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Política

Lula lança Desenrola Adimplentes

Nova modalidade do programa de crédito será voltada a consumidores com contas em dia e integra pacote de ações do governo federal

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lança nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto, o Desenrola Adimplentes, nova modalidade da política de crédito do governo federal destinada a consumidores que mantêm suas contas em dia. A iniciativa amplia o alcance do programa Desenrola e busca incentivar o acesso ao crédito para brasileiros com histórico financeiro positivo.

O evento contará com a participação do ministro da Fazenda, Dario Durigan, responsável por apresentar os detalhes da nova linha de crédito e os objetivos da medida. A expectativa é de que o programa ofereça condições diferenciadas para estimular o consumo, fortalecer a economia e ampliar o acesso a financiamentos por parte dos chamados bons pagadores.

O Desenrola Adimplentes faz parte de um conjunto de medidas econômicas e administrativas que o governo federal pretende anunciar até o dia 4 de julho. A estratégia busca acelerar a entrega de ações consideradas prioritárias antes do período de restrições previsto pela legislação eleitoral.

Após essa data, ocupantes de cargos públicos que disputarão as eleições de outubro ficam impedidos de participar de inaugurações e eventos oficiais com esse perfil, conforme estabelecem as regras eleitorais.

A criação da nova modalidade representa uma ampliação da política de crédito do governo, que anteriormente concentrou esforços na renegociação de dívidas de consumidores inadimplentes. Agora, a proposta também contempla cidadãos que mantêm a regularidade financeira, oferecendo novas possibilidades de acesso ao mercado de crédito.

O governo espera que a iniciativa contribua para estimular a atividade econômica, fortalecer o consumo das famílias e ampliar a circulação de recursos no país, ao mesmo tempo em que valoriza o histórico de adimplência dos consumidores.

Redação Saiba+

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Política

Lula cita novos nomes para a esquerda

Presidente defende renovação da esquerda nacional e aponta lideranças que podem ganhar protagonismo político a partir de 2030

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendeu a necessidade de novas lideranças políticas no campo da esquerda em nível nacional. A declaração foi feita nesta sexta-feira (14), durante entrevista ao podcast Não Inviabilize, quando o petista comentou sobre nomes que, na avaliação dele, têm potencial para ocupar maior espaço político a partir de 2030.

Entre os nomes mencionados por Lula estão Fernando Haddad, Camilo Santana, Rui Costa e Guilherme Boulos, que possuem trajetórias distintas na política brasileira e atualmente ocupam diferentes posições no cenário nacional.

Fernando Haddad, do PT, foi ministro da Fazenda e também já exerceu o cargo de prefeito de São Paulo. Camilo Santana, também petista, foi governador do Ceará e atualmente integra o governo federal, enquanto Rui Costa, ex-governador da Bahia e integrante do PT, é candidato ao Senado.

Outro nome citado pelo presidente foi Guilherme Boulos (PSOL), ministro da Secretaria-Geral da Presidência, que ganhou projeção nacional nos últimos anos por sua atuação política e participação em disputas eleitorais.

Ao abordar o futuro da esquerda, Lula destacou a importância de preparar uma nova geração de lideranças políticas para ampliar a representação do campo progressista no cenário nacional. A discussão também coloca em evidência possíveis nomes que poderão ganhar maior protagonismo nas eleições e articulações políticas dos próximos anos.

A declaração ocorre em meio ao debate sobre a renovação das lideranças da esquerda brasileira e a construção de novos projetos políticos para o período posterior a 2030.

Redação Saiba+

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Política

Lula diz acreditar na inocência de Lulinha

Presidente afirma confiar na inocência do filho, mas diz que não pretende interferir nas investigações envolvendo o empresário

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira (14) que acredita na inocência do filho, Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. Apesar da manifestação, o presidente declarou que não pretende interferir nas investigações que apuram suspeitas envolvendo o empresário.

A declaração foi dada durante entrevista aos podcasts “Não Inviabilize” e “As Cunhãs”, realizada no Palácio da Alvorada. Na ocasião, Lula também comentou sobre a estratégia adotada pela defesa do filho diante dos inquéritos em andamento.

Segundo o presidente, ele orientou os advogados de Lulinha a não solicitar o arquivamento das investigações. A decisão, conforme relatado por Lula, busca permitir que as apurações prossigam e que os fatos sejam esclarecidos pelas autoridades responsáveis.

Ao falar sobre o caso, o petista reforçou que sua posição pessoal sobre a inocência do filho não significa interferência no trabalho dos órgãos responsáveis pelas investigações. Lula afirmou que cabe às autoridades conduzir as apurações e esclarecer as suspeitas levantadas.

O episódio volta a colocar o nome de Fábio Luís Lula da Silva no centro do debate político e judicial, enquanto as investigações seguem em andamento. A manifestação do presidente também evidencia a posição adotada pelo governo diante das apurações que envolvem seu filho.

Redação Saiba+

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Política

Aliados de Lula criticam decisão de Moraes

Petistas avaliam que restrição à visita dos filhos de Jair Bolsonaro pode fortalecer discurso de vitimismo e favorecer Flávio Bolsonaro.

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Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) demonstraram, nos bastidores, preocupação com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), de impedir a visita dos filhos de Jair Bolsonaro ao pai no Dia dos Pais.

Segundo informações divulgadas pelo jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, integrantes do grupo político ligado a Lula avaliam que a medida pode produzir um efeito contrário ao esperado no cenário político.

Na avaliação desses aliados, a restrição pode reforçar o discurso de “vitimismo” adotado por setores bolsonaristas, ampliando a repercussão política em torno do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Outro ponto citado pelos lulistas é o possível impacto sobre a corrida eleitoral. Para esse grupo, a decisão de Moraes pode acabar favorecendo a projeção de Flávio Bolsonaro, que vem sendo apontado como um dos nomes ligados ao campo bolsonarista para a disputa pelo Palácio do Planalto.

A avaliação ocorre em meio à crescente disputa política envolvendo integrantes da família Bolsonaro e decisões judiciais relacionadas ao ex-presidente. O episódio também deve continuar sendo explorado no debate público entre grupos de oposição e aliados do governo federal.

Apesar das críticas nos bastidores, a decisão partiu do ministro Alexandre de Moraes no âmbito do STF e envolve restrições relacionadas às visitas a Jair Bolsonaro. A repercussão política da medida, porém, passou a preocupar integrantes do próprio campo governista, diante da possibilidade de fortalecer a narrativa utilizada pelos adversários.

O episódio evidencia como decisões judiciais envolvendo figuras de grande projeção política podem gerar efeitos que ultrapassam o âmbito jurídico e repercutem diretamente no cenário eleitoral.

Redação Saiba+

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