Polícia
Suspeito retira câmera após morte em salto rope jump no ES
Tragédia envolvendo Maria Eduarda Rodrigues de Freitas é investigada pela Polícia Civil; três pessoas foram presas temporariamente.

Um dos três presos no último fim de semana pela morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, em um salto de rope jump sem cordas, teria retirado a câmera que registrava o momento logo após a tragédia. A informação consta no pedido de prisão apresentado à Justiça pela Polícia Civil e pelo Ministério Público (MP).
De acordo com o documento, o suspeito identificado como João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, de 35 anos, teria removido o equipamento de gravação imediatamente após a queda da jovem. O caso é investigado como parte das circunstâncias que cercam a morte da vítima durante a prática do esporte radical.
Além de João, também foram presos temporariamente Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, apontada como responsável pelo grupo que realizava os saltos, e Gabriel Barros Martins, de 30 anos. Os três são investigados por possível envolvimento direto ou indireto na realização da atividade sem as condições de segurança adequadas.
A Polícia Civil apura se houve negligência ou irregularidades na condução do salto, que terminou na morte de Maria Eduarda. A remoção da câmera, segundo os investigadores, pode ser um elemento importante para reconstrução dos fatos e análise das provas.
O caso gerou forte repercussão e segue sob investigação, com expectativa de novos desdobramentos nos próximos dias à medida que depoimentos e laudos técnicos forem concluídos.
As autoridades trabalham para esclarecer todas as circunstâncias do acidente e determinar responsabilidades no caso que chocou pela gravidade e pelas condições em que a atividade foi realizada.
Polícia
Mulher é condenada a 66 anos por envenenar ovo de Páscoa
Crime ocorrido em Imperatriz (MA) resultou na morte de duas crianças e deixou a mãe das vítimas internada em estado grave após consumir o chocolate contaminado.

A Justiça condenou, na madrugada desta terça-feira (23), Jordélia Pereira Barbosa a 66 anos de prisão em regime fechado pelo envenenamento de um ovo de Páscoa que provocou a morte de duas crianças em Imperatriz, no Maranhão. A sentença encerra uma das investigações criminais de maior repercussão no estado e reforça a responsabilização pelos graves crimes praticados.
O caso ganhou grande comoção após a morte dos irmãos Luiz Fernando Rocha Silva, de 7 anos, e Evillyn Fernanda Rocha Silva, de 13 anos, que consumiram o chocolate enviado à residência da família. A mãe das crianças, Mirian Lira, também ingeriu o produto contaminado e permaneceu internada por vários dias em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), conseguindo sobreviver após receber atendimento médico intensivo.
Durante o processo, a investigação reuniu provas que embasaram a condenação da acusada. A decisão da Justiça estabelece o cumprimento da pena em regime fechado, considerando a gravidade dos fatos e as consequências do crime, que resultaram na perda de duas vidas e no sofrimento de toda a família.
O episódio gerou forte repercussão em todo o país e levantou discussões sobre crimes praticados com uso de substâncias tóxicas, além da importância da rápida atuação das autoridades na elucidação de casos de grande impacto social.
Com a condenação, a Justiça busca dar uma resposta ao crime que abalou a população de Imperatriz e comoveu o Brasil. A decisão ainda reforça o compromisso do Judiciário com a punição de delitos que atentam contra a vida, especialmente quando envolvem vítimas em situação de vulnerabilidade, como crianças.
Polícia
Adolescente é apontado como suspeito de matar padrasto em Campo Grande
Vítima de 28 anos foi encontrada com diversas facadas em um terreno próximo a uma escola; Polícia Civil investiga a motivação do crime.

A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul identificou um adolescente de 15 anos como o principal suspeito de assassinar o padrasto, Alessandro Souza Grefe, de 28 anos, em Campo Grande. O crime ocorreu na madrugada da última segunda-feira (15), no bairro Jardim das Macaúbas, e segue sendo investigado pelas autoridades.
O corpo da vítima foi localizado em um terreno próximo a uma escola municipal, apresentando diversas marcas de golpes de faca. A cena do crime mobilizou equipes policiais, que iniciaram imediatamente os trabalhos de perícia e levantamento de informações para esclarecer as circunstâncias do homicídio.
Como Alessandro estava sem documentos de identificação, o corpo foi encaminhado ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), onde exames periciais permitiram confirmar sua identidade. A partir da identificação, os investigadores avançaram nas diligências e chegaram ao adolescente, apontado como o principal suspeito do assassinato.
Até o momento, a Polícia Civil não divulgou detalhes sobre a motivação do crime nem informou as circunstâncias que teriam levado ao ataque. O caso permanece sob investigação, e novas diligências deverão esclarecer a dinâmica dos fatos, além de reunir provas que possam subsidiar a conclusão do inquérito.
O homicídio causou repercussão em Campo Grande e reforça a preocupação com casos de violência envolvendo adolescentes. A expectativa é de que o avanço das investigações permita esclarecer todos os detalhes do crime e definir as medidas legais cabíveis em relação ao suspeito.
Polícia
Suspeito de latrocínio contra idosa é preso no oeste da Bahia
Homem de 26 anos foi localizado em uma fazenda na zona rural de Santa Rita de Cássia; vítima foi encontrada morta dentro de casa no início de junho.

A Polícia Civil da Bahia prendeu, na tarde deste sábado (20), um homem de 26 anos investigado por latrocínio contra uma idosa no município de Santa Rita de Cássia, localizado no oeste do estado. O suspeito foi capturado na Fazenda Ipê, situada na zona rural da cidade, durante uma ação das equipes responsáveis pela investigação.
De acordo com a Polícia Civil, a vítima, Vivaldina de Jesus Bonfim, de 64 anos, foi encontrada sem vida no dia 7 de junho, no banheiro de uma residência localizada na região central do município.
As informações da investigação apontam que o corpo estava coberto por um lençol e apresentava lesões na região da cabeça e das costas, circunstâncias que levaram à instauração do inquérito para apurar o crime, classificado como latrocínio — roubo seguido de morte.
Após o avanço das diligências e a coleta de elementos investigativos, os policiais localizaram o suspeito na zona rural de Santa Rita de Cássia, onde foi efetuada a prisão. O homem deverá permanecer à disposição da Justiça enquanto o caso segue em apuração.
A Polícia Civil continua realizando diligências para esclarecer todos os detalhes do crime, incluindo a dinâmica dos fatos e a possível participação de outras pessoas. O inquérito deverá reunir laudos periciais, depoimentos e demais provas para subsidiar a conclusão da investigação.
O caso gerou grande repercussão entre os moradores de Santa Rita de Cássia e reforça a atuação das forças de segurança no combate aos crimes patrimoniais com resultado morte no interior da Bahia.
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