço das investigações envolvendo o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

Segundo informações divulgadas pela coluna Andreza Matais, do Metrópoles, Moraes teria marcado uma conversa com Mendonça depois de tomar conhecimento de uma determinação do colega relacionada ao caso. O encontro teria sido marcado por um confronto verbal intenso, com a situação chegando perto de uma agressão física, conforme o relato.

A tensão teria aumentado depois que Mendonça determinou à Polícia Federal (PF) que identificasse o interlocutor de Vorcaro em uma conversa na qual eram mencionados o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.

As investigações realizadas pela PF teriam identificado Alexandre de Moraes como o interlocutor citado na conversa. A descoberta elevou o nível de tensão entre os ministros e passou a gerar questionamentos sobre a condução das apurações.

Durante o encontro, Mendonça teria questionado Moraes sobre como ele havia tomado conhecimento da investigação, considerando que o caso estava sob sua relatoria. Moraes, por sua vez, teria reagido acusando o colega de direcionar as investigações contra ele.

O episódio ocorre em meio ao avanço das apurações relacionadas ao Banco Master e a Daniel Vorcaro, que vêm envolvendo diferentes autoridades e ampliando a repercussão política e jurídica do caso.

Ainda segundo o relato publicado pela coluna, Moraes estaria articulando uma reação contra Mendonça diante das novas controvérsias relacionadas às investigações. O episódio adiciona uma nova camada de tensão às discussões internas envolvendo integrantes da Suprema Corte.

As informações sobre o confronto entre os ministros foram divulgadas pela imprensa e integram os desdobramentos das investigações relacionadas ao Banco Master. Até o momento, os relatos citados não significam confirmação independente de todas as circunstâncias descritas.

Redação Saiba+

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Consumo das famílias recua e desacelera PIB no segundo trimestre

Queda de 0,4% nas compras das famílias contribuiu para reduzir o ritmo de crescimento da economia brasileira entre abril e junho

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O consumo das famílias brasileiras recuou 0,4% no segundo trimestre deste ano, na comparação com os três primeiros meses do período. A redução na aquisição de bens e serviços foi um dos fatores que contribuíram para a desaceleração do Produto Interno Bruto (PIB) no período.

Entre o primeiro e o segundo trimestre, o PIB brasileiro passou de um crescimento de 1,1% para 0,5%, indicando uma perda de ritmo da atividade econômica. O desempenho do consumo das famílias ganhou destaque por sua influência direta sobre o setor de serviços, considerado o maior segmento da economia nacional.

A retração nas compras ocorre em um cenário no qual o comportamento das famílias possui impacto significativo sobre diferentes áreas da economia. Serviços, indústria e agropecuária são diretamente influenciados pelo nível de demanda e pela movimentação do consumo interno.

O que é o PIB?

O Produto Interno Bruto (PIB) corresponde à soma de todos os bens e serviços finais produzidos em determinado país, estado ou cidade durante um período. No Brasil, os dados são divulgados trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando o PIB apresenta crescimento, significa que houve aumento da produção de bens e serviços na economia. Já uma retração indica redução da atividade econômica em determinado período.

Apesar da desaceleração observada no segundo trimestre, a economia brasileira encerrou 2025 com crescimento de 2,3%, abaixo da expansão de 3,4% registrada em 2024.

Os números do segundo trimestre reforçam a importância do comportamento do consumo das famílias para o desempenho da economia brasileira e mostram um ritmo de crescimento mais moderado da atividade econômica.

Redação Saiba+

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