Política
Lula diz que não vai permitir ‘república de ladrão de celular’
O Presidente enfatizou a importância da PEC da Segurança Pública, iniciativa do governo que visa fortalecer a atuação da União no combate ao crime.

Nesta quarta-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez a defesa da PEC da Segurança Pública, uma proposta do governo federal voltada para o combate ao crime organizado. De acordo com o presidente, a intenção é assegurar que os criminosos não fiquem impunes nas ruas, amedrontando a população. Ele ressaltou que o governo não irá tolerar a proliferação de criminosos agindo livremente e causando medo nas ruas do país. Nas próximas semanas, o governo planeja encaminhar ao Congresso Nacional o texto de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa fortalecer a atuação da União no combate à criminalidade, estabelecendo novas diretrizes para a integração das forças de segurança.
O texto propõe a descentralização do poder para os estados, a reestruturação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) como uma força de policiamento ostensivo e a implementação de um Sistema Único de Segurança Pública. O presidente enfatizou a necessidade de combater a violência e o crime organizado em conjunto, destacando a importância da atuação conjunta entre o estado, municípios e governo federal para impedir que os criminosos dominem o país.
“É por isso que nós estamos apresentando uma PEC da Segurança para que a gente possa, junto com os governadores de estado e com os prefeitos, a gente definitivamente dizer que o Estado é mais forte do que os bandidos. E o lugar de bandido não é na rua assaltando e assustando as pessoas, e matando pessoas. É esse país que nós vamos construir”, disse.
Durante a cerimônia de inauguração do Hospital Universitário do Ceará, da Universidade Estadual do Ceará, em Fortaleza, o presidente fez uma declaração preocupante. De acordo com informações do g1, o estado do Ceará registrou um aumento no número de assassinatos entre 2023 e 2024. Segundo dados do Ministério da Justiça divulgados em janeiro deste ano, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes no estado é a segunda maior do país, ficando atrás apenas de Pernambuco.
Política
Lula sobrevoa áreas atingidas por chuvas em Minas Gerais
Presidente acompanha regiões em calamidade pública na Zona da Mata, onde mais de 60 mortes já foram registradas.

As fortes chuvas que atingem Minas Gerais levaram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a sobrevoar a região da Zona da Mata, uma das mais afetadas pelos temporais que já resultaram em mais de 60 mortes. A visita ocorre em meio ao esforço federal para avaliar danos, reforçar ações emergenciais e apoiar municípios que enfrentam graves impactos estruturais e humanitários.
Durante a agenda, Lula deve se reunir com os prefeitos Margarida Salomão (Juiz de Fora), José Damato (Ubá) e Maurício dos Reis (Matias Barbosa) — cidades oficialmente reconhecidas em situação de calamidade pública. O governo federal acompanha de perto as necessidades locais, especialmente nas áreas de deslizamentos, enchentes e desabrigados.
Além desses municípios, Divinésia e Senador Firmino foram classificadas em situação de emergência, o que permite a liberação acelerada de recursos e medidas de apoio. As equipes de Defesa Civil, Forças Armadas e órgãos estaduais seguem mobilizadas para resgates, assistência às famílias e recuperação de infraestrutura essencial.
A presença do presidente reforça o compromisso do governo em priorizar ações humanitárias, garantir suporte imediato às populações afetadas e coordenar respostas rápidas diante da continuidade das chuvas na região.
Política
Brasil condena ataques de EUA e Israel ao Irã
Governo manifesta grave preocupação e reforça defesa do diálogo como único caminho para a paz no Oriente Médio.

O governo brasileiro divulgou neste sábado (28) uma nota oficial na qual condena os ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel contra alvos no Irã, classificando a escalada militar como motivo de “grave preocupação” para a estabilidade internacional.
No comunicado, o Ministério das Relações Exteriores destacou que as ofensivas ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, considerado pelo Brasil como o único meio viável para alcançar uma solução pacífica e duradoura na região. A chancelaria reiterou que o país mantém, historicamente, uma postura de defesa do diálogo diplomático e da mediação multilateral em conflitos no Oriente Médio.
Segundo o Itamaraty, ações militares unilaterais comprometem esforços de paz e ampliam o risco de instabilidade regional, afetando não apenas os países diretamente envolvidos, mas também a segurança global. O governo brasileiro reforçou ainda que seguirá acompanhando a situação e defendendo iniciativas que priorizem a diplomacia, o respeito ao direito internacional e a proteção de civis.
A nota reafirma a posição tradicional do Brasil de buscar soluções negociadas, evitando o agravamento de tensões e incentivando a retomada imediata das conversações entre os envolvidos.
Política
Jaques Wagner critica votação sobre quebra de sigilo de Lulinha na CPMI do INSS
Líder do governo no Senado questiona condução do processo e aponta possível uso político da comissão.

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT‑BA), fez duras críticas à votação que aprovou a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, durante a sessão desta quinta-feira (26) da CPMI do INSS. Para o senador, a decisão foi conduzida de forma precipitada e com forte viés político, desviando o foco dos trabalhos da comissão.
Wagner afirmou que a medida representa um uso distorcido da CPMI, que deveria concentrar esforços em investigar irregularidades no Instituto Nacional do Seguro Social, e não em promover disputas de caráter eleitoral ou ataques direcionados ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, a oposição tenta transformar a comissão em um palco de desgaste político.
Durante a sessão, parlamentares governistas também questionaram a pertinência da quebra de sigilo, alegando ausência de elementos concretos que justificassem a medida. Para Jaques Wagner, a aprovação ocorreu em um ambiente de tensão e disputa narrativa, o que compromete a credibilidade do processo.
O senador reforçou que o governo continuará atuando para garantir que a CPMI cumpra seu objetivo original e que decisões tomadas sem base técnica sejam contestadas. Ele destacou ainda que a insistência em incluir familiares do presidente nas investigações demonstra uma estratégia de politização das apurações, afastando o debate das questões estruturais do INSS.
A votação reacende discussões sobre os limites de atuação das CPIs e o uso de instrumentos legislativos para fins políticos, tema que deve seguir em destaque nas próximas sessões.
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