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Apreensões de cigarros eletrônicos disparam no Brasil

Dados da Polícia Federal revelam crescimento expressivo nas apreensões em 2026 e aumento de notificações de efeitos adversos à Anvisa

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As apreensões de cigarros eletrônicos no Brasil registraram um crescimento expressivo em 2026, segundo dados da Polícia Federal obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI). Os números apontam uma intensificação das ações de fiscalização e evidenciam o avanço da circulação desses dispositivos no país, apesar das restrições impostas à comercialização.

De acordo com o levantamento, apenas nos cinco primeiros meses de 2026, as apreensões já superaram em mais do que o dobro o total registrado durante todo o ano de 2025. A evolução é considerada significativa e demonstra a ampliação das operações de combate ao comércio irregular dos chamados vapes.

Os registros passaram de nove apreensões em 2024 para 335 em 2025, enquanto 2026 já contabiliza 758 ocorrências. Na comparação entre o período de janeiro até meados de junho, o salto foi de 37 casos para 758, representando um crescimento de aproximadamente 20 vezes em apenas um ano. Outro dado que chama atenção é que, até 2023, não havia registros desse tipo de apreensão nos sistemas consultados pela corporação.

O avanço das apreensões acompanha também o aumento das notificações relacionadas a possíveis efeitos adversos associados ao uso dos dispositivos eletrônicos para fumar. Dados da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostram que foram registradas 257 notificações em 2023, número que subiu para 449 em 2024 e alcançou 1.122 notificações em 2025, evidenciando uma tendência de crescimento nas ocorrências comunicadas ao órgão regulador.

Especialistas apontam que a maior fiscalização, aliada ao crescimento da circulação clandestina dos produtos, contribui para o aumento das apreensões. Ao mesmo tempo, os números reforçam o debate sobre os riscos à saúde associados ao uso dos cigarros eletrônicos e os desafios enfrentados pelas autoridades para coibir a comercialização irregular desses dispositivos no Brasil.

O cenário demonstra que o combate ao mercado ilegal de vapes continua sendo uma das prioridades das autoridades de segurança e de vigilância sanitária, diante da expansão do consumo e do aumento das notificações envolvendo possíveis impactos à saúde dos usuários.

Redação Saiba+

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Vini Jr. aciona Justiça após acusações sobre Copa do Mundo

Atacante busca responsabilização judicial de influenciador que publicou alegações sobre suposta investigação envolvendo a cobrança de pênalti na eliminação do Brasil na Copa de 2026.

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O atacante Vini Jr. decidiu recorrer à Justiça do Rio de Janeiro após ser alvo de publicações feitas pelo influenciador digital Rafael Murmura, que o associaram a uma suposta investigação do Ministério Público relacionada à partida entre Brasil e Noruega, válida pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026.

Segundo a ação, o influenciador utilizou seu perfil no Instagram, que reúne mais de 3,5 milhões de seguidores, para divulgar informações afirmando que o jogador estaria sendo investigado por não ter cobrado um dos pênaltis na disputa que culminou com a eliminação da Seleção Brasileira.

Nas publicações, Rafael Murmura também alegou que a comissão técnica teria sido orientada a impedir que Vini Jr. realizasse a cobrança, sob a justificativa de que o atacante seria patrocinado por casas de apostas. As mensagens ainda sugeriam a existência de uma investigação oficial relacionada a uma suposta manipulação de resultados.

A defesa do jogador considera as declarações infundadas e potencialmente prejudiciais à imagem e à reputação do atleta, motivo pelo qual decidiu buscar medidas judiciais para responsabilizar o autor das publicações. O objetivo é que o caso seja analisado pela Justiça, diante da repercussão alcançada pelas postagens nas redes sociais.

A iniciativa reforça o movimento de atletas e personalidades públicas que têm recorrido ao Judiciário para contestar conteúdos considerados falsos ou sem comprovação, especialmente quando envolvem acusações graves capazes de afetar a credibilidade profissional e pessoal.

O caso deverá seguir a tramitação judicial, ocasião em que as partes poderão apresentar suas manifestações e provas.

Redação Saiba+

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Erika Hilton pede revisão de decisão em ação contra o SBT

Deputada federal solicita que a Justiça restabeleça seu direito de resposta, alegando que a suspensão da medida compromete a finalidade da reparação prevista em lei.

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A disputa judicial entre a deputada federal Erika Hilton e o SBT ganhou um novo desdobramento. A parlamentar protocolou uma nova manifestação no processo solicitando que a Justiça reavalie a decisão que suspendeu seu direito de resposta à emissora, medida que havia sido interrompida após a concessão de efeito suspensivo ao recurso apresentado pela empresa.

Na petição, assinada na última quinta-feira (23), Erika Hilton argumenta que houve equívoco na decisão judicial ao reconhecer o efeito suspensivo do recurso do SBT. Segundo a defesa da deputada, essa medida acabou suspendendo a obrigação da emissora de divulgar sua resposta em relação às declarações feitas pelo apresentador Ratinho.

De acordo com o documento apresentado, o direito de resposta somente alcança sua finalidade quando é publicado de forma rápida e próxima às declarações consideradas ofensivas. A parlamentar sustenta que a demora na divulgação compromete o objetivo da legislação, que busca reparar eventuais danos à honra e garantir o equilíbrio da informação.

A manifestação destaca ainda que a ausência de imediatidade pode esvaziar o propósito do direito de resposta, tornando a reparação menos eficaz diante da repercussão das declarações questionadas.

O processo segue em tramitação e caberá ao Judiciário analisar os argumentos apresentados pela defesa de Erika Hilton antes de decidir se a suspensão do direito de resposta será mantida ou revista. O caso continua acompanhando os desdobramentos envolvendo a parlamentar e a emissora, em uma disputa que tem repercutido no cenário político e jurídico nacional.

Redação Saiba+

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Roberto Carlos recebe alta após cirurgia na vesícula

Cantor passou por procedimento por videolaparoscopia no Rio de Janeiro e deve manter sua agenda de compromissos sem alterações.

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O cantor Roberto Carlos, de 85 anos, recebeu alta hospitalar na manhã desta sexta-feira (24) após passar por uma cirurgia para retirada da vesícula. O procedimento foi realizado no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro, e transcorreu conforme o esperado pela equipe médica.

A cirurgia foi feita por videolaparoscopia, técnica considerada minimamente invasiva, e teve duração aproximada de duas horas. O responsável pelo procedimento foi o renomado cirurgião Raul Cutait, do Hospital Sírio-Libanês, que se deslocou de São Paulo ao Rio de Janeiro para atender o artista.

De acordo com as informações divulgadas, a intervenção já estava previamente programada, descartando qualquer caráter emergencial. Roberto Carlos optou por realizar a cirurgia na capital fluminense, evitando a necessidade de viajar para outro estado durante o tratamento.

A rápida recuperação permitiu que o cantor deixasse a unidade hospitalar menos de um dia após o procedimento, demonstrando uma evolução clínica considerada satisfatória. A expectativa é que o período de recuperação não provoque alterações na agenda profissional do artista, que deverá retomar gradualmente suas atividades.

Reconhecido como um dos maiores nomes da música brasileira, Roberto Carlos segue recebendo manifestações de carinho de fãs e admiradores, que acompanharam sua recuperação e celebraram a notícia da alta médica. A boa evolução reforça a confiança em um retorno tranquilo às suas apresentações e compromissos futuros.

Redação Saiba+

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