conecte-se conosco

Polícia

Operação fecha postos clandestinos em SP

Ação conjunta de órgãos federais e estaduais lacrou seis unidades que funcionavam sem autorização na cidade de São Paulo

Postado

em

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) deflagrou nesta sexta-feira (28/8) a Operação Bomba Oculta, voltada ao combate de postos de combustíveis clandestinos que operavam sem autorização na cidade de São Paulo.

Durante a ação, seis postos de combustíveis foram lacrados pelas equipes de fiscalização, em uma ofensiva que reúne diferentes órgãos públicos para combater irregularidades no setor e interromper o funcionamento de estabelecimentos que não atendiam às exigências legais.

A operação busca ampliar a fiscalização sobre a comercialização de combustíveis e identificar estruturas que atuam de forma irregular, além de garantir o cumprimento das normas estabelecidas para o funcionamento desses estabelecimentos.

Ação reúne órgãos públicos

A Operação Bomba Oculta foi realizada de forma integrada por órgãos das esferas federal, estadual e de segurança pública. Participaram da ofensiva a Receita Federal, a Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo (Sefaz/SP), a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo (PGE/SP) e a Polícia Civil.

A atuação conjunta permite cruzar informações fiscais, administrativas e regulatórias para identificar estabelecimentos que apresentam possíveis irregularidades.

Com as interdições, os locais fiscalizados ficam impedidos de continuar as atividades até que sejam avaliadas e, quando cabível, regularizadas as condições necessárias para o funcionamento.

Combate à atuação clandestina

A fiscalização de postos de combustíveis é considerada estratégica devido aos impactos que estabelecimentos irregulares podem provocar na arrecadação, na concorrência do setor e na segurança dos consumidores.

A operação realizada em São Paulo reforça a atuação integrada das instituições públicas no combate a postos clandestinos e à comercialização irregular de combustíveis.

Novas medidas poderão ser adotadas conforme o avanço das análises e dos procedimentos administrativos relacionados aos estabelecimentos fiscalizados.

Redação Saiba+

Continue lendo
envie seu comentário

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Polícia

STJ nega habeas corpus a tenente-coronel réu por feminicídio

Geraldo Leite Rosa Neto está preso desde março e é acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves Santana, em São Paulo

Postado

em

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou o pedido liminar de habeas corpus apresentado pela defesa do tenente-coronel da Polícia Militar Geraldo Leite Rosa Neto, de 54 anos, réu pela morte da esposa, a soldado Gisele Alves Santana, de 32.

A policial foi encontrada com um tiro na cabeça em fevereiro, no apartamento onde o casal morava, no bairro do Brás, região central de São Paulo. Geraldo Leite Rosa Neto nega ter cometido o crime e sustenta a versão de que a esposa teria tirado a própria vida.

Além da acusação relacionada à morte da policial, o militar também responde por fraude processual. Ele está preso preventivamente desde 18 de março, no Presídio Militar Romão Gomes, localizado na Zona Norte da capital paulista.

Com a decisão do STJ, o pedido liminar para que o tenente-coronel fosse colocado em liberdade foi rejeitado. O caso continua sob análise da Justiça, enquanto a defesa mantém a versão apresentada pelo acusado.

A investigação e o processo deverão esclarecer as circunstâncias da morte de Gisele Alves Santana e as demais acusações atribuídas ao militar. Até o momento, Geraldo Leite Rosa Neto nega a prática do feminicídio.

Redação Saiba+

Continue lendo

Polícia

29 milhões de brasileiras relatam violência doméstica

Levantamento do Senado aponta que a maioria das vítimas não procura autoridades, revelando uma subnotificação preocupante dos casos de violência de gênero

Postado

em

Uma atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma do Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) do Senado Federal, revela um cenário preocupante no Brasil. Segundo o levantamento, 29 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses.

Apesar da dimensão do problema, a grande maioria das vítimas não buscou ajuda. 93,6% das mulheres que relataram ter passado por situações de violência não procuraram uma delegacia, o Ligue 180 ou o telefone 190.

Os dados também apontam para uma dificuldade no reconhecimento das próprias situações de violência. Apenas 4% das entrevistadas afirmaram espontaneamente ter sofrido violência doméstica no período analisado.

Quando as participantes foram questionadas sobre situações específicas, sem que o termo “violência” fosse utilizado nas perguntas, o percentual aumentou significativamente, chegando a 33%. O resultado indica que muitas mulheres podem vivenciar situações de agressão, controle ou abuso sem necessariamente identificá-las imediatamente como violência doméstica.

Outro dado chama atenção para o tamanho da subnotificação. O número de casos que não chegou ao conhecimento das autoridades é aproximadamente 14,6 vezes maior do que o grupo que formalizou uma denúncia ou acionou algum mecanismo de proteção, que corresponde a 6,4%.

O levantamento reforça a importância de ampliar a informação sobre os diferentes tipos de violência contra a mulher e facilitar o acesso aos canais de denúncia e proteção. A identificação da violência é considerada um passo fundamental para que vítimas possam buscar apoio e interromper ciclos de agressão.

Redação Saiba+

Continue lendo

Polícia

Bahia alcança 605 dias sem explosões de bancos

Estado registra marca histórica de segurança bancária após prisão de suspeito apontado como um dos principais assaltantes de instituições financeiras do país

Postado

em

A Bahia alcançou a marca de 605 dias sem registro de explosões de agências bancárias, segundo dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública do estado (SSP-BA) neste sábado (29).

O resultado foi anunciado um dia após a prisão de Valnei da Silva Rocha, apontado pelas autoridades policiais como um dos principais assaltantes de instituições financeiras do Brasil. A captura reforça as ações de combate aos crimes contra o sistema bancário realizadas pelas forças de segurança baianas.

Prisão de suspeito é destacada

O secretário da Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, destacou que Valnei da Silva Rocha já havia sido alvo de uma operação das forças de segurança no estado.

Segundo o secretário, o suspeito foi capturado em 2014, em Rafael Jambeiro, durante uma ação conjunta da Polícia Federal e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar da Bahia. Na ocasião, foram apreendidos armamentos, incluindo fuzis e submetralhadoras.

A nova prisão ocorre em um cenário no qual a Bahia mantém uma sequência prolongada sem explosões de agências bancárias, modalidade criminosa que durante anos provocou prejuízos financeiros e impactos na segurança de municípios do interior.

Combate aos ataques contra instituições financeiras

A marca de 605 dias sem explosões de bancos é apresentada pela SSP-BA como resultado das estratégias de prevenção e repressão adotadas pelas forças de segurança.

O combate às organizações criminosas especializadas em ataques a instituições financeiras envolve ações de inteligência, investigação e operações integradas entre diferentes órgãos.

A redução desse tipo de ocorrência também contribui para ampliar a sensação de segurança em municípios que possuem agências bancárias como pontos essenciais para o atendimento da população.

Redação Saiba+

Continue lendo
Ads BANNER
Ads BANNER

    Mais Lidas da Semana