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Política

Deputado é citado em investigação da PF

Aeronave de parlamentar foi alugada para empresa investigada em operação que apura supostas irregularidades no setor de aviação

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O deputado federal Fred Costa (PRD-MG) teve o nome mencionado em meio às investigações conduzidas pela Polícia Federal após ser revelado que uma aeronave de sua propriedade foi alugada para a empresa CNM Aviação, alvo de apurações relacionadas a supostas irregularidades.

De acordo com as informações divulgadas, o avião pertence ao parlamentar, mas estava cedido por meio de contrato de locação à empresa investigada, responsável por sua operação. Até o momento, não há indicação de que o deputado seja investigado ou tenha sido formalmente acusado de participação em qualquer irregularidade.

A apuração faz parte de uma investigação mais ampla da Polícia Federal, que busca esclarecer a atuação da empresa e identificar possíveis práticas ilícitas envolvendo operações no setor de aviação. As diligências incluem a análise de documentos, contratos e movimentações financeiras relacionadas aos investigados.

Após a divulgação do caso, a situação chamou atenção por envolver um bem pertencente a um agente público. No entanto, especialistas ressaltam que a existência de um contrato de locação, por si só, não caracteriza responsabilidade do proprietário sobre eventuais atos praticados pela empresa locatária, sendo necessária a conclusão das investigações para determinar possíveis responsabilidades.

O caso segue em andamento, e novas informações poderão surgir à medida que a Polícia Federal avance na coleta de provas. Até o momento, não há decisão judicial que atribua qualquer responsabilidade criminal ao deputado Fred Costa, prevalecendo o princípio da presunção de inocência durante todo o processo investigativo.

Redação Saiba+

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Política

Eduardo Girão critica articulação da direita cearense com Ciro Gomes

Senador do Novo questiona apoio do PL a pré-candidatura de Ciro ao governo do Ceará e expõe divergências internas entre lideranças da direita.

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O senador Eduardo Girão (Novo-CE) criticou publicamente a articulação envolvendo setores da direita cearense e o ex-ministro Ciro Gomes (PSDB), que passou a contar com apoio do PL em sua pré-candidatura ao governo do Ceará. A movimentação política tem provocado debates e divergências dentro do campo oposicionista no estado.

A aproximação entre o PL e Ciro Gomes gerou desconforto entre lideranças da direita. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) defende o lançamento da candidatura de Girão ao Palácio da Abolição, reforçando sua preferência por um nome alinhado integralmente ao campo político do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Por outro lado, o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) chegou a se posicionar publicamente favorável à construção de uma ponte política com Ciro Gomes, ampliando o racha interno sobre a estratégia eleitoral no Ceará.

As declarações de Girão ocorrem em meio à reorganização das forças políticas no estado para o próximo ciclo eleitoral. O senador tem defendido maior coesão entre os grupos de direita e criticado alianças que envolvam antigos adversários políticos.

A disputa de narrativas dentro do campo conservador evidencia a dificuldade de unificação das siglas em torno de um único projeto para o governo cearense, especialmente diante da influência de diferentes lideranças nacionais na definição das estratégias locais.

Redação Saiba+

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Política

Delação de Daniel Vorcaro é rejeitada e situação segue indefinida

Após negativa da PF e da PGR, desdobramentos da Operação seguem em curso e STF avalia próximos passos sobre a custódia do investigado.

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Desde que a segunda proposta de delação apresentada por Daniel Vorcaro foi rejeitada pela Polícia Federal (PF) e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), uma sequência de desdobramentos tem movimentado os bastidores da investigação. Entre eles, estão o julgamento envolvendo a prisão de Henrique e Felipe Vorcaro e novas fases da operação que também alcançaram figuras políticas de destaque.

Na mais recente etapa, a investigação mirou o líder do governo Lula no Senado, o senador Jaques Wagner (PT-BA), ampliando o alcance do caso e reforçando a complexidade do inquérito em andamento. Até o momento, no entanto, ainda não há definição sobre o destino processual de Daniel Vorcaro após o insucesso das tratativas de colaboração.

Segundo fontes ligadas às discussões de bastidor, a tendência é que essa definição ocorra nos próximos desdobramentos do caso. O relator do processo no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, tem sinalizado a possibilidade de manutenção da atual situação de custódia do investigado, que permanece na Superintendência da Polícia Federal.

As investigações seguem sob sigilo em parte de seus autos, enquanto os órgãos competentes analisam os elementos reunidos ao longo das fases da operação. A rejeição da delação é considerada um ponto de inflexão no andamento do caso, que ainda pode ter novos desdobramentos nas próximas semanas.

O processo continua em análise no STF, que deverá decidir os próximos encaminhamentos com base nas manifestações da PF e da PGR, além dos elementos já incorporados aos autos.

Redação Saiba+

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Política

PF amplia investigação e inclui familiares na Operação Compliance Zero

Nona fase da operação apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio relacionadas ao Banco Master; 18 mandados foram cumpridos em três estados.

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A Polícia Federal (PF) deflagrou, na quinta-feira (18), a 9ª fase da Operação Compliance Zero, ampliando as investigações sobre um suposto esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio relacionado ao Banco Master. Além dos principais investigados, familiares dos envolvidos também foram alvo das medidas judiciais autorizadas durante a operação.

Entre os investigados estão o senador Jaques Wagner (PT), o bancário Augusto Ferreira Lima e o secretário do Meio Ambiente da Bahia (Sema), Eduardo Mendonça Sodré Martins. De acordo com a Polícia Federal, a investigação busca esclarecer a existência de um possível esquema que teria beneficiado interesses ligados ao conglomerado financeiro.

Segundo as apurações, a PF suspeita que Jaques Wagner teria atuado para favorecer Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, com o suposto apoio dos demais investigados. As suspeitas fazem parte do inquérito em andamento e ainda serão analisadas pela Justiça, não representando condenação dos citados.

Durante a operação, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão nos estados da Bahia, São Paulo e Distrito Federal. As diligências tiveram como objetivo reunir documentos, equipamentos eletrônicos e outros elementos que possam contribuir para o avanço das investigações.

A inclusão de familiares entre os alvos da operação ocorreu em razão de indícios que estão sendo analisados pelos investigadores sobre a possível movimentação e ocultação de bens e recursos. A Polícia Federal não divulgou detalhes sobre os materiais apreendidos nem sobre o conteúdo das investigações, que seguem sob sigilo em parte de seus procedimentos.

A Operação Compliance Zero integra um conjunto de ações voltadas ao combate de crimes financeiros e à apuração de possíveis irregularidades envolvendo agentes públicos e empresários. Os investigados terão oportunidade de apresentar suas versões dos fatos e exercer plenamente o direito à ampla defesa e ao contraditório ao longo do processo.

Redação Saiba+

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