Política
Bahia registra menor desemprego da história
Secretário destaca geração de quase 300 mil empregos na gestão Jerônimo, mas afirma que desafio agora é elevar a renda da população

O secretário estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, afirmou que a Bahia alcançou a menor taxa de desocupação de sua história durante a gestão do governador Jerônimo Rodrigues (PT). Segundo o gestor, o desempenho do mercado de trabalho é resultado das políticas de incentivo ao emprego e ao desenvolvimento econômico implementadas pelo governo estadual.
De acordo com Augusto Vasconcelos, o estado contabiliza a geração de quase 300 mil novos postos de trabalho desde o início da atual gestão, número que, segundo ele, representa um marco para a economia baiana.
“A Bahia está comemorando agora, neste mês, a geração de quase 300 mil novos empregos desde o início da gestão do governador Jerônimo“, declarou o secretário ao destacar os indicadores positivos do mercado de trabalho.
Apesar do avanço nos índices de empregabilidade, Augusto Vasconcelos reconheceu que ainda há desafios importantes para ampliar a renda da população e melhorar as condições de trabalho no estado. Segundo ele, a prioridade agora é consolidar políticas que favoreçam empregos de maior qualidade e salários mais elevados.
“Nós ainda entendemos que é necessário avançar mais para melhorar a renda da população, desenvolver o nosso estado e garantir que a Bahia possa também ter uma renda média maior, com aumento de salários e melhoria das condições de trabalho“, afirmou.
O secretário ressaltou que a ampliação das oportunidades de emprego deve caminhar junto com ações voltadas à qualificação profissional, atração de investimentos e fortalecimento dos setores produtivos da economia baiana.
A expectativa do governo estadual é manter o ritmo de crescimento do mercado de trabalho, ampliando a geração de empregos formais e criando condições para que os trabalhadores tenham maior poder de compra e melhores perspectivas de desenvolvimento profissional.
Política
Lula cita novos nomes para a esquerda
Presidente defende renovação da esquerda nacional e aponta lideranças que podem ganhar protagonismo político a partir de 2030

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a necessidade de novas lideranças políticas no campo da esquerda em nível nacional. A declaração foi feita nesta sexta-feira (14), durante entrevista ao podcast Não Inviabilize, quando o petista comentou sobre nomes que, na avaliação dele, têm potencial para ocupar maior espaço político a partir de 2030.
Entre os nomes mencionados por Lula estão Fernando Haddad, Camilo Santana, Rui Costa e Guilherme Boulos, que possuem trajetórias distintas na política brasileira e atualmente ocupam diferentes posições no cenário nacional.
Fernando Haddad, do PT, foi ministro da Fazenda e também já exerceu o cargo de prefeito de São Paulo. Camilo Santana, também petista, foi governador do Ceará e atualmente integra o governo federal, enquanto Rui Costa, ex-governador da Bahia e integrante do PT, é candidato ao Senado.
Outro nome citado pelo presidente foi Guilherme Boulos (PSOL), ministro da Secretaria-Geral da Presidência, que ganhou projeção nacional nos últimos anos por sua atuação política e participação em disputas eleitorais.
Ao abordar o futuro da esquerda, Lula destacou a importância de preparar uma nova geração de lideranças políticas para ampliar a representação do campo progressista no cenário nacional. A discussão também coloca em evidência possíveis nomes que poderão ganhar maior protagonismo nas eleições e articulações políticas dos próximos anos.
A declaração ocorre em meio ao debate sobre a renovação das lideranças da esquerda brasileira e a construção de novos projetos políticos para o período posterior a 2030.
Política
Lula diz acreditar na inocência de Lulinha
Presidente afirma confiar na inocência do filho, mas diz que não pretende interferir nas investigações envolvendo o empresário

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (14) que acredita na inocência do filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Apesar da manifestação, o presidente declarou que não pretende interferir nas investigações que apuram suspeitas envolvendo o empresário.
A declaração foi dada durante entrevista aos podcasts “Não Inviabilize” e “As Cunhãs”, realizada no Palácio da Alvorada. Na ocasião, Lula também comentou sobre a estratégia adotada pela defesa do filho diante dos inquéritos em andamento.
Segundo o presidente, ele orientou os advogados de Lulinha a não solicitar o arquivamento das investigações. A decisão, conforme relatado por Lula, busca permitir que as apurações prossigam e que os fatos sejam esclarecidos pelas autoridades responsáveis.
Ao falar sobre o caso, o petista reforçou que sua posição pessoal sobre a inocência do filho não significa interferência no trabalho dos órgãos responsáveis pelas investigações. Lula afirmou que cabe às autoridades conduzir as apurações e esclarecer as suspeitas levantadas.
O episódio volta a colocar o nome de Fábio Luís Lula da Silva no centro do debate político e judicial, enquanto as investigações seguem em andamento. A manifestação do presidente também evidencia a posição adotada pelo governo diante das apurações que envolvem seu filho.
Política
Aliados de Lula criticam decisão de Moraes
Petistas avaliam que restrição à visita dos filhos de Jair Bolsonaro pode fortalecer discurso de vitimismo e favorecer Flávio Bolsonaro.

Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstraram, nos bastidores, preocupação com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de impedir a visita dos filhos de Jair Bolsonaro ao pai no Dia dos Pais.
Segundo informações divulgadas pelo jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, integrantes do grupo político ligado a Lula avaliam que a medida pode produzir um efeito contrário ao esperado no cenário político.
Na avaliação desses aliados, a restrição pode reforçar o discurso de “vitimismo” adotado por setores bolsonaristas, ampliando a repercussão política em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Outro ponto citado pelos lulistas é o possível impacto sobre a corrida eleitoral. Para esse grupo, a decisão de Moraes pode acabar favorecendo a projeção de Flávio Bolsonaro, que vem sendo apontado como um dos nomes ligados ao campo bolsonarista para a disputa pelo Palácio do Planalto.
A avaliação ocorre em meio à crescente disputa política envolvendo integrantes da família Bolsonaro e decisões judiciais relacionadas ao ex-presidente. O episódio também deve continuar sendo explorado no debate público entre grupos de oposição e aliados do governo federal.
Apesar das críticas nos bastidores, a decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes no âmbito do STF e envolve restrições relacionadas às visitas a Jair Bolsonaro. A repercussão política da medida, porém, passou a preocupar integrantes do próprio campo governista, diante da possibilidade de fortalecer a narrativa utilizada pelos adversários.
O episódio evidencia como decisões judiciais envolvendo figuras de grande projeção política podem gerar efeitos que ultrapassam o âmbito jurídico e repercutem diretamente no cenário eleitoral.
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