Polícia
Alunos são suspeitos de colocar laxante em bebida de criança
Caso teria ocorrido no Colégio Antônio Vieira, em Salvador; família e escola deverão apurar as circunstâncias da suposta agressão.

Uma criança teria sido vítima de uma suposta perseguição praticada por colegas dentro do Colégio Antônio Vieira, em Salvador, após adolescentes colocarem laxante em sua bebida. O caso ganhou repercussão nesta quinta-feira (20), após ser comentado pelo apresentador Fábio Gomes durante o programa BNews Agora 1ª Edição, da Itapoan FM.
Segundo o relato apresentado pelo comunicador, a criança teria passado uma semana enfrentando fortes dores de barriga enquanto permanecia na instituição de ensino, precisando ir repetidamente ao banheiro.
“Essa criança passou uma semana com dor de barriga severa dentro da escola, indo toda hora ao banheiro, passando mal”, relatou Fábio Gomes durante o programa.
A suspeita é de que adolescentes tenham colocado uma substância laxativa na bebida da criança, provocando os sintomas. As circunstâncias do episódio, entretanto, ainda precisam ser esclarecidas e confirmadas pelas autoridades e pelos responsáveis pela instituição.
O caso levanta preocupação sobre possíveis situações de bullying, perseguição e violência no ambiente escolar, especialmente quando envolvem a manipulação de alimentos ou bebidas de estudantes.
A utilização de qualquer substância sem o conhecimento da vítima pode representar um risco à saúde e exige atenção por parte de familiares, responsáveis e da própria comunidade escolar.
A expectativa é de que o episódio seja investigado para esclarecer como a bebida teria sido adulterada, quem estaria envolvido e quais medidas foram adotadas pela instituição de ensino após a identificação da situação.
Casos dessa natureza também reforçam a importância de mecanismos de prevenção e de canais seguros para que estudantes possam relatar situações de perseguição, intimidação ou agressão dentro do ambiente escolar.
Até o momento, as informações divulgadas tratam o episódio como uma suspeita, e eventuais responsabilidades deverão ser estabelecidas somente após a apuração dos fatos.
Polícia
Advogada é morta a tiros enquanto passeava com cachorro
Ana Walesca do Nascimento Gomes, de 34 anos, foi baleada em Maceió; um suspeito foi preso e outro morreu após confronto com policiais.

A advogada Ana Walesca do Nascimento Gomes, de 34 anos, foi assassinada a tiros enquanto passeava com o cachorro, na terça-feira (18), em Maceió, Alagoas. O crime aconteceu na Avenida Cachoeira do Meirim, no bairro Benedito Bentes.
Segundo informações da Polícia Civil, dois homens chegaram ao local em uma motocicleta. O passageiro teria descido do veículo e efetuado os disparos contra a advogada.
Ana Walesca foi atingida e recebeu atendimento médico após o ataque. Ela chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Geral do Estado (HGE), mas não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade de saúde.
A investigação policial avançou após a identificação de dois suspeitos de envolvimento no crime. Um deles foi preso pelas autoridades, enquanto o segundo, apontado como possível autor dos disparos, morreu durante uma troca de tiros com policiais.
As circunstâncias e a motivação do assassinato ainda são investigadas. A Polícia Civil busca esclarecer a participação de cada suspeito e entender o que teria motivado o ataque contra a advogada.
O caso provocou repercussão em Maceió e mobilizou as forças de segurança. A investigação deverá reunir depoimentos, imagens de câmeras de segurança e outros elementos que possam ajudar na reconstrução da dinâmica do crime.
A morte de Ana Walesca é tratada como um caso de homicídio, e os trabalhos policiais continuam para esclarecer completamente o episódio e identificar eventuais outros envolvidos.
Polícia
Ônibus pega fogo e interdita via em Salvador
Veículo foi tomado pelas chamas na marginal da Avenida Tancredo Neves; incêndio também atingiu a fiação elétrica e provocou bloqueio no trecho.

Um ônibus do transporte coletivo de Salvador pegou fogo na manhã desta quinta-feira (20), na marginal da Avenida Tancredo Neves, uma das principais áreas de circulação da capital baiana.
Imagens registradas no local mostram o veículo sendo tomado pelas chamas, enquanto uma grande quantidade de fumaça se espalhava pela região.
Ainda não há informações sobre o que teria provocado o incêndio. As circunstâncias da ocorrência deverão ser apuradas pelas autoridades responsáveis.
Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas e deslocadas para o local para combater o incêndio e realizar o trabalho de rescaldo após o controle das chamas.
Além do ônibus, o fogo provocou danos na estrutura da região. Parte da fiação elétrica foi atingida e acabou caindo sobre a via, contribuindo para a interdição do trecho.
A queda dos cabos exigiu atenção das equipes que atuavam na ocorrência e aumentou os transtornos para motoristas que trafegavam pela marginal da Avenida Tancredo Neves.
O bloqueio também impactou a mobilidade na região, considerada um importante corredor viário de Salvador. Motoristas precisaram redobrar a atenção devido à interdição provocada pelo incêndio e pela presença da fiação na pista.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre vítimas relacionadas à ocorrência. As equipes permanecem no local para garantir a segurança da área e concluir os procedimentos necessários.
As causas do incêndio deverão ser investigadas após a conclusão do atendimento. O caso mobilizou o Corpo de Bombeiros e provocou interrupção temporária do tráfego na Avenida Tancredo Neves.
Polícia
PF investiga transações entre Marcola e lobista
Marco Aurélio Ribeiro afirma que valores recebidos de Roberta Luchsinger eram referentes a um empréstimo; investigação analisa mensagens e movimentações financeiras.

A relação financeira entre Marco Aurélio Ribeiro, conhecido como Marcola, e a lobista Roberta Luchsinger entrou no radar das investigações da Polícia Federal. Desde que as transações vieram a público, o empresário sustenta que os valores recebidos da lobista em 2024 teriam sido referentes a um empréstimo.
Segundo informações atribuídas à investigação, Roberta teria repassado cerca de R$ 217 mil a Marcola por diferentes meios, incluindo transferências bancárias, pagamento de boletos e aquisição de joias.
O dinheiro teria sido devolvido posteriormente, com correção, totalizando aproximadamente R$ 249 mil. A devolução ocorreu meses atrás, depois de a Polícia Federal já ter apreendido o celular da lobista, segundo o relato sobre o caso.
A versão apresentada por Marcola coloca as mensagens trocadas entre os dois como um dos pontos relevantes para a apuração. Isso porque, para sustentar a caracterização dos valores como empréstimo, a investigação poderá analisar se existem registros de conversas que indiquem que o dinheiro deveria ser devolvido.
As mensagens no WhatsApp podem, nesse contexto, ajudar a esclarecer a natureza da relação financeira. Eventuais referências ao termo “empréstimo” ou compromissos assumidos no momento dos repasses podem ser considerados elementos para avaliar a versão apresentada.
Por outro lado, a ausência dessa indicação nas conversas não seria, isoladamente, suficiente para determinar a natureza das operações, já que a análise de uma transação financeira depende do conjunto de documentos, mensagens e demais elementos reunidos na investigação.
O caso envolve movimentações realizadas em diferentes formatos e passou a receber atenção após a descoberta da relação financeira entre Marcola e Roberta. A PF busca compreender o contexto dos pagamentos e a finalidade dos recursos.
A devolução dos valores também integra o cenário analisado. Conforme as informações divulgadas, os R$ 217 mil inicialmente repassados teriam retornado posteriormente à lobista com atualização, chegando a R$ 249 mil.
A investigação deverá avaliar os registros financeiros e as comunicações entre os envolvidos para verificar se os fatos são compatíveis com a versão de que se tratava de um empréstimo.
Até que as apurações sejam concluídas, a natureza das transações permanece como objeto de investigação, e a existência de movimentações financeiras, por si só, não comprova irregularidade ou crime.
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